Política
Lula recebe mais de 40 autoridades estrangeiras para a Cúpula de Líderes da COP30; veja lista
COP30: Belém começa a receber participantes da cúpula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebe mais de 40 chefes de Estado e de governo em Belém, nesta quinta-feira (6), para a Cúpula de Líderes — encontro preparatório da COP30, conferência da ONU sobre mudanças climáticas que será sediada pela capital paraense.
Ao todo, representantes de mais de 100 países estarão no evento. Entre os líderes confirmados estão o presidente da França, Emmanuel Macron, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer.
Leia também: Entenda o que é a Cúpula dos Líderes e como ela vai influenciar as discussões da COP30
Lula recebe representantes de 7 países que vão participar da Cúpula do Clima
Jornal Nacional/ Reprodução
Outra presença confirmada é do Príncipe William, como representante do rei Charles III, do Reino Unido.
Entre as ausências estão a de Donald Trump, dos Estados Unidos, do presidente da China, Xi Jinping, e do líder argentino Javier Milei.
Segundo agências internacionais, o presidente dos Estados Unidos não virá a Belém e o governo americano não enviará representantes políticos de alto escalão durante todo o período da COP.
Já a China, maior emissora de gases de efeito estufa do mundo, deve mandar apenas uma delegação técnica. Milei também confirmou oficialmente que não participará da COP na Amazônia.
Veja a lista completa de chefes de Estado que participam da Cúpula de Líderes nesta quinta (6), divulgada pelo Itamaraty:
Chefes de Estado
Chile – Gabriel Borić Font
Colômbia – Gustavo Petro
Comores – Azali Assoumani
Congo Brazzaville – Denis Sassou N’Guesso
Finlândia – Alexander Stubb
França – Emmanuel Macron
Guiana – Irfaan Ali
Honduras – Xiomara Castro
Letônia – Edgars Rinkevics
Moçambique – Daniel Francisco Chapo
Mônaco – Alberto II (Príncipe)
Namíbia – Netumbo Nandi-Ndaitwah
Palau – Surangel Whipps Jr.
Reino Unido – William (Príncipe)
República Democrática do Congo – Félix Tshisekedi Tshilombo
Síria – Ahmad Al Sharaa
Suécia – Carl XVI Gustaf e Rainha Silvia
Suriname – Jennifer Simons
Representantes das 170 delegações de países confirmados na COP30 começaram a chegar a Belém
Jornal Nacional/ Reprodução
Chefes de Governo
Alemanha – Friedrich Merz (Chanceler / Primeiro-Ministro)
Antígua e Barbuda – Gaston Alphonso Browne (Primeiro-Ministro)
Barbados – Mia Amor Mottley (Primeira-Ministra)
Espanha – Pedro Sánchez (Presidente de Governo)
Essuatíni – Russell Mmiso Dlamini (Primeiro-Ministro)
Irlanda – Micheál Martin (Primeiro-Ministro)
Noruega – Jonas Gahr Støre (Primeiro-Ministro)
Países Baixos – Dick Schoof (Primeiro-Ministro)
Papua-Nova Guiné – James Marape (Primeiro-Ministro)
Portugal – Luís Montenegro (Primeiro-Ministro)
Reino Unido – Keir Starmer (Primeiro-Ministro)
Vice-presidentes
Benin – Chabi Talata
Equador – María José Pinto
Iêmen – Tarik Saleh
Nigéria – Kashim Shettima
Quênia – Kithure Kindiki
Turquia – Cevdet Yılmaz
Vice-Primeiros-Ministros (7)
China – Ding Xuexiang
Cuba – Eduardo Martínez Díaz
Eslovênia – Tanja Fajon
Guiné Equatorial – Gaudêncio Mohaba Messu
Itália – Antonio Tajani
Lesoto – Nthomeng Majara
Somália – Salah Ahmed Jama
Vice-primeiros-ministros
China – Ding Xuexiang
Cuba – Eduardo Martínez Díaz
Eslovênia – Tanja Fajon
Guiné Equatorial – Gaudêncio Mohaba Messu
Itália – Antonio Tajani
Lesoto – Nthomeng Majara
Somália – Salah Ahmed Jama
Delegações estrangeiras chegam a Belém para participar da Cop30
Ministros/Secretários/Chefes de Agências Nacionais
África do Sul – Dion George (Ministro das Florestas, Pescas e Meio Ambiente)
Austrália – Josh Wilson (Ministro Assistente de Mudanças Climáticas e Energia)
Bahrein – Mohamed Mubarak Bindaina (Ministro do Petróleo e Meio Ambiente)
Cabo Verde – Gilberto Silva (Ministro da Agricultura e Ambiente)
Croácia – Marija Vuckovic (Ministra do Meio Ambiente)
Egito – Manal Awad Mikhail (Ministra do Desenvolvimento Local e interina do Meio Ambiente)
Gâmbia – Rohey John Manjang (Ministro do Meio Ambiente)
Gana – Emmanuel Armah-Kofi Buah (Ministro das Terras e Recursos Naturais)
Iraque – Hallo Mustafa Al-Askari (Ministro do Meio Ambiente)
Jordânia – Ayman Suleiman (Ministro do Meio Ambiente)
Kuwait – Tariq Sulaiman Al-Roumi (Ministro do Petróleo)
Libéria – Dr. Yarkpawolo (CEO da Environmental Protection Agency)
Líbia – Ibrahim Al-Arabi Munir (Ministro do Meio Ambiente)
Mauritânia – Messouda Baham Mohamed Laghdaf (Ministro do Meio Ambiente)
Myanmar – Khin Maung Yi (Ministro dos Recursos Naturais e Conservação Ambiental)
Omã – Abdullah Ali Al Amri (Ministro do Meio Ambiente)
República Dominicana – Paíno Henríquez (Ministro do Meio Ambiente)
Ruanda – Bernadette Arakwiye (Ministra do Meio Ambiente)
São Cristóvão e Névis – Joyelle Clarke (Ministro do Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Ação Climática e Empoderamento dos Eleitores)
Serra Leoa – Jiwoh Abdulai (Ministro do Meio Ambiente)
Sudão do Sul – Josephine Napwon Cosmos (Ministra de Meio Ambiente e Florestas)
Tajiquistão – Bahodur Sheralizoda (MMA)
Togo – Dodzi Komla Kokoroko (Ministro do Meio Ambiente)
Tuvalu – Maina Vakafua Talia (Ministro do Interior, Mudanças Climáticas e Meio Ambiente)
Zimbábue – Evelyn Ndlovu (Ministra do Meio Ambiente)
Ilhas Marshall – Kalani Kaneko (Ministro das Relações Exteriores)
México – Alicia Isabel Adriana Bárcena Ibarra (Ministra do Meio Ambiente)
Irã – Sheena Ansari (Chefe do Departamento de Meio Ambiente e Vice-presidente para o Meio Ambiente)
Embaixadores/representantes diplomáticos
Albânia – Embaixador Genti Bendo
Arábia Saudita – Khalid Almehaid (Assessor Sênior do Ministro de Energia)
Armênia – Robert Abisoghomonyan (Vice-Ministro das Relações Exteriores)
Áustria – Andreas Stadler (Embaixador)
Bélgica – Chris Hoornaert (Embaixador)
Camboja – Nguon Hong Prak (Embaixador)
Canadá – Emmanuel Kamarianakis (Embaixador)
Chipre – Vasilios Philippou (Embaixador)
Coreia do Norte – Kang Chol Min (Conselheiro da Embaixada)
Coreia do Sul – Yeonghan Choi (Embaixador)
Dinamarca – Ole Thonke (Embaixador Climático e Subsecretário de Política de Desenvolvimento)
Dominica – Edgar Hunter (Assessor Técnico Sênior)
Eslováquia – Katarína Tomková (Embaixadora)
Geórgia – Zurab Mchedlishvili (Embaixador)
Grécia – Ioannis Tzovas Mourouzis (Embaixador)
Ilhas Salomão – Thaddeus Atkin Siota (Vice-Secretário do Ministério do Meio Ambiente)
Japão – Misako Takahashi (Embaixadora para Mudança Climática)
Mongólia – Munkhtushig Lkhanaajav (Secretário de Estado do MRE)
Niue – Rossylynn Pulehetoa-Mitiepo (Diretora do serviço meteorológico)
Nepal – Rajendra Prasad Mishra (Secretário do Ministério de Florestas e Meio Ambiente)
Palestina – Ryad Mansour / Ibrahim Al-Zaben (Observador Permanente na ONU/Embaixador no Brasil)
Panamá – Flavio Mendez (Embaixador)
Polônia – Andrzej Cieszkowski (Embaixador)
Sérvia – Aleksandar Ristic (Embaixadora)
Singapura – Joseph Teo (Negociador-Chefe para Mudanças Climáticas)
Tanzânia – John Stephen Simbachawene (Embaixador)
Uganda – Adonia Ayebare (Embaixador)
Chefes de Organizações Internacionais/executivos
AIE – Faith Birol (Diretor-Executivo)
Banco Africano de Desenvolvimento – Sidi Ould Tah (Presidente)
Banco Mundial/BIRD – Ajay Banga (Presidente)
BID – Ilan Goldfajn (Presidente)
CAF – Sérgio Diaz-Granados (Presidente-Executivo)
FAO – Qu Dongyu (Diretor-Geral)
NDB – Dilma Rousseff (Presidenta)
OMC – Ngozi Okonjo-Iweala (Diretora-Geral)
OMM – Celeste Saulo (Secretária-Geral)
OMS – Tedros Adhanom (Diretor-Geral)
OTCA – Martin Von Hildebrand (Secretário-Geral)
PNUD – Haoliang Xu (Administrador Interino)
UNFCCC – Simon Stiell (Secretário Executivo)
UN-Habitat – Anacláudia Marinheiro Centeno Rossbach (Subsecretária-Geral da ONU / Diretora Executiva)
UNICEF – Catherine Russell (Diretora-Executiva)
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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