Política
De R$ 19 mil a R$ 2,1 milhões: veja o patrimônio dos candidatos ao governo de Sergipe declarado ao TSE
Informações foram disponibilizadas online pela Justiça Eleitoral. Urna eletrônica
Reprodução/EPTV/Arquivo
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibiliza online a lista de bens declarados pelos candidatos ao Governo de Sergipe que já registraram suas candidaturas. Os valores dos patrimônios informados até esta terça-feira (16) vão de R$ 19 mil a R$ 2,1 milhões.
O patrimônio mais alto até agora é o do candidato Jorge Alberto (PROS), de 2,1 milhões. O mais baixo é o do candidato Elinos do Sabino (PSTU), que declarou 19 mil. Entre os candidatos a vice o menor valor declarado foi de Luze Augusta (UP), que declarou ao TSE ter um patrimônio de R$ 0,99 referente a depósito bancário em conta corrente no país e caderneta de poupança. Já o maior, foi de Milton Alves (Cidadania) declarou um patrimônio de R$ 3.711.861.
Veja abaixo qual foi o patrimônio informado por cada candidato, em ordem alfabética:
Delegado Alessandro (PSDB) – R$ 900 mil
O candidato do PSDB ao governo de Sergipe, Delegado Alessandro declarou ter um patrimônio de R$ 900 mil ao site do TSE. O valor é proveniente de um apartamento, o mesmo que ele já havia declarado quando foi eleito ao senado em 2018.
Candidato a vice na chapa de Alessandro, Milton Alves (Cidadania) declarou ao TSE ter um patrimônio de R$ 3.711.861 referente a casa e outros imóveis, veículo automotor, consórcios, cadernetas de poupança, quotas ou quinhões, aplicações e dinheiro em espécie.
Dr. Antônio Cláudio Geriatra (DC) – R$ 509 mil
O candidato do DC ao governo de Sergipe, Dr. Antônio Cláudio, declarou ter um patrimônio de R$ 509 mil no registro de sua candidatura no TSE. Essa é a primeira eleição direta que o candidato disputa, portanto, não há informação na Justiça Eleitoral sobre declarações anteriores do seu patrimônio.
O valor declarado pelo candidato é referente a casa e veículos automotores.
A vice na chapa do médico, Giovanna Rocha (DC), não apresentou declaração de bens.
Elinos Sabino (PSTU) – R$ 19 mil
O candidato ao governo pelo PSTU, Elinos Sabino, declarou ter um patrimônio de R$ 19 mil no registro de sua candidatura no TSE. Essa é a primeira eleição direta que o candidato disputa, portanto, não há informação na Justiça Eleitoral sobre declarações anteriores do seu patrimônio.
O valor declarado pelo candidato é referente a um veículo automotor e é o menor em relação aos demais candidatos que disputam o governo.
A vice na chapa do mesmo partido, Leide Lima, não apresentou declarações de bens.
Fábio (PSD) – R$ 1,2 milhão
O candidato do PSD, Fábio, declarou ter um patrimônio de R$1.248.575,87 no registro de sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A quantia é superior à informada no pleito de 2018, quando foi eleito deputado federal e declarou R$ 911.680,66 em bens.
Nos dados atuais, o valor declarado pelo candidato é referente a apartamentos e outros imóveis, veículo automotor, plano previdenciário privado, quotas ou quinhões de capital, consórcio e outros fundos.
Candidato a vice na chapa com Fábio, Zezinho Sobral (PDT) declarou ao TSE ter um patrimônio de R$ R$3.120.743,64. Seu bem de maior valor é um plano previdenciário avaliado em R$ 822.249,99, seguido de um terreno de R$ 730 mil. O valor também é referente a automóvel, outros imóveis, aplicações e investimentos.
Jorge Alberto (PROS) – R$ 2,1 milhões
O candidato do PROS, Jorge Alberto, declarou ter um patrimônio de R$ 2.192.003,69 no registro de sua candidatura no TSE. A quantia é superior à de 2006, quando ele se candidatou a deputado federal e declarou R$1.158.500,93.
Esse ano, segundo o TSE, o maior valor declarado foi o de cotas de empresas avaliadas em R$1.325.600. O patrimônio, que é o maior entre os candidatos, ainda registra casas, depósitos em contas correntes no país, ações, aplicações e investimentos.
Candidato a vice na chapa com Jorge Alberto, Renato Lima Araújo declarou ao TSE ter um patrimônio de R$ 957.323,09 mil, referentes a apartamento, casa e outros imóveis, veículo automotor e depósito bancário em conta corrente no país.
Niully Campos (PSOL) – R$ 230 mil
A candidata Niully Campos, do PSOL, declarou ter um patrimônio de R$ 230 mil no registro de sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral. A quantia é superior à informada no pleito de 2018, quando foi suplente como deputada estadual e declarou R$ 33,3 mil em bens.
Segundo o TSE, o valor atual é referente a um apartamento.
Candidato a vice na chapa com Niully, Demétrio Varjão declarou ao TSE ter um patrimônio de R$ 15 mil, referente a um terreno.
Prof Aroldo Felix (UP) – R$ 679 mil
O candidato do UP ao governo de Sergipe, Prof Aroldo Félix, declarou ter um patrimônio de R$ 679.428,21. Essa é a primeira eleição direta que o candidato disputa, portanto, não há informação na Justiça Eleitoral sobre declarações anteriores do seu patrimônio.
O valor declarado pelo candidato é proveniente de apartamentos, veículo automotor, depósitos bancários em contas correntes no país e outros bens e direitos.
Candidata a vice na chapa de Aroldo Felix, Luze Augusta (UP) declarou ao TSE ter um patrimônio de R$ 0,99 referente a depósito bancário em conta corrente no país e caderneta de poupança.
Rogério Carvalho (PT) – R$ 485 mil
O candidato do PT ao governo de Sergipe, Rogério Carvalho, declarou ter um patrimônio de R$ 485 mil. A quantia é superior à informada no pleito de 2018, quando foi eleito senador e declarou R$ 35 mil em bens.
O valor declarado pelo candidato é referente a casa e veículo automotor terrestre.
Candidato a vice na chapa de Rogério, Sérgio Gama (PT) declarou ao TSE ter um patrimônio de R$ 28.204.215,49, referente a casa, bens imóveis e terrenos, veículo automotor, quotas ou quinhões de capital, aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros) e outros tipos de aplicações e investimentos, fundo de investimento imobiliário, crédito decorrente de empréstimo, outros fundos, e depósito bancário em conta corrente no país.
Valmir de Francisquinho (PL) – R$ 260 mil
O candidato do PL ao governo de Sergipe, Valmir de Francisquinho, declarou ter um patrimônio de R$ 260 mil. A quantia é inferior à informada no pleito de 2016, quando ele foi eleito prefeito da cidade de Itabaiana e declarou R$ 367.090,79 em bens.
O valor declarado pelo candidato é proveniente de veículo automotor terrestre e dinheiro em espécie.
Candidata a vice na chapa de Valmir de Francisquinho, Drª Emília Correia (Patriota) declarou ao TSE ter um patrimônio de R$ 1.464.881,52, referente à caderneta de poupança, veículo automotor, aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros), apartamento e depósito bancário em conta corrente no país.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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