Economia
Trump diz que vai reduzir tarifas do café, mas não especifica de quais países
Pacotes de café em mercado em Nova Jersey, EUA; produto sofre forte inflação nos EUA
Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que vai reduzir “algumas tarifas” sobre as importações do café. Segundo a agência Reuters, a declaração foi dada em entrevista à Fox News nesta terça-feira (11).
O republicano não citou quais países seriam afetados, nem deu mais detalhes da redução.
O Brasil é o principal fornecedor do produto para o país. O café acumula forte inflação nos EUA, agravada depois de Trump impor uma sobretaxa de 50% sobre as importações de produtos brasileiros.
Em outubro, quando se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Trump admitiu que os EUA estão “sentindo falta” de alguns produtos brasileiros afetados pelo tarifaço, e citou especificamente o café, segundo apurou a BBC News Brasil.
Trump e o café brasileiro como ativo político
O encontro dos dois, no final de outubro, na Malásia, indicou um início de acordo para as tarifas. Mas nenhum prazo foi combinado.
Lula disse no último dia 4 que, se as negociações com os EUA não avançarem até o final da COP30, em Belém, vai ligar novamente para Trump. Os EUA não enviaram representante para a conferência do clima.
O que faz o café do Brasil ser tão cobiçado nos EUA
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Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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