Connect with us

Política

Julgamento de Bolsonaro, dia 3: o que indicam os votos de Moraes e Dino na trama golpista; placar no STF é de 2 x 0

Published

on

Veja voto de Moraes ao condenar Bolsonaro e mais 7 réus por trama golpista
Jair Bolsonaro é o líder da organização criminosa, anotações golpistas não são uma espécie de ‘meu querido diário’ e houve uso de órgãos de Estado para desacreditar as urnas, tentar o golpe e se perpetuar no poder. Esse é o resumo do voto do ministro Alexandre de Moraes, relator da trama golpista no STF, nesta terça-feira (9).
Após mais de cinco horas de argumentação, ele votou para condenar todos os réus.
Em seguida, após o intervalo, foi a vez do ministro Flávio Dino. Ele condenou todos os réus, mas fez ressalvas em três casos: Augusto Heleno (ex-chefe do GSI), Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin) e Paulo Sério Nogueira (ex-ministro da Defesa).
Para Dino, os “níveis de culpabilidade [dos réus] são diferentes. O placar no STF é de 2 a 0.
Outro destaque da sessão ficou para o ministro Luiz Fux. Ele interrompeu Moraes duas vezes, mesmo antes da leitura do seu voto, que deve acontecer nesta quarta-feira (10). A interrupção marca as primeiras divergências entre os dois magistrados.
📌 A sessão será retomada nesta quarta-feira (10), com o voto do ministro Luiz Fux. O g1 vai transmitir o julgamento ao vivo. ACOMPANHE aqui.
📌 Os tamanhos das penas ainda serão debatidos e definidos pelos magistrados. A expectativa é de que os votos e a dosimetria das penas sejam concluídos até sexta-feira (12).
Veja os principais pontos:
Primeira Turma do STF inicia o 3º dia de julgamento de Bolsonaro e mais 7 réus na trama golpista
Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo
Bolsonaro, o líder da organização criminosa
Moraes repetiu ao menos 21 vezes, durante as mais de cinco horas de seu voto, que Bolsonaro era o líder da organização criminosa da trama golpista. O nome do ex-presidente também apareceu como “líder” nos slides que ilustraram o voto do relator.
“O réu Jair Messias Bolsonaro deu sequência a essa estratégia golpista estruturada pela organização criminosa, sob a sua liderança, para já colocar em dúvida o resultado das futuras eleições, sempre com a finalidade de obstruir o funcionamento da Justiça Eleitoral, atentar contra o Poder Judiciário e garantir a manutenção do seu grupo político no poder, independentemente dos resultados das eleições.”
Em outro momento, Moraes disse que Bolsonaro tinha um “modus operandi de líder de organização criminosa” ao falar sobre as acusações de corrupção a ministros da Corte.
“Quando indagado no interrogatório judicial, o réu se desculpou, disse que era ‘o jeito dele’, que não tinha nenhuma prova. Só que aí demonstrou qual era o modus operandi do líder da organização criminosa. Disse que não tinha prova, mas que se fossem outros três ministros, diria a mesma coisa. Ao falar isso, mais do que ofender pessoalmente cada um dos ministros, na verdade ele quer descredibilizar o Poder Judiciário como um todo”.
No final do voto, ao condenar os oito réus, Moraes voltou a ressaltar o papel de liderança do ex-presidente.
“Bolsonaro exerceu a função de líder da estrutura criminosa e recebeu ampla contribuição de integrantes do governo federal e das Forçar Armadas, utilizando-se da estrutura do estado brasileiro par a implementar seu projeto autoritário de poder.”
Bolsonaro “mexeu” na minuta do golpe
Moraes citou a delação de Mauro Cid para dizer que Bolsonaro recebeu em 6 de dezembro uma minuta de decreto de golpe de estado, que incluía a prisão de ministros do STF e do presidente do Senado. De acordo com o ministro, Bolsonaro “mexeu” na minuta do golpe.
“Se ele chama os comandantes das Forças e o ministro da Defesa, é para apresentação. Se ele disse que a necessidade de algumas alterações, ele próprio disse que discutiu. É óbvio que os decretos, as minutas, foram mudando por vontade predominantemente de quem? Do líder da organização criminosa”.
Moraes chamou de disfarce a ida de Bolsonaro para os Estados Unidos na véspera do fim do mandato dizendo que não iria passar a faixa para Lula, presidente eleito.
“E qual o melhor disfarce para um líder de organização criminosa para efetivar o golpe que não conseguiu, durante esse período todo, do que viajar para o exterior? ‘Ah, eu não estava lá.’ Obviamente, quando um soldado da máfia comete um crime a bando do ‘capo’ da máfia, ele, o chefe da organização criminosa, não está lá, mas responde porque ele determinou”.
Abolição do Estado Democrático de Direito x golpe de Estado
Moraes reforçou a diferença entre os crimes de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado Democrático de Direito ao votar pela condenação dos réus da trama golpista. Para o ministro, no caso do ex-presidente e dos outros sete réus julgados, houve o cometimento dos dois crimes.
“É possível a consumação dois delitos em um único momento histórico.”
Para Moraes:
O crime de golpe de Estado significa agir para destituir à força um governo legitimamente eleito.
O crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito atenta contra as instituições democráticas, como os outros poderes da República, que não o Executivo.
“Não há nenhuma dúvida de que houve tentativa de abolição do Estado de Direito, de que houve tentativa de golpe, de que houve uma organização criminosa que gerou dano ao patrimônio”, disse Moraes no início de seu voto.
Moraes também fez outra ressalva sobre golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito e disse que os crimes têm a tentativa como elementares do tipo.
“A mera tentativa consuma o crime. Todos esses atos executórios, desde junho de 2021 até esse momento e o 8 de janeiro de 2023, são atos executórios que consumaram os crimes de abolição do estado democrático e o de golpe de Estado […]. Ninguém viu golpista que deu certo se colocar no banco dos réus. Na realidade, quem estaria seria o STF e as instituições democráticas”, completou.”
‘Não é uma mensagem de um delinquente do PCC’
Moraes citou o PCC ao falar sobre uma troca de mensagens de ataque às urnas eletrônicas entre Bolsonaro e Alexandre Ramagem, ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). E leu uma das mensagens que desacreditava o sistema de votação:
“Por tudo que tenho pesquisado, mantenho total certeza de que houve fraude nas eleições de 2018, com vitória do senhor [Jair Bolsonaro] no 1º turno”, escreveu Ramagem ao ex-presidente.
Segundo Moraes, o conteúdo dessas conversas foi explorado por Bolsonaro durante live feita em 2021, na qual o ex-presidente fez com ataques às urnas.
“Isso não é uma mensagem de um delinquente do PCC para outro. Isso é uma mensagem do diretor da Abin para o então presidente da República.”
Divergências de Fux
O voto de Moraes foi palco de dois momentos de divergência do ministro Luiz Fux.
O primeiro aconteceu foi logo no início da sessão. O relator afirmou que as preliminares (questionamentos) dos advogados já haviam sido resolvidas na Primeira Turma e Fux discordou: “Vou me reservar ao direito de voltar a elas quando eu votar”.
Mais adiante, Fux voltou a pedir a palavra após uma fala de Dino, autorizada por Moraes. O ministro diz que queria lembrar o que foi combinado entre os ministros antes do início do julgamento.
“Os ministros votariam direto, sem intervenção dos colegas, embora foi muito apropriada a intervenção do ministro Flávio Dino, mas eu gostaria de cumprir aquilo que combinamos no momento em que eu votar. Eu não vou conceder, voto muito extenso e não quero perder o fio da meada”, disse Fux.
– Mas esse aparte foi pedido a mim, respondeu Moraes.
– Ministro Fux, não pedirei à Vossa Excelência. Pode dormir em paz, afirmou Dino.
Diferentes ‘níveis de culpabilidade’
Em seu voto, o ministro Flávio Dino afirmou que os “níveis de culpabilidade [dos réus] são diferentes. “No caso de Augusto Heleno e Alexandre Ramagem, eu considero participação de menor importância. Em relação a Ramagem, ele saiu do governo em março de 2022.”
Dino citou também o general Paulo Sérgio Nogueira. “Ele participa até um certo momento. Isso é controverso nos autos, ele poderia não ter participado”. Mas, mesmo assim, o ministro diz que o enquadra no mesmo caso de Heleno e Ramagem porque “ele tentou demover o presidente da República”.
Anotações golpistas não eram “meu querido diário”
Moraes usou a expressão “meu querido diário” para ironizar as anotações feitas pelo ex-chefe do GSI Augusto Heleno em sua agenda com tópicos que tinham a intenção de atacar as eleições.
“Não é razoável achar normal que um general quatro estrelas do Exército, um ministro do GSI, ter uma agenda com anotações golpistas. Ter uma agenda preparando a execução de atos para deslegitimar as eleições, o Poder Judiciário e se perpetuar no poder. Não consigo entender como alguém pode achar normal em uma democracia, em pleno século 21, uma agenda golpista”.
Planos do Punhal Verde e Amarelo
Moraes disse que o planejamento do assassinato de autoridades, o chamado “Punhal Verde e Amarelo”, está “fartamente comprovado” nos autos.
E disse ainda que Bolsonaro teve “conhecimento e anuência” do plano para matar o próprio Moraes, à época presidente do TSE, Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, presidente e vice.
“Houve todo um detalhamento e isso não foi impresso numa gruta, não foi impresso escondido numa sala de terroristas. Isso foi impresso no Palácio do Planalto. Isso foi impresso na sede do governo brasileiro.”
Segundo Moraes, o general Mário Fernandes, que era o segundo do general Luiz Eduardo Ramos na Secretaria de Governo do Palácio do Planalto, imprimiu em 9 de novembro o documento do Punhal Verde e Amarelo e foi ao Palácio do Alvorada falar com Bolsonaro. Fernandes foi quem estruturou o plano.
“Não é crível, não é razoável, achar que Mário Fernandes imprimiu no Palácio do Planalto, se dirigiu ao Palácio do Alvorada, onde lá estava o presidente, ficou uma hora e seis minutos e fez barquinho de papel, com a impressão do Punhal Verde e Amarelo. É ridicularizar a inteligência do tribunal”.
O passo a passo, segundo o ministro, foi impresso na sede do governo. Ele explica que o planejamento era detalhado e trazia “chances de êxito e danos colaterais” e seis militares dos kids pretos foram escolhidos para executar o plano.
“Não é possível normalizar alguém querer matar o presidente do Tribunal Superior Eleitoral e, com envenenamento ou remédio para induzir a colapso orgânico, se pretender a matar o presidente eleito da República”.
Moraes continua falando sobre os acampamentos de apoiadores de Bolsonaro, dizendo que o general Braga Netto tinha contato direto com as organizações.
“Há várias conversas entre militares nesse sentido, de que algo vai chegar, ‘aguardem, tudo está sendo planejado’. Só que nem os mais pessimistas podiam esperar que o que estava sendo planejado, sob o codinome Punhal Verde e Amarelo ou Plano Copa 22, seria o assassinato do presidente e do vice-presidente eleitos e do presidente do TSE, eu mesmo.”
Sobre o financiamento do plano, Moraes diz que o dinheiro teria vindo do agronegócio e sido entregue por Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil, a Mauro Cid, ex-ajudante de ordens.
Bolsonaro e ex-ministro da Defesa estavam alinhados
Segundo Moraes, Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, atrasou a divulgação do relatório sobre as urnas eletrônicas. Mesmo sem expertise técnica nessa área, disse o relator, as Forças Armadas foram incumbidas da tarefa por determinação do ex-presidente, apontado como líder da organização criminosa.
Moras afirma que uma mensagem recuperada pela Polícia Federal mostrou a determinação de Bolsonaro para adiar a divulgação e, por essa razão, havia um alinhamento entre Nogueira e o ex-presidente para “manter a chama de fraude nas eleições” e impedir a posse do novo governo eleito.
Uso da PRF foi um fato ‘acintoso’
O uso indevido da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no segundo turno das eleições foi descrito por Moraes como um ato “acintoso” contra a democracia.
A operação resultou em eleitores impedidos de chegar aos locais de votação, principalmente no Nordeste, onde Lula havia obtido uma boa votação.
O ministro Flávio Dino pediu um aparte para reforçar a gravidade da atuação da PRF. Segundo ele, a medida foi lesiva aos cidadãos: “As pessoas não saem de casa por comodidade”.
Moraes nega anular delação de Cid
O relator deu uma bronca nos advogados ao dizer que “beira a litigância de má-fé” alegar que houve oito depoimentos do delator, Mauro Cid, insinuando contradições da colaboração.
“São 8 depoimentos que poderiam estar em um. São oito depoimentos sobre fatos diversos, não são contraditórios. Os depoimentos foram sequenciais”.
Também rebateu o argumento que questionava o número de perguntas feitas por Moraes nos interrogatórios: “O juiz não é uma samambaia jurídica […] não cabe ao advogado censurar o magistrado”.
O ministro negou ainda que as defesas não tiveram acesso às provas: “Todas as provas estão no processo desde o início e as defesas tiveram total acesso”.

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados