Economia
MAPA: Veja quantos vivem em união conjugal em sua cidade
Mais de 90 milhões de brasileiros — 51% da população — vivem em algum tipo de união conjugal, segundo dados preliminares do Censo 2022 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (5). Em 2010, eram 81 milhões, cerca de 50% da população.
Os demais:
85,7 milhões não estão em união (49%) — em 2010, eram 80,9 milhões (50%).
Dentre estes:
53 milhões nunca moraram com cônjuge ou companheiro (30%) — em 2010, eram 57,2 milhões (35%).
32,6 milhões são separados, viúvos ou divorciados (19%) — em 2010, eram 23,6 milhões (15%).
🔎 O termo cônjuge é utilizado pelo IBGE para identificar a pessoa que mantém uma união com outra — seja no casamento civil, religioso ou em união estável, e também independentemente de formalização, mas com moradia conjunta.
Entre as cidades, o IBGE destaca:
Nova Candelária (RS) é o município brasileiro com o maior percentual de pessoas que vivem em união conjugal, são 72%;
Balbinos (SP) lidera o ranking de cidades com mais pessoas que não têm união conjugal (81%), especialmente entre quem já teve e hoje são separados, viúvos ou divorciados (50%);
Pracinha (SP) tem o maior percentual de pessoas que nunca viveram em união conjugal (49%).
🔎 O IBGE classifica pessoas que viviam em união, que não viviam em união e que nunca viveram em união conjugal. Entre as que viviam, estão aquelas que declararam estar casadas, em união estável ou convivendo com parceiro, seja em registro civil, religioso ou de forma consensual. Já os que não viviam em união, estão aqueles que não viviam, mas já viveram em união — ou seja, separados, viúvos ou divorciados — aparecem agrupados nessa categoria, e o grupo de pessoas que nunca viveram em união corresponde aos que nunca moraram em companhia de cônjuge ou companheiro(a).
Veja no mapa abaixo o percentual de pessoas em união conjugal, não estavam em união, separadas ou que nunca viveram com cônjuge ou companheiro na sua cidade.
Luciene Aparecida Longo, técnica do IBGE, explica que o conceito de “união consensual” adotado pelo Censo não exige comprovação documental.
“A resposta depende de quem declara. Uma pessoa pode se considerar em união, enquanto a outra se vê como namorada, por exemplo”, afirma.
Ela reforça que o IBGE questiona sobre uniões a partir de dez anos por entender que isso também faz parte da realidade brasileira, embora não seja permitido por lei.
📊 Veja números por estado
Em 2022, entre os estados, Santa Catarina (58%) tem o maior percentual de pessoas que vivem em união, Amapá (53%) lidera entre os não estavam em união e os que nunca viveram com companheiro (35%), enquanto Rio de Janeiro (21%) concentra o maior número de separados, viúvos ou divorciados.
Em união conjugal:
Santa Catarina – 58% (eram 47%, em 2010);
Rondônia – 55% (eram 57%);
Paraná – 55% (eram 48%).
Não viviam em união:
Amapá – 53% (eram 53%, em 2010);
Distrito Federal – 52% (eram 43%);
Amazonas – 52% (eram 53%).
Separados, viúvos ou divorciados:
Rio de Janeiro – 21% (eram 14%, em 2010);
Bahia – 20% (eram 13%);
Sergipe – 20% (eram 18%).
Nunca viveram em companhia de cônjuge ou companheiro:
Amapá – 35% (eram 38%, em 2010);
Amazonas – 34% (eram 40%);
Maranhão – 34% (eram 38%).
🚻 Por sexo
Em união conjugal:
Mulheres – 45,2 milhões;
Homens – 45 milhões.
Não viviam em união
Homens – 85,7 milhões;
Mulheres – 46 milhões.
Por raça
Em união conjugal:
Branca: 40,2 milhões;
Preta: 9,5 milhões;
Amarela: 417 mil;
Parda: 39,7 milhões;
Indígena: 271 mil;
Sem declaração: 12 mil.
Não viviam em união
Branca: 36,1 milhões;
Preta: 9,4 milhões;
Amarela: 372 mil;
Parda: 39,5 milhões;
Indígena: 265 mil;
Sem declaração: 20 mil.
Dez munícipios com a maior população em união conjugal, divorciada ou que nunca viveram em companhia de cônjuge ou companheiro
💘 Em união conjugal
Nova Candelária (RS) – 72%;
São João do Oeste (SC) – 70%;
Abdon Batista (SC) – 70%;
Presidente Castello Branco (SC) – 69%;
Forquetinha (RS) – 69%;
Salvador das Missões (RS) – 69%;
Rio Fortuna (SC) – 69%;
Ipuaçu (SC) – 69%;
Bom Jesus do Oeste (SC) – 69%;
Santiago do Sul (SC) – 69%.
🟦 Não viviam em união
Balbinos (SP) – 81%;
Pracinha (SP) – 76%;
Lavínia (SP) – 75%;
Álvaro de Carvalho (SP) – 70%;
Iaras (SP) – 68%;
Serra Azul (SP) – 65%;
Pacaembu (SP) – 65%;
Florínea (SP) – 63%;
Riolândia (SP) – 62%;
Santo Antônio do Itambé (MG) – 61%.
💔 Separados, viúvos ou divorciados
Balbinos (SP) – 50%;
Iaras (SP) – 47%;
Lavínia (SP) – 41%;
Álvaro de Carvalho (SP) – 38%;
Serra Azul (SP) – 38%;
Florínea (SP) – 36%;
São Cristóvão do Sul (SC) – 34%;
Pacaembu (SP) – 33%;
Riolândia (SP) – 32%;
Lucélia (SP) – 30%.
❌ Nunca viveram em companhia de cônjuge ou companheiro
Pracinha (SP) – 49%;
Santa Isabel do Rio Negro (AM) – 13%;
Presidente Kubitschek (MG) – 15%;
Bagre (PA) – 7%;
São Félix do Tocantins (TO) – 10%;
Jenipapo de Minas (MG) – 13%;
Guaramiranga (CE) – 13%;
Matões do Norte (MA) – 13%;
Serro (MG) – 16%;
Santo Antônio do Itambé (MG) – 20%.
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Prefeitura de Jundiaí
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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