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Candidatos a governador do RJ no g1: Neves, Freixo e Castro falaram na primeira semana; confira destaques

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Todos os nove postulantes ao Palácio Guanabara foram convidados. Série de entrevistas continua semana que vem. Rodrigo Neves, Marcelo Freixo e Cláudio Castro
Marcos Serra Lima/g1
O podcast Desenrola, Rio, do jornalista Edimilson Ávila, convidou os nove candidatos ao governo do RJ para uma entrevista sobre propostas e desafios.
Ao longo desta semana, Rodrigo Neves (PDT), Marcelo Freixo (PSB) e Cláudio Castro (PL) conversaram por uma hora cada um — os candidatos obtiveram 5% ou mais na pesquisa Ipec do último dia 15.
Os outros seis serão ouvidos a partir de segunda-feira (26) e terão 20 minutos de entrevista.
A ordem foi definida em sorteio. Veja destaques de todas as entrevistas já realizadas e confira quando serão as próximas.
Rodrigo Neves 01
Reprodução
Rodrigo Neves (PDT)
O ex-prefeito de Niterói foi o primeiro da série de entrevistas, na segunda-feira (22).
Neves falou sobre o combate à fome e o desemprego no estado. Ele prometeu pagar uma renda mínima de R$ 500 para cerca de 800 mil famílias e criar frentes de trabalho para saneamento e educação: “A nossa projeção é criar 150 mil empregos com esse programa de frente de trabalho nos dois primeiros anos de governo.”
Edimilson Ávila entrevista Rodrigo Neves, candidato do PDT ao governo do estado do Rio
Rodrigo Neves prometeu que, se eleito, vai iniciar já no primeiro mandato a obra da Linha 3 do metrô, ligando Itaboraí, São Gonçalo e Niterói ao Centro do Rio.
“Fizeram a Linha 4, que atende 30 mil a 40 mil pessoas, e não fizeram metrô dos mais pobres”, criticou.
“Não é possível o morador de Itaboraí e de São Gonçalo levar quatro horas na Niterói-Manilha e na Ponte para chegar ao Centro do Rio. Então, nós vamos fazer a Linha 3 do metrô, que estava prevista para ser feita antes da Linha 4. Não houve compromisso popular e social de fazer o metrô para os mais pobres”, afirmou.
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O pedetista também rebateu denúncias sobre sua administração. Ele foi preso durante o mandato em 2018.
“Eu fui sequestrado, a prisão foi ilegal”, disse.
“Eu nunca fui ouvido. Com base numa falsa delação de uma pessoa de Resende que não era de Niterói nem prestava serviços à prefeitura, uma falsa delação premiada, se tentou tomar de assalto a prefeitura”, afirmou.
“Depois de algumas semanas, o Tribunal de Justiça declarou ilegal aquela prisão, arquivando aquilo que tinha ensejado aquela ação ilegal, infame e arbitrária que eu sofri por uma decisão monocrática. E eu retornei à prefeitura e saí com mais de 80% de aprovação”, emendou.
Confira mais trechos:
Marcelo Freixo (PSB)
Marcelo Freixo, candidato do PSB ao governo do RJ, dá entrevista ao g1
Marcos Serra Lima/g1
O deputado federal foi o segundo a conversar com Edimilson Ávila, na terça-feira (23).
O deputado federal falou sobre ser contra liberar as drogas e sobre a redução da letalidade policial. Freixo prometeu ainda o Bilhete Único a R$ 7 com três modais e afirmou que o combate à fome será prioridade no começo de seu governo.
Edimilson Ávila entrevista Marcelo Freixo, candidato do PSB ao governo do estado do Rio
“Eu mudei de opinião a partir de escutar a sociedade. É um momento muito sério o que vivemos. Eu não posso concordar com nada que divida ainda mais a sociedade brasileira. Hoje tem pai que não fala com filho, irmão que não fala com irmão. Qualquer assunto que nos remeta a dividir ainda mais a sociedade, eu não sou favorável nesse momento. O momento é de diálogo”, comentou o candidato.
O pessebista apresentou o Projeto Prosperidade, inspirado na Região Metropolitana da Cidade do México. “A minha política de segurança vai ser pelo número de pessoas vivas”, disse Freixo.
“Nós vamos colocar isso em 10 lugares no primeiro ano. Tem esportes, cultura, assistência. Está integrado à rede pública. Você faz uma redução de letalidade, uma redução da violência”, defendeu.
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Freixo disse também que as operações policiais “vão ser planejadas e precisam ser controladas”. “Ela não pode ser banalizada. Um sucesso de política pública de segurança não pode ser o número de pessoas mortas”, disse.
“Então, por exemplo, você tem uma guerra de facção acontecendo ou uma invasão de milícia, uma invasão de tráfico. É óbvio que a polícia tem que entrar. Com responsabilidade, é uma medida, mas não é a única e nem a primeira”, detalhou.
Sobre transportes, Freixo disse que a Linha 3 do metrô, para Niterói e São Gonçalo, é prioridade, mas “é muito cara e depende do governo federal, do BNDES”.
O candidato defendeu terminar a extensão da Linha 2 até a Carioca e a Praça 15, “que já está adiantada”, e resolveria o “gatilho das Barcas”.
Confira mais trechos:
Cláudio Castro (PL)
Cláudio Castro durante entrevista ao g1
Marcos Serra Lima/g1
O governador encerrou a primeira semana de entrevistas, na quarta-feira (24).
Castro defendeu o Ceperj — a fundação de estudos do governo envolvida no escândalo dos “cargos secretos”, prometeu melhoras nos transportes e diz que não celebra mortes em operações.
O governador admitiu problemas em contratações de pessoas para projetos do Centro de Estudos e Pesquisas do Estado (Ceperj). Contudo, segundo ele, o “erro de poucos está prejudicando milhares de pessoas”.
Cláudio Castro afirmou que dentro de 15 dias vai apresentar o nome de todas as pessoas contratadas pelo Ceperj que cometeram irregularidades.
“Eu não neguei em momento algum que tem problema. Tem problema sim, e a gente tem que punir quem errou. Eu me comprometo que em 15 dias nós vamos entregar um relatório com todas essas pessoas que erraram. Eu vou mandar um PAD e enviar todas essas pessoas para o Ministério Público”, prometeu o candidato.
Edimilson Ávila entrevista Cláudio Castro, candidato do PL ao governo do estado do Rio
Em transportes, o governador disse prever um aumento na Supervia já para o início de 2023. “Se a agência [Agetransp] liberar e nós percebermos que as cláusulas foram todas cumpridas”, pontuou.
Castro disse que o valor estimado de R$ 7 para a passagem “não é razoável”. “Todos eu negociei para baixo, muito para baixo”, afirmou.
“Lembrando que no dia 30 de novembro eu tenho encontro com eles definitivo, que é onde a gente vai ver as melhorias ou não. E ali, se realmente não tiver melhorado, tem toda a condição de a gente tomar uma decisão drástica, que é reconcessionar”, destacou.
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Confrontado com operações letais — três das cinco onde a polícia mais matou foram durante seu mandato —, Cláudio Castro disse que não “celebra a morte” de ninguém.
“O Cláudio Castro pegou uma política onde o governador celebrava a morte. Cláudio Castro não celebra a morte de ninguém; agora o Cláudio Castro tem lado: o das é das famílias e o da segurança pública”, disse.
“Não há quem puna mais os seus do que a Polícia Militar e a Polícia Civil do RJ. A gente não passa a mão na cabeça de quem erra. Mas quem aponta uma arma para o policial é para mim, é para você que está apontando, é para a sociedade e para o cidadão de bem. Isso eu não vou tolerar”, afirmou.
Castro também defendeu o Cidade Integrada — o programa de ocupação social de comunidades dominadas pelo tráfico, hoje presente no Jacarezinho e na Muzema —, que será ampliado caso seja reeleito. “Tem que ser celebrado. Há uma intenção clara de dar certo. É a nossa maior esperança”, disse.
O candidato não quis dizer para onde o Cidade Integrada vai, “porque ele é 100% técnico”.
O governador afirmou que, se for eleito, vai aumentar os salários dos professores da rede estadual de educação. Contudo, ele não garantiu que o reajuste será capaz de equiparar o valor ao piso nacional da categoria, que é de R$ 3.845.
“(o aumento de salários) É um compromisso meu. O ano que vem é o ano da educação”, disse Castro.
Confira mais trechos:
Próximas entrevistas:
Wilson Witzel (PMB): segunda (29), às 14h
Paulo Ganime (Novo): terça (30), às 14h
Eduardo Serra (PCB): quarta (31), às 14h
Cyro Garcia (PSTU): quinta (1º), às 14h
Luiz Eugênio (PCO): sexta (2), às 14h
Juliete Pantoja (UP): segunda (5), às 14h

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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