Política
Presidenciáveis do PSDB participam do 1º debate das prévias do partido
Os jornais “O Globo” e “Valor Econômico” reuniram os candidatos Arthur Virgílio Neto, Eduardo Leite e João Doria. Debate entre os candidatos do PSDB que disputam as prévias presidenciais do partido
Reprodução
O ex-prefeito de Manaus e ex-senador Arthur Virgílio Neto, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o governador de São Paulo, João Doria, participaram nesta terça-feira (19) do primeiro debate das prévias internas do PSDB para escolha do candidato à Presidência da República nas eleições de 2022.
O debate foi organizado pelos jornais “O Globo” e “Valor Econômico” e foi mediado pela jornalista Vera Magalhães. Ao todo, serão realizados três debates para as prévias presidenciais organizados por veículos de comunicação.
As prévias do partido acontecem em 21 de novembro. Cso nenhum candidato tenha a maioria absoluta dos votos, haverá segundo turno em 28 de novembro (veja abaixo como vão funcionar as prévias).
Os pré-candidatos estavam sem máscaras, após testarem negativo para a Covid-19 e ficaram separados por telas de acrílico.
O debate foi dividido em quatro blocos:
No primeiro bloco, foram duas rodadas de perguntas entre os pré-candidatos com tema livre. Cada candidato realizou duas perguntas e também respondeu duas vezes;
No segundo bloco, os candidatos responderam perguntas feitas por seis jornalistas com temas escolhidos pelos profissionais da imprensa;
No terceiro bloco, também foram realizadas duas rodadas de perguntas feitas por seis jornalistas com tema escolhido pelo próprio jornalista;
O quarto bloco teve duas rodadas de perguntas entre os pré-candidatos definidos por ordem de sorteio, com direito a réplica e tréplica.
Primeiro bloco
No primeiro bloco, os candidatos falaram sobre planos de proteção às mulheres vulneráveis, desenvolvimento sustentável da Amazônia, união entre os filiados do partido, apoio dos candidatos ao presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2018, recessão econômica, política de enfrentamento às desigualdades sociais, políticas internacionais e reformas econômicas.
Segundo bloco
Após os questionamentos feitos pelos jornalistas foram citados temas como: a emenda orçamentária, vacinação contra a Covid-19, manutenção do benefício fiscal na Zona Franca de Manaus, apoio do deputado Aécio Neves ao candidato Eduardo Leite, polarização política e crise fiscal.
Terceiro bloco
No terceiro bloco, os candidatos foram questionados por jornalistas sobre temas como unidade do PSDB, isenção fiscal para a Zona Franca de Manaus, voto impresso e reeleição, Amazônia, distorções do sistema político brasileiro e apoio a Bolsonaro nas eleições de 2018.
Quarto bloco
No quarto bloco, os questionamentos dos jornalistas foram sobre novamente sobre reeleição, escolas em tempo integral, teto de gastos, segurança pública e democracia.
Considerações finais
Arthur Virgílio Neto
“Nós temos uma chance de ouro de sedimentar a unidade desse partido, então meu apelo é pelo fim do ciúmes. A gente tem ciúmes, é normal, mas vamos acabar com isso, de verdade, vamos nos dedicar com amor, com fé, esse país merece ter sua democracia consolidada, esse país merece ter o seu desenvolvimento consolidado também. Esse país merece a gente, merece a vida e merece a morte da gente. É preciso termos essa convicção, eu tenho. Me perdoem se eu me emociono, geralmente quando eu brigo quem chora é o outro. Quando estou emocionado, sou eu a chorar. Isso é uma coisa que eu sei que o Brasil já passou, eu sei a chance que o Brasil está perdendo, o Brasil é um país que está envelhecendo sem se desenvolver, tem forças que não permitem que o Brasil se desenvolva. Então, a Áustria é um país de velhos, mas é um país rico, ela se sustenta muito bem assim. O Brasil, não. O Brasil é um país que está envelhecendo sem enriquecer e não falta riqueza em torno da gente. Inclusive eu creio muito naquela maldição de que o país que tem recursos naturais demais, ele tende a ficar pra trás. O Japão não tem recursos naturais nenhum e o Japão é a potência tecnológica e até a potência social que é, enquanto que o Brasil é o eterno país do futuro. Fiquei velho e, puxa, o Brasil continua o país do futuro. E agora até sem futuro, um país sem expectativa, sem esperanças, um país cujo o povo perdeu o brilho nos olhos, um país cuja as mulheres não são respeitadas, o feminicídio está aí. Um país cujo os homens acham que não tem muito o que fazer.”
Eduardo Leite
“É claro que a gente tem estilos diferentes, formas diferentes de fazer política, mas a gente tem algo que nos une que é muito maior, que é o sentimento que o país precisa sair desta insensatez, dessa tentativa de destruir uns aos outros. Não estou dizendo que a gente vai fazer uma união, que todo mundo vai pensar igual, não é isso, não tenho essa ilusão, não sou ingênuo, mas eu tenho certeza que dá pra fazer política buscando conciliação, respeitando quem pensa diferente. É claro que a democracia é um valor inarredável, mas eu invoco aqui novamente, Mário Covas lá em 89 dizia: ‘Ou a gente combate a desigualdade e gera crescimento econômico e distribuição de renda junto ou nós vamos ver os fantasmas que assombram a democracia a todo tempo nos assombrando’. Então, a ecomonia é importante, mas não somente a economia de um crescimento econômico distante, mas aquela que vai colocar comida na mesa das pessoas, que vai ter a inflação sobre controle e que vai novamente oferecer perspectiva de futuro onde metade dos jovens brasileiros se pudessem iriam embora do Brasil. Então, de fato, depois a gente vê escândalos de corrupção, onde roubaram muito do dinheiro público. Hoje, além de continuarmos vendo escândalos, a gente vê roubarem nosso futuro como falou o Arthur [Virgílio]. Eu não aceito que roubem o nosso futuro. Eu tô aqui sim com a experiência que tenho, mas representando em alguma medida uma nova geração que não quer desistir desse país, quer fazer com que ele dê certo, pra que deixe de ser o país do futuro para ser o país de realidade, de verdade, um país que se coloque no centro do mundo com toda a sua potência, uma potência agroambiental, uma potência com mais igualdade pra todos.”
João Doria
“Eu sou filho de um nordestino que chegou pobre em São Paulo e conseguiu com trabalho, com dedicação, com honestidade, construir a sua vida, a sua trajetória. Ele foi pra política, perdeu o seu mandato porque defendeu o Brasil, defendeu a democracia, defendeu a unidade. Ele me inspira como minha mãe. O respeito que tenho pelas mulheres, pelas políticas públicas que fazemos em São Paulo devo muito a minha mãe, que já não está mais aqui, porque como guerreira, mesmo na ausência do meu pai soube nos educar [filhos], soube nos dar o caminho e a luz da honestidade, da decência e do trabalho. Comecei a minha vida, Eduardo [Leite] você sabe e Arthur [Virgílio] como office boy aos 13 anos porque precisava ajudar a minha mãe com o meu trabalho para que ela pudesse nos sustentar. Aprendi na dificuldade, a razão da grandeza, do esforço, da dedicação. E é isso que eu tenho feito na vida pública, eu tenho 5 anos e meio apenas de vida pública, respeito a política, mas quero ter sempre a sintonia com o privado, a sintonia com um governo liberal, que é o que temos feito com o governo do estado como fizemos na prefeitura ao lado do saudoso Bruno Covas. E é isso que eu desejo para o Brasil, um governo que respeite as pessoas, que respeite a liberdade, que tenha prioridade na educação, na saúde, no desenvolvimento econômico, na geração de empregos e na oportunidade da redução da pobreza. Viva o Brasil, minha gente! Temos esperança, há perspectiva para o Brasil, nós estamos dando um exemplo disso aqui, de civilidade, do debate construtivo pelo Brasil, o mesmo que faremos com outros partidos após o término das prévias do PSDB. Minha gente, vamos ter esperança, o Brasil tem solução, o Brasil tem caminhos sim, nós estamos dando exemplos disso aqui.”
Como funcionam as prévias
As prévias do PSDB serão realizadas em 21 de novembro. Se nenhum candidato obtiver a maioria absoluta dos votos válidos, haverá segundo turno em 28 de novembro.
Podem participar das prévias todos os filiados ao PSDB filiados até 31 de maio.
A votação será presencial para prefeitos e vice-prefeitos; deputados estaduais e distritais; governadores, vice-governadores, ex-presidentes e o atual presidente da Comissão Executiva Nacional do PSDB, senadores da República e deputados federais.
Já para os demais filiados, inclusive vereadores, poderão votar pelo aplicativo PSDB Prévias. É preciso fazer o cadastramento no sistema eleitoral eletrônico fornecido pelo PSDB e se habilitar para votar.
O peso dos votos varia de acordo com a categoria dos votantes, que são divididos em quatro grupos:
Grupo 1: Filiados
Grupo 2: Prefeitos e Vice-Prefeitos
Grupo 3: Vereadores, Deputados Estaduais e Distritais – neste grupo, deputados representam 50% do peso total do grupo e vereadores, os outros 50%.
Grupo 4: Governadores, Vice-Governadores, Ex-Presidentes e o atual Presidente da Comissão Executiva Nacional do PSDB, Senadores da República e Deputados Federais.
Nos grupos 1, 2 e 4 primeiros grupos, os votos são divididos pelo total de eleitores do grupo e multiplicados por 0,25. No grupo 3, por 0,125.
O resultado final é a soma do resultado de cada grupo.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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