Política
Trama golpista: os crimes atribuídos a cada réu e o que dizem as defesas
Visão do primeiro dia de julgamento de Bolsonaro na 1ª Turma do STF
Jorge Silva/Reuters
O julgamento do chamado núcleo crucial da trama golpista começou nesta terça-feira (2) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Pela primeira vez na história, um ex-presidente da República e aliados de sua cúpula respondem criminalmente por tentativa de golpe de Estado.
🔴 O g1 transmite ao vivo o julgamento do núcleo crucial da trama golpista. ACOMPANHE AQUI
Além de Jair Bolsonaro (PL), outros sete réus — todos ex-integrantes do governo — são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de integrar uma organização criminosa armada que tentou impedir a posse do presidente Lula (PT).
A denúncia do procurador-geral Paulo Gonet aponta que esse grupo elaborou e executou atos voltados à ruptura democrática, incluindo documentos como a chamada minuta do golpe e planos de estado de sítio. Para a PGR, os réus tinham funções estratégicas e participaram de reuniões, discursos e articulações políticas e militares que culminaram nos atos de 8 de janeiro de 2023.
🔎 Eles respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
Com exceção do deputado Alexandre Ramagem, que responde por três crimes (organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado), isso porque a Câmara dos Deputados aprovou um pedido de suspensão parcial da ação penal contra o parlamentar.
Todos negam participação em tentativa de golpe. Nas defesas apresentadas, alegam que não houve qualquer ação concreta para impedir a posse de Lula, dizem que não atentaram contra a democracia.
Veja o que diz a acusação e a defesa sobre cada um dos sete réus:
Mauro Cid (ex-ajudante de ordens e delator)
Mauro Cid
Jornal Nacional/ Reprodução
Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, é acusado pela PGR de integrar o núcleo crucial da organização criminosa e de atuar como porta-voz do então presidente, transmitindo ordens e orientações. A Procuradoria cita sua delação como peça central da acusação, apontando que ele ajudou a levar os investigadores à chamada minuta do golpe e a outros documentos.
A defesa afirma que Cid apenas cumpria tarefas, destaca sua colaboração com a Justiça e pede a manutenção dos benefícios do acordo de delação.
Alexandre Ramagem (deputado e ex-diretor da Abin)
Alexandre Ramagem
Jornal Nacional/ Reprodução
Deputado e ex-diretor da Abin, é acusado de usar a estrutura da agência para alimentar a trama golpista e de ter orientado Bolsonaro em ataques ao sistema eleitoral. A PGR o coloca como parte do núcleo estratégico, mas ele responde a menos crimes porque já havia sido diplomado deputado antes de 8 de janeiro de 2023. A defesa nega que ele tenha perseguido adversários ou usado a Abin indevidamente, e afirma que, em 2022, ele já não integrava o governo Bolsonaro.
Almir Garnier (ex-comandante da Marinha)
Trama golpista: Almir Garnier Santos durante o 1º dia de interrogatórios no STF; Mauro Cid e Alexandre Ramagem foram ouvidos na segunda-feira (9)
Ton Molina/STF
Ex-comandante da Marinha, é acusado de colocar tropas à disposição de Bolsonaro e dar suporte militar ao projeto de impedir a posse de Lula. Segundo a PGR, ele fazia parte do grupo de alta patente que ajudou a estruturar a tentativa de golpe. A defesa rebate, dizendo que não houve ato concreto de Garnier nesse sentido e aponta contradições nos depoimentos de outros comandantes militares — o que, na visão dos advogados, deve ser interpretado em favor do réu.
Anderson Torres (ex-ministro da Justiça)
STF começa a ouvir defesas do ex-ministro da Justiça Anderson Torres
Reprodução/TV Globo
Ex-ministro da Justiça, é acusado de colaborar com a organização criminosa e de participar das discussões para impedir a posse de Lula. A PGR cita a minuta de decreto de estado de defesa apreendida em sua casa como evidência. A defesa nega que ele tenha redigido a minuta do golpe, sustenta que o documento é diferente do apresentado por Bolsonaro a militares em dezembro de 2022 e afirma que não há provas de que Torres tenha atuado contra o sistema eleitoral.
Augusto Heleno (ex-ministro do GSI)
Testemunhas indicadas pela defesa do general Augusto Heleno prestam depoimento no STF
Reprodução/TV Globo
Ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, é acusado de integrar o núcleo estratégico da organização criminosa e de ter papel ativo nas articulações golpistas. A PGR cita uma agenda com teor golpista apreendida em sua casa como indício de envolvimento. A defesa nega que Heleno tivesse conhecimento de um plano para impedir a posse de Lula, diz que as anotações eram apenas lembretes pessoais e argumenta que, a partir do segundo ano de governo, sua influência nas decisões foi reduzida.
Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa)
O ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira, único réu a comparecer presencialmente ao julgamento sobre a trama golpista no STF
Evaristo Sa/AFP
Ex-ministro da Defesa, é acusado de ter buscado apoio das Forças Armadas à tentativa de golpe e de ter papel ativo na articulação do núcleo crucial. A PGR aponta que ele participou de discussões para sustentar a ruptura institucional.
“PAULO SÉRGIO NOGUEIRA DE OLIVEIRA, que endossou a narrativa de fraude no sistema eletrônico de votação e afirmou que a Comissão de Transparência Eleitoral seria “pra inglês ver”. Aproveitando a presença dos Comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica na reunião, instigou a ideia da intervenção das Forças Armadas no processo eleitoral”, diz trecho da denúncia da PGR.
Na gravação da reunião de julho de 2022 obtida pela PGR, Paulo Sérgio Nogueira diz:
O que eu sinto nesse momento é apenas na linha de contato com o inimigo. Ou seja… na guerra a gente… linha de contato, linha de partida. Eu vou romper aqui e iniciar minha operação. Eu vejo as Forças Armadas e o Ministério da Defesa nessa linha de contato. Nós temos que intensificar e ajudar nesse sentido pra que a gente não fique sozinho no processo. Polícia Federal, claro, me perdoa Anderson, tá junto.. e ela também da mesma forma imagino que eu estou falando aqui você também com a sua equipe esteja… e nós estaremos em cada fase pressionando.
A defesa afirma que Nogueira é inocente, pede absolvição e diz que ele, na verdade, tentou dissuadir Bolsonaro de adotar medidas radicais — inclusive apresentando uma proposta de discurso em que o então presidente reconheceria o resultado das eleições.
Durante o julgamento, a defesa reforçou que Nogueira teria atuado para evitar qualquer ruptura institucional e que ele aconselhou Bolsonaro a não adotar “medidas de exceção”, chegou até a redigir um discurso em que o então presidente reconheceria o resultado das eleições. Argumentou ainda que o ex-ministro foi vítima de tentativa de deposição por parte de outros generais e que não integraria qualquer “gabinete de crise” em caso de ruptura.
Ele é o único réu presente no julgamento desta terça-feira (2).
O que levou o general Paulo Sérgio Nogueira a acompanhar o julgamento presencialmente
Walter Braga Netto (ex-ministro e candidato a vice)
Walter Souza Braga Netto
Arte/g1
Ex-ministro da Casa Civil e candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022, é acusado de integrar o núcleo central da trama, com influência política e militar. A PGR cita documentos como a “Operação 142”, apreendida em sua assessoria, que traçava ofensivas contra o Supremo e previa medidas de exceção.
A defesa nega envolvimento, afirma que a acusação se baseia quase exclusivamente na delação de Mauro Cid — classificada como mentirosa — e diz que não há provas de que Braga Netto tenha financiado ações golpistas ou participado do 8 de janeiro.
Os advogados reiteram ainda que Braga Netto não buscou obstruir investigações e negou que ele tivesse participado de plano para depor Bolsonaro. A acusação de envolvimento direto foi atribuída a disputas internas nas Forças Armadas, e os advogados reforçaram que faltam provas materiais contra o general.
Julgamento de Bolsonaro: ministro Cristiano Zanin explica como será o julgamento
Os bastidores de Bolsonaro antes do julgamento no STF
Núcleo crucial do golpe, segundo o STF
TV Globo/Reprodução
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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