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Economia

Banco Central reprova compra do Master pelo estatal BRB

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Representação pede suspensão da compra do Banco Master pelo BRB
O Banco Central do Brasil (BC) rejeitou nesta quarta-feira (3) a compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB), segundo comunicado divulgado pelo BRB na noite de hoje.
“Diante do indeferimento do BACEN, o contrato será rescindido de acordo com os seus termos e condições”, informou o banco estatal.
No comunicado, o BRB destacou que manterá acionistas e o mercado atualizados sobre possíveis desdobramentos da rescisão.
A decisão do BC ocorreu após mais de cinco meses de análise. O acordo, anunciado em março, previa que o BRB adquirisse 49% das ações ordinárias, 100% das preferenciais e 58% do capital total do Master.
A aprovação do Banco Central seria o último passo para a transferência dos papéis. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu aval à operação em junho.
O BRB
O Banco de Brasília S.A. (BRB) foi fundado em dezembro de 1964, com a missão de atuar como agente financeiro na captação de recursos para o desenvolvimento do DF. Em 1991, ampliou sua atuação e passou a operar nas carteiras comercial, de câmbio, de desenvolvimento e imobiliária.
A instituição é uma sociedade de economia mista, de capital aberto, controlada majoritariamente pelo governo do DF (71,92%). A instituição atua em todo o DF e também está presente no Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Bahia e Paraíba.
O Banco Master
Fundado em 1974 como corretora de valores e títulos imobiliários, o Banco Master obteve autorização do Banco Central para atuar como instituição financeira em 1990, sob o nome de Banco Máxima. Em 2021, após adquirir o Banco Vipal, passou a se chamar Banco Master.
Em atualização.
Agências do Banco Master e do Banco de Brasília.
Banco Master/Divulgação e Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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