Política
PL e PP, que estão juntos no palanque de Bolsonaro, são adversários em 19 estados e aliados em 7
Em apenas um estado, um dos partidos não declarou apoio a ninguém. Há situações em que, mesmo em lados opostos na disputa, os candidatos tentam colar sua imagem à de Bolsonaro. Bolsonaro durante convenção do PP em que foi confirmada a coligação com o seu partido, o PL
REUTERS/Adriano Machado
A coligação fechada nacionalmente entre o PL, partido pelo qual o presidente Jair Bolsonaro tenta a reeleição ao Palácio do Planalto, e o PP, umas das principais legendas de sustentação do governo federal, não se replicou na maioria dos palanques estaduais.
As siglas são aliadas em 7 estados, mas adversárias em outros 19. Apenas em 1 estado, o Tocantins, um dos partidos não declarou apoio a ninguém. O prazo final para as convenções partidárias se encerrou na sexta-feira (5).
Bolsonaro, que se lançou numa chapa pura com o general Walter Braga Netto (ex-ministro da Defesa), também do PL, de vice, tem entre seus escudeiros mais fiéis dois integrantes da cúpula do PP: Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil, e Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados.
Em alguns locais, ocorrem pelo país situações inusitadas em que, mesmo em lados opostos na disputa estadual, os candidatos das duas legendas tentam colar a sua imagem à de Bolsonaro.
Isso acontece, por exemplo, em Roraima, em que Teresa Surita (MDB) é apoiada pelo PL, e Antonio Denarium, candidato à reeleição pelo PP. O discurso de ambos é a favor da gestão bolsonarista.
No Rio Grande do Sul, é a mesma coisa: tanto Onyx Lorenzoni, candidato pelo PL e ex-ministro do atual governo, quanto Luis Carlos Heinze, do PP, integrante da tropa de choque do Palácio do Planalto na CPI da Covid, vão pedir votos para Bolsonaro.
Em outros estados, porém, na contramão da coligação nacional, o nome apoiado pelo PP vai fazer campanha para Luiz Inácio Lula da Silva, principal rival de Bolsonaro. No Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), que terá apoio do PP, já anunciou que subirá no palanque do petista.
Atualmente, o Partido Liberal e o Progressistas, que integram o chamado Centrão, são as duas maiores bancadas da Câmara dos Deputados. O PL conta com 77 parlamentares e o PP, com 58. Juntas, as siglas somam 135 deputados (quase um quarto dos 513 da Câmara).
O comportamento do PP e PL no pleito de outubro, em que o apoio na corrida presidencial não se reflete necessariamente nos acordos estaduais, não é único no xadrez eleitoral.
Com o PT e o PSB, cuja aliança nacional que resultou na chapa Lula-Alckmin à Presidência, aconteceu algo similar. As legendas estão no mesmo palanque em 15 estados, mas são adversárias em outros 9.
Confira os palanques estaduais do PP e PL:
Onde são aliados:
1 – Amapá
Tanto PP quanto PL estarão no palanque do candidato do Solidariedade, Clécio Luís Vilhena Vieira, ex-prefeito de Macapá. O economista Antônio Teles Júnior (PDT) sairá como vice.
Candidato ao governo do Amapá, Clécio tem o apoio do PP e do PL
Fernando Carneiro/Rede Amazônica
2 – Amazonas
O PP e o PL irão apoiar a candidatura de Wilson Lima (União) à reeleição.
Wilson Lima vai tentar a reeleição
Fábio Melo, da Rede Amazônica.
3 – Distrito Federal
Lado a lado, PP e PL vão pedir votos para a reeleição do atual governador, Ibaneis Rocha (MDB). A vice na chapa é a deputada federal Celina Leão (PP).
Convenção que confirmou candidatura de Ibaneis Rocha (MDB) para a reeleição ao GDF
TV Globo/Reprodução
4 – Mato Grosso de Sul
PP e PL vão estar no palanque de Eduardo Riedel (PSDB). Coube ao PP indicar o nome do vice, que será o deputado estadual José Carlos Barbosa (PP), o Barbosinha.
Eduardo Riedel é candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo PSDB
Anderson Viegas/ g1MS
5 – Paraná
PL e PP defendem a reeleição do governador Ratinho Junior (PSD) para continuar no comando do Palácio Iguaçu. Ele terá na sua chapa o seu atual vice, Darci Piana.
Ratinho Jr concorre à reeleição no Paraná
Divulgação/AEN
6 – Rio de Janeiro
PL e PP apoiam a candidatura de Cláudio Castro (PL) à reeleição. Washington Reis (MDB), ex-prefeito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, é o candidato a vice-governador.
Cláudio Castro tenta a reeleição
Reprodução/TV Globo
7 – Rio Grande do Norte
Os dois partidos subirão no palanque de Fábio Dantas (Solidariedade). Ele terá Ivan Júnior (União Brasil) como candidato a vice.
Fábio Dantas (Solidariedade), candidato a governador do RN
Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi
Onde PP e PL são adversários:
1 – Acre
PP lançou candidatura própria com o nome do atual governador à reeleição Gladson Cameli. O PL vai subir no palanque com o MDB, que terá Mara Rocha como candidata.
2 – Alagoas
O PP vai apoiar o candidato da sua coligação: Rodrigo Cunha (União), que é senador fora de exercício. Já o PL irá pedir votos para o senador Fernando Collor de Mello (PTB), por conta da aliança fechada.
3 – Bahia
O PP irá apoiar ACM Neto (União), ex-prefeito de Salvador, enquanto o PL terá candidato próprio: o deputado federal João Roma, ex-ministro da Cidadania.
4 – Ceará
O PL irá com Capitão Wagner (União). O PP irá com Elmano de Freitas (PT).
5 – Espírito Santo
O PL vai disputar o governo estadual com Carlos Manato (PL) e o PP irá apoiar Renato Casagrande (PSB).
6 – Goiás
O PL terá candidatura própria com o deputado federal Vitor Hugo (PL). O PP irá apoiar o candidato da sua coligação, Ronaldo Caiado (União), que disputa a reeleição.
7 – Maranhão
O PP fechou apoio ao nome de Carlos Brandão (PSB), enquanto o PL irá com Weverton Rocha (PDT).
8 – Mato Grosso
PL vai apoiar enformalmente o atual governador, Mauro Mendes (União), que tenta a reeleição. O PP vai pedir votos também informalmente à candidata da coligação PT-PV-PCdoB, Márcia Pinheiro (PV).
9 – Minas Gerais
Em uma coligação com o Novo, o PP irá apoiar a reeleição de Romeu Zema, que lidera as pesquisas de intenção de voto. Bolsonaro tentou se aproximar de Zema – os dois foram aliados em 2018 -, mas, diante do silêncio do governador em relação a um possível apoio a Bolsonaro em Minas Gerais, o PL decidiu por uma candidatura própria e lançou na disputa Carlos Viana.
O governador disse que apoia Luiz Felipe d’Ávila (Novo) à presidência, mas não se manifestou sobre um possível cenário no segundo turno.
Romeu Zema, Jair Bolsonaro e Carlos Viana
Arquivo g1
10 – Pará
O PL terá nome próprio, o do senador Zequinha Marinho, que é apoiador de Bolsonaro. Já o PP irá pedir votos para a reeleição de Helder Barbalho (MDB), que conta também com apoio do PT de Lula.
11 – Paraíba
O PP está no palanque com João Azevêdo (PSB), que tenta a reeleição no comando do Palácio da Redenção. A chapa se completa com o atual vice-prefeito de Campina Grande, Lucas Ribeiro (PP), como candidato a vice-governador. O PL lançou a candidatura de Nilvan Ferreira (PL). O vice também é da legenda: Artur Bolinha (PL).
12 – Pernambuco
O PP vai com Danilo Cabral (PSB) na disputa ao Palácio do Campo das Princesas, tendo Luciana Santos (PCdoB) como vice. A chapa tem o apoio de Lula. O PL lançou uma chapa pura, com Anderson Ferreira para governador e Izabel Urquiza para vice.
13 – Piauí
O PL lançou nome próprio, o do coronel Diego Melo, na disputa ao governo do estado. Ele tem como vice o também policial militar Carlos Pinho, filiado ao partido.
O PP irá apoiar o nome indicado pela sua coligação, Silvio Mendes (União). Coube ao PP a indicação para a vice: Iracema Portela (PP).
14 – Roraima
Os dois partidos vão estar em lados opostos na disputa estadual, mas seus candidatos vão defender Bolsonaro na tentativa de angariar votos na esteira do discurso conservador. O PL apoia o nome de Teresa Surita (MDB), ex-prefeita de Boa Vista por cinco vezes. A candidata, que é ex-mulher do ex-senador Romero Jucá (MDB), vai apoiar a candidatura de Jair Bolsonaro (PL). Já o PP irá pedir votos à reeleição de Antonio Denarium, do próprio partido.
15 – Rio Grande do Sul
Ambos lançaram candidaturas próprias: PL tem Onyx Lorenzoni na disputa e o PP, Luis Carlos Heinze. Embora adversários no estado, a campanha dos dois vai se valer da proximidade com Bolsonaro para pedir apoio. Aliado de primeira hora do presidente, Onyx ocupou diversos ministérios na Esplanada, como o da Casa Civil e o da Cidadania, enquanto Heinze foi um dos principais defensores do governo federal na gestão da pandemia durante a CPI da Covid no Congresso.
16 – Rondônia
PL terá candidatura própria, que é a do senador Marcos Rogério (PL). PP vai de Ivo Cassol (PP).
17 – Santa Catarina
Em mais um estado, PP e PL lançaram nomes próprios: o PL terá o senador Jorginho Mello (PL) na disputa ao governo de Santa Catarina; o PP irá para a disputa com o também senador Esperidião Amin (PP).
18 – São Paulo
O PP vai pedir votos para a reeleição de Rodrigo Garcia (PSDB), que assumiu o governo após a renúncia de João Doria. O PL apoia Tarcísio de Freitas (Republicanos), que foi ministro da Infraestrutura no governo Bolsonaro.
19 – Sergipe
O PL tem candidato próprio na disputa ao governo sergipano: Valmir de Francisquinho. O PP irá com Fábio Mitidieri (PSD).
Apenas um palanque
1 – Tocantins
O PL lançou Ronaldo Dimas (PL). Já o PP não declarou apoio a ninguém na corrida estadual.
*Estagiário, sob supervisão de Ricardo Gallo
**Colaboraram as equipes do g1 nos 26 estados e no Distrito Federal.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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