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Política

João Roma propõe redução de impostos, zerar fila da regulação, criação do Auxílio Bahia e educação cívico-militar

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Na estreia da série de entrevistas do podcast Eu Te Explico com candidatos ao governo da Bahia, candidato do PL disse que, se eleito, vai priorizar educação em tempo integral e combater facções. G1 Eleições: Entrevista com João Roma
O candidato do PL ao governo da Bahia, João Roma, afirmou, nesta segunda-feira (22), que se eleito, irá reduzir os impostos estaduais, criar um programa de transferência de renda local, o Auxílio Bahia, além de zerar a fila da regulação da saúde e foco na educação em tempo integral e cívico-militar. Ele garantiu ainda que fará ações nos primeiros 100 dias de governo.
João Roma deu as declarações em entrevista ao Podcast Eu Te Explico, transmitida ao vivo diretamente do estúdio da Central de Eleições da Rede Bahia. Foi a primeira de uma série de entrevistas com candidatos ao Palácio de Ondina.
SABATINA: Confira como foi a entrevista
VÍDEO: Veja perguntas e respostas da entrevista
PLANO DE GOVERNO: João Roma (PL)
Eu Te Explico #71: especialistas analisam cenário eleitoral na Bahia
João Roma diz que pretende ser governador da Bahia “para poder diminuir impostos e que cada baiano possa, de fato, melhorar de vida”, disse.
Ele ainda disse que o que se percebe na Bahia são práticas do século passado, como o “empreguismo, o toma lá dá cá, da perseguição”. Roma defendeu ainda a integração entre o estado e o governo federal do presidente Jair Bolsonaro.
João Roma foi o primeiro candidato a participar da série de entrevistas do g1 Bahia
Divulgação
Candidato pelo PL ao governo da Bahia, João Roma diz que, caso assuma o estado vai “diminuir os impostos e a burocracia que atrapalha a vida do cidadão”. Aliado do presidente Jair Bolsonaro, João Roma disse que “dói no coração ver o Brasil avançando e a Bahia patinando”.
Além de redução de impostos, Roma prometeu mudanças imediatas, caso chegue ao Palácio de Ondina, como o combate a facções criminosas e mudança na regulação da saúde nos primeiros 100 dias de governo. Ele ainda prometeu a criação do Auxílio Bahia, programa de assistência em moldes semelhantes ao Auxílio Brasil. O benefício estadual seria um complemento do programa federal no valor de R$ 200.
João Roma, candidato pelo PL, é entrevistado nesta segunda-feira
g1
Roma disse ainda que “existem muitas relações estabelecidas” na busca de uma grande empresa que poderá ocupar a área onde funcionava a fábrica da Ford, fechada em 2020, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.
“Isso vai se dar com o estado indo atrás desses parceiros e não virando as costas. O que precisa ser feito é buscar uma política integral e não essa político de desenvolvimento transversal que está instalada no estado da Bahia. O nome disse é transferir responsabilidade”.
Entrevista com João Roma
Reprodução
Série de entrevistas
A entrevista com João Roma é a primeira de uma série organizada pela Central de Eleições da Rede Bahia. A entrevista foi transmitida ao vivo pelo g1 na manhã desta segunda-feira (22) e será publicada na íntegra como episódio especial do Eu Te Explico.
Na terça-feira (23), ACM Neto (União Brasil) será o entrevistado, também às 9h; Jerônimo Rodrigues (PT) será o entrevistado na quarta-feira (24), enquanto Kleber Rosa (PSOL) será o convidado do Eu Te Explico especial de quinta (25), Giovani Damico (PCB) na sexta (26) e Marcelo Millet (PCO) no sábado (27).
Os seis candidatos ao governo do estado vão ser sabatinados, por quatro jornalistas dos veículos da Rede Bahia: Fernando Sodake (apresentador da TV Bahia), Valma Silva (editora do g1 Bahia), Danutta Rodrigues (coordenadora de conteúdo do núcleo Ibahia-rádios) e Emmerson José (editor-chefe da central de radiojornalismo).
O encontro vai permitir ao público conhecer e se aprofundar nas propostas dos candidatos que disputam o cargo máximo do Executivo estadual em 2022. A ordem de entrevistas foi definida em reunião com representantes das candidaturas.
O que você precisa saber:
SABATINA: Confira como foi a entrevista
VÍDEO: Veja perguntas e respostas da entrevista
PLANO DE GOVERNO: João Roma (PL)
Eu Te Explico #71: especialistas analisam cenário eleitoral na Bahia
Redução de impostos
Candidato João Roma responde o porque quer ser o governador da Bahia
“Quero ser governador do estado da Bahia para diminuir os impostos, atrair investimentos e melhorar a vida de cada cidadão. É fundamental que a gente enxergue e é chegado o momento de a Bahia caminhar de mãos dadas com o Brasil. Eu quero ser governador para libertar a Bahia dessas práticas atrasadas”.
Educação
Candidato João Roma responde pergunta sobre criação de escolas cívico-militares
Roma defendeu a criação das escolas cívico-militares no estado, e disse que o governo da Bahia ignorou a iniciativa do governo federal. No entanto, apesar de críticas do governo Rui Costa à proposta de modelo de escolas cívicos-militares de Bolsonaro, a Bahia tem um regime próprio de educação cívico-militar com a parceira da PM com prefeituras. O estado ainda tem 18 escolas militares funcionando na Bahia.
“Atualmente falta professor em sala de aula e quando tem ele está desestimulado. O Governo do Estado trata os servidores como adversários ou meramente como uma despesa no final do mês. Nós vamos também estimular a criação das escolas cívico-militares que têm sido um sucesso em todo o Brasil. E o governo da Bahia simplesmente virou as costas para iniciativas positivas como essa”, disse João Roma.
Veja mais notícias do estado no g1 Bahia.
Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻
Ouça o podcast ‘Eu te explico’

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
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O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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