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Política

Elogios de Trump a Lula e anúncio de encontro na próxima semana são destaque na imprensa internacional; VEJA

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O anúncio de um encontro na semana que vem entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, foi destaque na imprensa internacional.
A novidade, após meses de declarações negativas por parte de Trump, foi revelada pelo próprio republicano durante seu discurso na Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira (23).
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Alguns veículos também destacaram os elogios feitos pelo norte-americano a Lula, que parece ter conseguido causar uma boa impressão em alguns segundos de encontro. Veja abaixo:
The Washington Post
O jornal americano destacou o anúncio feito por Trump, de que deve encontrar Lula na semana que vem, e relembrou o histórico de críticas que o presidente americano vem fazendo ao Brasil nos últimos meses.
“O presidente Donald Trump ridicularizou o Brasil por diversas políticas com as quais ele discorda, mesmo tendo contado que encontrou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva antes de seus comentários”, afirmou.
O jornal dos EUA ‘The Washington Post’ sobre fala de Trump sobre Lula
Reprodução
The New York Times
“Trump adota tom mais suave em relação ao Brasil, após discurso contundente de Lula”, diz a manchete do jornal americano, que ressaltou que essa foi a primeira vez que Trump deu uma sinalização positiva em relação ao Brasil “desde que uma crise diplomática eclodiu entre as duas nações mais populosas do Hemisfério Ocidental”.
New York Times falando sobre encontro de Trump e Lula
Reprodução
Bloomberg
A agência de notícias internacional, focada no mercado financeiro, ressaltou que “Trump ofereceu palavras calorosas a Lula, dizendo que ‘ele parecia um homem muito legal’ e que eles tinham “excelente química” por cerca de 39 segundos, e expressou esperança de que as duas nações pudessem encontrar uma maneira de trabalhar juntas.
A agência de notícias internacional Bloomberg sobre fala de Trump sobre Lula
Reprodução
Clarín
“Donald Trump confirmou que se encontrará com Lula: disse gostar do líder brasileiro, mas deixou um alerta”, afirmou o jornal argentino em sua manchete.
O jornal Clarín sobre encontro entre Trump e Lula
Reprodução
Reuters
“O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que planeja se reunir na próxima semana com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, acrescentando que eles tiveram “excelente química” durante um breve encontro na Assembleia Geral da ONU”, informou a agência de notícias internacional, pontuando que os dois estão em desacordo há meses sobre o julgamento e a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Reuters falando sobre encontro de Trump e Lula
Reprodução
Al Jazeera
A rede de TV do Oriente Médio relembrou o contexto das relações conturbadas entre os EUA e o Brasil nos últimos meses e destacou o anúncio feito por Trump sobre um encontro: “Trump disse que ele e Lula se “abraçaram” quando se viram e combinaram de se encontrar na semana que vem. Ele disse que Lula parecia um cara ‘legal'”.
Al Jazeera falando sobre encontro de Trump e Lula
Reprodução
The Guardian
O jornal do Reino Unido deu destaque principal ao discurso de Lula e afirmou que o presidente brasileiro fez “críticas indiretas a Trump”. No entanto também ressaltou a surpresa de todos com a mudança de postura do republicano: “Inesperadamente, o presidente americano deixou a porta aberta para uma reconciliação com seu homólogo sul-americano”.
Jornal inglês The Guardian fala sobre Trump e Lula na ONU
Reprodução
‘Um homem muito agradável’, elogiou Trump
Trump diz que abraçou Lula e que tiveram ótima química
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (23) que se encontrou brevemente com o presidente Lula na ONU e que os dois líderes devem se encontrar para conversar na próxima semana.
Trump elogiou Lula e disse que teve “uma química excelente” com o presidente brasileiro. Segundo o americano, o encontro foi breve e ocorreu entre os discursos deles, que ocorreram um após o outro no palco da Assembleia Geral da ONU. O governo brasileiro confirmou o encontro.
Veja o que falou Trump sobre Lula e o Brasil:
“Eu estava entrando (no plenário da ONU) e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. E aí eu penso: ‘Vocês acreditam que vou dizer isso em apenas dois minutos?’ Nós realmente combinamos de nos encontrar na próxima semana. Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos. Em retrospecto, fico feliz de ter esperado (para negociar tarifas). Nós tivemos uma boa conversa e combinamos de nos encontrar na próxima semana, se isso for de interesse mútuo, mas ele pareceu um homem muito agradável. Na verdade, ele gostou de mim, eu gostei dele”, afirmou Trump.
“Só faço negócios com pessoas que eu gosto. Quando não gosto deles, não gosto deles. Tivemos uma excelente química por pelo menos uns 39 segundos”, completou o presidente americano.
A fala de Trump contrastou com a tensa relação que Estados Unidos e Brasil vêm tendo desde julho, quando Trump anunciou tarifas de 50% a produtos brasileiros em retaliação ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro —que foi condenado pelo STF a 27 anos de prisão pelo crime de golpe de Estado.
Em seu discurso na ONU, o presidente dos EUA também falou sobre o Brasil como fez em diversas ocasiões anteriormente, ao dizer que o país “enfrenta grandes tarifas em resposta a seus esforços sem precedentes para interferir nos direitos e nas liberdades de nossos cidadãos americanos e de outros, com censura, repressão, uso político das instituições, corrupção judicial e perseguição a críticos políticos nos EUA”.
“O relato está na boca de Trump, mas ele é uma figura tão errática que é de fato possível ele ter gostado de Lula”, afirmou o comentarista da Globonews Marcelo Lins.
Apesar da fala positiva de Trump, algo raro em relação ao Brasil nos últimos tempos, a postura do governo brasileiro neste momento é de cautela.
“É um passo importante, (…) mas nada indica que ele será apaziguador com Lula”, afirmou o professor de Relações Internacionais da UFF e pesquisador de Harvard Vitelio Brustolin à Globonews.
Trump discursa na ONU em 23 de setembro de 2025
Shannon Stapleton/Reuters

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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