Política
Em entrevista ao g1, Rodrigo Neves fala sobre combate à fome e frentes de trabalho
Pedetista abriu, nesta segunda-feira (22), série de entrevistas comandadas por Edimilson Ávila, apresentador do podcast ‘Desenrola, Rio’, com candidatos ao governo do estado. Conversa foi transmitida ao vivo direto do estúdio do g1, no Rio de Janeiro. Edimilson Ávila entrevista Rodrigo Neves, candidato do PDT ao governo do estado do Rio
Começou nesta segunda-feira (22) a série de entrevistas do podcast Desenrola, Rio com candidatos ao governo do estado do RJ. Ao vivo, Edimilson Ávila conversou com Rodrigo Neves (PDT).
Veja acima a íntegra da conversa ou ouça abaixo o podcast.
Neves falou sobre o combate à fome e o desemprego no estado. Ele prometeu pagar uma renda mínima de R$ 500 para cerca de 800 mil famílias e criar frentes de trabalho para saneamento e educação. O pedetista também rebateu denúncias sobre sua administração.
Os próximos entrevistados da série serão Marcelo Freixo (PSB), na terça (23), e Cláudio Castro (PL) na quarta (24), sempre às 14h.
Neves, Freixo e Castro tiveram 5% ou mais na pesquisa Ipec de 15 de agosto. A ordem das entrevistas foi definida em sorteio.
Os outros seis candidatos terão entrevistas de 20 minutos, gravadas sem corte, exibidas entre 29 de agosto e 5 de setembro, também às 14h.
Rodrigo Neves, candidato do PDT ao governo do RJ, dá entrevista ao g1
Marcos Serra Lima/g1
Veja trechos da entrevista com Neves
Frentes de trabalho
Rodrigo Neves (PDT) responde a pergunta sobre emprego
“A nossa projeção é criar 150 mil empregos com esse programa de frente de trabalho nos dois primeiros anos de governo.”
Segundo o pedetista, essas frentes de trabalho vão construir 100 mil casas populares, vão levar água e esgoto tratado e vão recuperar escolas e hospitais abandonados.
Combate à fome
Rodrigo Neves (PDT) responde a pergunta sobre renda
Neves destacou que “três milhões de pessoas passando fome hoje no Rio” e propôs um programa de renda básica de R$ 500 por lar , “associado ao cartão de vacinação e à escola” para “todas as famílias em extrema pobreza”.
“São 3 milhões de pessoas, 800 mil. Nós estamos falando de R$ 3 bilhões por ano de investimento”, afirmou.
“O compromisso que eu assumi e que eu assumo aqui diante de cada um de vocês, é que no meu governo, a partir de janeiro de 2023, nós não vamos deixar nenhum carioca, nenhum fluminense em situação de fome, de pobreza”, prometeu.
Neves citou o Sistema Único de Assistência Social (Suas). “Vai ser feito em parceria com as prefeituras, independentemente de coloração partidária e ideológica. Nós vamos chegar a essas famílias dos 3 milhões de pessoas que estão em situação de pobreza extrema e de fome”, disse.
“A fome é uma decisão política. Governar é tomar decisões políticas”, destacou.
Previsão de royalties
O ex-prefeito de Niterói disse contar com o dinheiro dos royalties do pré-sal previstos para 2023.
“O Rio hoje produz 2,7 bilhões dos 3,7 bilhões barris de petróleo que são produzidos no Brasil. Nós vamos ter a partir de 2023 uma nova janela de oportunidade durante 10 anos, com um aumento substantivo, já previsto e já concedido, dos campos do pré-sal”, afirmou.
Segundo Neves, o RJ vai saltar de R$ 11 bilhões de receita de royalties em 2021 para “R$ 26 bilhões a partir de 2023”. “Não é possível que o quinto maior produtor de petróleo do mundo conviva com 3 milhões de pessoas passando fome”, disse.
Rodrigo Neves dá entrevista
Marcos Serra Lima/g1
Modernização da arrecadação
O pedetista falou ainda sobre sua proposta de modernizar a arrecadação fluminense.
“Nesses quatro ou cinco anos de governo Wilson Witzel-Cláudio Castro, a receita própria do estado continuou em R$ 60 bilhões por ano, apesar de a gente ter ficado no Programa de Recuperação Fiscal”, frisou. “Não houve uma mudança do modelo de gestão e nenhum investimento no incremento da atividade econômica.”
“Então, da mesma forma que eu fiz na Prefeitura de Niterói, nós vamos investir pesado na modernização da Secretaria de Receita, na Secretaria de Fazenda”, prometeu.
“Não é possível, até hoje, as barreiras fiscais do governo do estado serem comandadas pela Secretaria de Governo politicamente, quando deveria ter sido, há muito, comandada pela Fazenda. O que está acontecendo nessas barreiras fiscais? Eu não sei. O fato é que a receita própria não ampliou porque não se fez uma política de receita do estado sem aumentar imposto”, detalhou.
“Por outro lado, nem se estruturou uma estratégia de desenvolvimento econômico. Nós temos um plano para além desse plano emergencial de frente de trabalho e de renda básica, que vai recuperar o Rio o complexo industrial de óleo de gás, o complexo industrial e de serviços do sistema de defesa e o complexo industrial e de serviço de saúde”, disse.
‘Metrô para os mais pobres’
Rodrigo Neves (PDT) responde a pergunta sobre transportes
Rodrigo Neves prometeu que, se eleito, vai iniciar já no primeiro mandato a obra da Linha 3 do metrô, ligando Itaboraí, São Gonçalo e Niterói ao Centro do Rio.
“Fizeram a Linha 4, que atende 30 mil a 40 mil pessoas, e não fizeram metrô dos mais pobres”, criticou.
“Não é possível o morador de Itaboraí e de São Gonçalo levar quatro horas na Niterói-Manilha e na Ponte para chegar ao Centro do Rio. Então, nós vamos fazer a Linha 3 do metrô, que estava prevista para ser feita antes da Linha 4. Não houve compromisso popular e social de fazer o metrô para os mais pobres”, afirmou.
O pedetista disse acreditar que o custo de implantação da Linha 3 foi reduzido graças ao “boom dos metrôs no mundo todo”.
“A China expandiu em milhares de quilômetros a sua rede de metrô. Você tem uma redução do custo desse tipo de obra no mercado internacional”, explicou.
Neves falou que terá de fazer “uma concessão internacional”, “até porque as empresas de construção civil do Brasil, depois da Lava Jato, foram destruídas”.
“Esse projeto é bastante viável e cabe dentro do planejamento e do orçamento do estado”, declarou.
“Eu vou tirar do papel a Linha 3 do metrô, porque esse metrô vai atender aos mais pobres.”
Rodrigo Neves, candidato do PDT ao governo do RJ, dá entrevista ao g1
Marcos Serra Lima/g1
Encampação da Supervia
Neves disse também poder encampar, “pelo diálogo”, concessões como a Supervia e a CCR Barcas.
“Houve uma precarização da situação do transporte. As barcas, que transportavam 150 mil passageiros, hoje transportam 15 mil. O trem, que já transportou 800 mil pessoas, hoje transporta aí 300 mil, 400 mil. E o metrô não transporta mais do que 500 mil”, detalhou.
“O RJ é o estado mais ‘metropolizado’ do Brasil. São 12 milhões de pessoas vivendo em 20% do território — 80% da população em 20%. O que a gente precisa é romper com os interesses poderosos no Rio e investir em trilhos”, disse.
“Não é possível o morador lá de Campo Grande, lá de Santa Cruz, levar três horas para chegar ao Centro do Rio e três horas para voltar. As pessoas sofrem com estações sem banheiro, sem acessibilidade. O governo é incapaz de garantir a segurança das estações. As pessoas vão para a estação e não tem trem porque roubaram a fiação”, criticou.
“Nós vamos então melhorar a mobilidade, porque mobilidade, transporte, é qualidade de vida para as pessoas”, destacou. “As pessoas vão deixar de perder quatro horas por dia igual a sardinha em lata dentro do trem e dos ônibus para ter um tratamento digno no meu governo.”
A ideia de Neves é “rapidamente retomar os trens expressos, que foram suspensos desde a pandemia” e “impor um choque de gestão nas concessões do Rio”.
“Se for necessário, encampar provisoriamente algumas dessas concessões para corrigir essas distorções, como é o caso da Supervia”, falou. “Claro que nós vamos fazer pelo diálogo”, ressaltou.
“As barcas? A mesma situação de muita instabilidade e desequilíbrio. A estação do catamarã de Niterói foi abandonada pelo governo Cláudio Castro. O Cláudio Castro abandonou o sistema de barcas”, criticou.
Três secretarias para a segurança
Rodrigo Neves (PDT) responde a pergunta sobre segurança pública
Durante o encontro, o candidato afirmou que vai recriar a Secretaria de Segurança Pública, órgão extinto em 2019, pelo então governador Wilson Witzel. Rodrigo Neves também disse que não vai acabar com as secretarias de Polícia Militar; e de Polícia Civil.
Além das três pastas, o pedetista pretende criar o Gabinete Integrado de Segurança, estrutura que seria coordenada pelo próprio governador.
“O Cabral fez a Secretaria de Segurança e tirou autonomia das polícias militar e civil. Entrou em crise. O Witzel tirou a Secretaria de Segurança e criou a Secretaria de Polícia Civil e a Secretaria de Polícia Militar. Também não deu certo porque você não tem um órgão no estado que faça uma ligação com os órgãos federais e as prefeituras, que estabeleça as metas da segurança pública”.
O candidato do PDT afirmou que as polícias civil e militar vão ter autonomia; contudo, a decisão estratégica será dele como governador.
“A Polícia Militar e a Polícia Civil com total autonomia administrativa, financeira e institucional (…) Não dá mais para a gente fazer a política de ‘tiro na cabecinha’, que é essa tragédia. Também não vai ter a mão na cabeça de criminoso”, comentou.
Questionado sobre as operações em favelas, Neves disse que é a favor das ações, em determinados casos. Contudo, o candidato admitiu que essa não é a melhor estratégia de prevenção a violência.
“Em alguns casos é claro que tem que ter operação (em comunidades). Agora essa não é a melhor estratégia de prevenção a violência urbana. Você tem que ter uma estratégia que hoje não tem”, completou.
Outra promessa de campanha de Rodrigo Neves é implantar Centros Integrados de Segurança Pública em cidades estratégicas do estado. O objetivo é monitorar os problemas de cada região e organizar respostas mais eficientes com a integração dos envolvidos, como forças de segurança e prefeituras.
A prisão em 2018
Rodrigo Neves (PDT) responde a pergunta sobre denúncias em suas administrações
Rodrigo Neves se defendeu da operação que o prendeu em 2018, durante seu mandato.
“Eu fui sequestrado, a prisão foi ilegal”, disse.
“Eu nunca fui ouvido. Com base numa falsa delação de uma pessoa de Resende que não era de Niterói nem prestava serviços à prefeitura, uma falsa delação premiada, se tentou tomar de assalto a prefeitura”, afirmou.
“Como eu não tinha vice-prefeito, omitiram dados do Coaf, da quebra dos meus sigilos, que mostravam que a minha vida era uma vida simples. Omitiram informações do próprio Ministério Público Federal, dizendo que aquela falsa delação premiada não tinha nenhum elemento de corroboração e, ao mesmo tempo mentiram dizendo que a minha esposa era dona de uma empresa de ambulância”, detalhou.
“Depois de algumas semanas, o Tribunal de Justiça declarou ilegal aquela prisão, arquivando aquilo que tinha ensejado aquela ação ilegal, infame e arbitrária que eu sofri por uma decisão monocrática. E eu retornei à prefeitura e saí com mais de 80% de aprovação”, emendou.
Sobre a ação criminal que ainda corre, Neves disse que o Ministério Público declarou que “a inicial dessa ação é inepta” — “ou seja, não tem nenhum fundamento”.
Educação
Rodrigo Neves (PDT) responde a pergunta sobre educação
O candidato prometeu dobrar o investimento no ensino técnico profissionalizante.
“Se você hoje observar que quem tem acesso à educação e ao ensino técnico já está sofrendo, já está difícil agora, para o jovem das famílias mais pobres, que não têm acesso ao ensino técnico e a uma boa escola está praticamente impossível entrar no mercado de trabalho”, comparou.
Neves também disse que pretende dobrar, já no primeiro ano de governo, o número de jovens no ensino médio em horário integral, de 7% para 14%.
“Nós não podemos ter hoje 6% apenas dos jovens no ensino médio em horário integral. Nós temos que ir ampliando de maneira gradual”, emendou.
Neves também prometeu reativar todos os Cieps e as Faetecs.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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