Economia
Dólar inicia o dia em queda com atenção voltada para dados do Brasil e dos EUA
Lula se diz ‘otimista’ sobre possível encontro com Donald Trump
O dólar inicia a sessão desta quinta-feira (25) em queda, recuando 0,10% na abertura, a R$ 5,3224. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
O dia começa com atenção voltada para dados que podem influenciar os mercados no Brasil. Entre os destaques estão o relatório do Banco Central sobre a economia no terceiro trimestre e a prévia da inflação brasileira de setembro. Nos Estados Unidos, a atenção fica com a revisão do PIB do segundo trimestre e da inflação ao consumidor no mesmo período.
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▶️ Antes da abertura do mercado, o Banco Central divulgou o relatório de política monetária do terceiro trimestre, que reduziu de 2,1% para 2% sua estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
▶️ Depois, foi a vez do IBGE publicar a prévia da inflação de setembro, medida pelo IPCA-15. O indicador registrou alta de 0,48% no último mês e, no acumulado dos últimos 12 meses, avançou 5,32%.
▶️ Nos EUA também há um batalhão de indicadores econômicos a serem divulgados, com destaque especial para a revisão do PIB do segundo trimestre e da inflação ao consumidor no mesmo período.
Veja a seguir como esses fatores influenciam o mercado.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
💲Dólar
a
Acumulado da semana: +0,12%;
Acumulado do mês: -1,75%;
Acumulado do ano: -13,80%.
📈Ibovespa
Acumulado da semana: +0,43%;
Acumulado do mês: +3,58%;
Acumulado do ano: +21,79%.
Bolsas globais
Os índices de Wall Street encerraram o dia em queda, com os investidores ainda cautelosos após os comentários de Jerome Powell. Além disso, o mercado aguarda novos dados econômicos dos EUA, que serão divulgados nesta quinta-feira.
O índice Dow Jones recuou 0,37%, alcançando 46.121 pontos. O S&P 500 caiu 0,28%, aos 6.637 pontos, enquanto o Nasdaq, que reúne empresas de tecnologia, teve perdas de 0,34%, chegando a 22.497 pontos.
As bolsas na Europa fecharam mistas, mesmo com o bom desempenho de empresas do setor de defesa. A movimentação foi impulsionada por declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou que a Ucrânia tem condições de recuperar os territórios ocupados pela Rússia.
No fechamento, o STOXX 600 recuou 0,14%, e o CAC 40, em Paris, teve baixa de 0,57%. No Reino Unido, o FTSE 100 avançou 0,29%, enquanto o DAX, da Alemanha, subiu 0,23%.
Por fim, os mercados asiáticos fecharam majoritariamente em alta, com destaque para as bolsas da China e de Hong Kong, que foram impulsionadas por ganhos no setor de tecnologia e por sinais de melhora nas relações comerciais com os EUA.
Na China, o índice de Xangai subiu 0,83%, enquanto o CSI300 avançou 1,02%. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 1,37%. Já em Tóquio, o Nikkei subiu 0,30%.
Por outro lado, o índice Kospi, da Coreia do Sul, caiu 0,40%; o Taiex, de Taiwan, recuou 0,19%; o Straits Times, de Cingapura, perdeu 0,37%; e o S&P/ASX 200, da Austrália, caiu 0,92%.
Dólar
freepik
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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