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Política

CPI: relatório mostra atuação de Bolsonaro, gabinete paralelo e Prevent Senior para defender tratamento ineficaz contra Covid

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Minuta do parecer final atribui crimes sobre esse tema a Bolsonaro, Pazuello, Mayra Pinheiro, Nise Yamaguchi e Osmar Terra, entre outros. Citados seguiram divulgando medicamentos, mesmo após ciência provar que substâncias não surtiam efeito. Minuta do relatório da CPI conclui que Bolsonaro e gabinete paralelo estimularam uso de remédios ineficazes contra Covid
A minuta do relatório final da CPI da Covid, distribuída a senadores pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL) nesta terça-feira (19), descreve a atuação de várias autoridades e pessoas influentes junto ao governo federal para defender a disseminação de tratamentos ineficazes contra o coronavírus.
O documento aponta que o presidente Jair Bolsonaro começou a defender publicamente a cloroquina no dia 21 de março de 2020 – dois dias após o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também defender a mesma medicação.
“E assim, o tratamento precoce acabou por adquirir, principalmente no Brasil, um sentido ideológico. O principal responsável por isso foi o próprio Presidente da República, notório divulgador do tratamento precoce”, afirma o relatório.
Desde março de 2020, diversos estudos comprovaram que a cloroquina não é eficaz para o tratamento da Covid. Mesmo assim, Bolsonaro continuou a propagandear o medicamento, citado por ele até no discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) – há menos de um mês.
“Apoiamos a autonomia do médico na busca do tratamento precoce, seguindo recomendação do nosso Conselho Federal de Medicina. Eu mesmo fui um desses que fez tratamento inicial”, afirmou.
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O gabinete paralelo
O relatório da CPI da Covid relata que o comportamento de Jair Bolsonaro gerou conflitos no próprio governo. Dois ministros da Saúde contrários ao uso da cloroquina caíram: Henrique Mandetta e Nelson Teich.
O cenário abriu espaço para a existência de um gabinete paralelo – um grupo de médicos defensores de tratamentos ineficazes contra a Covid e que passaram a assessorar o presidente da República nos assuntos da pandemia.
Registros obtidos pela CPI apontaram a médica oncologista Nise Yamaguchi e o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) como membros desse gabinete. Ambos negaram a existência de um “gabinete” à CPI, mas confirmaram que davam uma assessoria informal ao presidente.
Uma das teses defendidas pelo grupo era o incentivo à “imunidade de rebanho” a partir da contaminação dos brasileiros com o vírus. Osmar Terra, segundo o relatório da CPI, era um dos principais entusiastas da ideia.
“A ideia era dispensar a adoção de medidas não farmacológicas que contribuíssem para evitar a contaminação, sobretudo o distanciamento social e o uso de máscaras, e com isso favorecer a propagação do novo coronavírus”, diz a minuta de relatório.
Pazuello e Mayra Pinheiro
O apoio à adoção de tratamentos e estratégias ineficazes também existiu dentro do próprio Ministério da Saúde. Sucessor de Mandetta e Teich, o ex-ministro Eduardo Pazuello também estimulou o uso dos medicamentos sem comprovação científica, apoiado pela secretário de Gestão do Trabalho, Mayra Pinheiro.
Em depoimento à CPI, Pazuello negou que tenha recebido ordens de Bolsonaro para recomendar o tratamento ineficaz. A comissão, no entanto, elencou falas do ex-ministro defendendo esses medicamentos nas redes sociais:
“O tratamento precoce é preconizado pelos Conselhos Federais, Conselhos Regionais, orientado pelo Ministério da Saúde. Se mostrou eficaz em todas as cidades e estados do Brasil. O diagnóstico clínico e o tratamento o mais rápido possível a partir do diagnóstico do médico e esses medicamentos têm que estar disponíveis na rede pública para que todos os brasileiros possam receber e iniciar o seu tratamento”, disse Pazuello. Essas declarações não condizem com a realidade.
Para a comissão, o objetivo do governo era não só reduzir os prejuízos econômicos com as medidas sanitárias na pandemia, mas também atingir a chamada “imunidade de rebanho”.
O termo designa o estágio no qual a maior parte dos cidadãos já conseguiu desenvolver imunidade e, por isso, o vírus perde boa parte da sua capacidade de circular e fazer novas vítimas. O consenso científico é de que a melhor forma de chegar a esse estágio é com a vacinação – e não, com o contágio desenfreado.
De acordo com os documentos da CPI, as compras de hidroxicloroquina pelo Fundo Nacional de Saúde somaram R$ 30.654.670 em 2020.
Prevent Senior
A minuta de relatório da CPI da Covid também aponta uma “convergência de interesses” no uso de medicamentos ineficazes entre o governo federal e a operadora de planos de saúde Prevent Senior. O escândalo envolvendo a empresa ocupa quase cem páginas do documento.
A Prevent Senior foi responsável por um estudo para testar essas substâncias ineficazes, divulgado e enaltecido pelo presidente Jair Bolsonaro como exemplo de sucesso durante a pandemia.
O estudo foi suspenso pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) alguns dias após o início. Em depoimento à CPI, o diretor da Prevent, Pedro Benedito Batista Junior, chegou a negar a existência do estudo.
“Na cidade de São Paulo, a rede Prevent Senior via-se sob enorme pressão, inclusive do Ministério Público, em razão das muitas mortes que ocorriam em seus hospitais. Em Brasília, […] um presidente da República estava mais interessado no seu futuro político do que no Brasil. Apegava-se à ideia de que quaisquer medidas restritivas poderiam causar danos sérios a imagem de seu governo. Sabotava o seu próprio Ministro da Saúde”, diz o relatório preliminar da CPI.
Também em depoimento à CPI, a advogada Bruna Morato afirmou que a Prevent estava sob pressão em razão da alta mortalidade de seus pacientes – e que, por isso, teria buscado aliados no alto escalão do governo. Bruna representa 12 médicos que elaboraram um dossiê contra a operadora de planos de saúde.
“Uma vez realizado esse pacto, ou aliança, entre esse conjunto de assessores que depois foram denominados por esta Comissão Parlamentar como sendo o gabinete paralelo, mas que, na época, eram apenas os assessores, é que após esse contato lhe foi transferida certa segurança. Então, a Prevent Senior tinha segurança de que ela não sofreria fiscalização do Ministério da Saúde ou de outros órgãos vinculados ao Ministério da Saúde”, diz Bruna em trecho transcrito no relatório da CPI.
A Prevent Senior é acusada, ainda, de entregar “Kits Covid” para pacientes – compostos por uma série de medicamentos ineficazes. “Abundam evidências que a empresa passou a experimentar os variados medicamentos e tratamentos em seus pacientes, em um frenesi incontrolável de pseudociência”, diz o relatório.
O texto que será votado pela CPI da Covid ressalta ainda uma “confissão” de Pedro Benedito, diretor da Prevent. Ele admitiu à comissão que a empresa retirava do prontuário dos pacientes o código que indicava a Covid, passados alguns dias de internação.
“Uma consequência óbvia a respeito da alteração fraudulenta da CID é a responsabilidade criminal. O senhor Pedro Benedito surpreendentemente ou nem tanto assim imputou a cada médico as consequências da alteração da CID. Em suma, determinou explicitamente que outros médicos cometessem uma infração, mesmo que a determinação tenha partido da direção da empresa”, diz o texto.
No relatório, o senador Renan Calheiros afirma que a Prevent Senior fez “parte do pacto, da associação sinistra na cúpula do governo brasileiro que, sob o lema ‘o Brasil não pode parar’, resultou na morte de milhares de brasileiros.”
“As evidências contra a Prevent Senior gritam: práticas incompatíveis com quaisquer padrões éticos acabaram por se tornar a regra”, segue o texto.
Indiciamentos
Para a CPI da Covid, a forma de agir do presidente Jair Bolsonaro, ao estimular a aglomeração e o desrespeito às medidas sanitárias e até a invasão de hospitais, é, por si só, uma infração penal de incitação ao crime.
“Ao adotar e insistir no tratamento precoce como praticamente a única política de governo para o combate à pandemia, inclusive em detrimento da vacinação, Jair Bolsonaro colaborou fortemente para a propagação da covid-19 em território brasileiro e, assim, mostrou-se o responsável principal pelos erros cometidos pelo governo federal durante a pandemia da covid-19”, diz o relatório.
A minuta de parecer final da CPI pede os indiciamentos, entre outros:
da médica Nise Yamaguchi, por epidemia culposa que resultou em morte;
do deputado federal Osmar Terra, por epidemia culposa que resultou em morte e incitação ao crime;
e dos donos da Prevent Senior, Fernando Parrillo e Eduardo Parrillo, e do diretor Pedro Benedito Batista Junior, por perigo para a vida ou saúde, omissão de notificação de doença, falsidade ideológica e crime contra a humanidade.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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