Economia
Trump responde a fazendeiros dos EUA, cita Brasil e diz que tarifaço salvou produtores
Donald Trump em pronunciamento na Casa Branca, em 15 de outubro de 2025
ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu às críticas de pecuaristas americanos e disse que eles estão em uma boa condição econômica graças ao tarifaço imposto ao Brasil e outros países.
“Os pecuaristas, que eu amo, não entendem que a única razão pela qual estão indo bem, pela primeira vez em décadas, é porque eu impus tarifas sobre o gado que entra nos EUA, incluindo uma tarifa de 50% sobre o Brasil”, disse Trump em sua rede social.
“Se não fosse por mim, eles estariam fazendo exatamente o que têm feito nos últimos 20 anos. Terrível! Seria bom se eles entendessem isso, mas eles também precisam baixar os preços, porque o consumidor também é um fator muito importante na minha opinião”, completou.
Fazendeiros americanos criticaram Trump na segunda-feira (20) após o presidente americano sugerir que o país importe mais carne bovina da Argentina.
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Trump disse no domingo (19) que cogita adotar a medida para reduzir os preços da carne bovina nos EUA, que atingiram níveis recordes.
Os produtores viram o comentário como uma ameaça em um momento em que lucram com os preços altíssimos do gado e com a forte demanda de consumidores americanos.
Segundo economistas, o aumento das importações da Argentina não será suficiente para reduzir os preços da carne bovina nos EUA, mas poderá desencorajar produtores americanos a expandir seus rebanhos.
Os estoques de gado dos EUA em janeiro caíram para o nível mais baixo em quase 75 anos, depois que os fazendeiros reduziram seus rebanhos devido a uma seca de anos que queimou as terras de pastagem e aumentou os custos de alimentação.
O fornecimento se tornou ainda mais restrito porque os EUA, desde maio, suspenderam a maior parte das importações de gado mexicano em meio a preocupações com a disseminação para o norte da bicheira-do-Novo-Mundo, uma praga carnívora que infesta o gado.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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