Economia
Mercado financeiro recebe com cautela compra do Banco Master pelo grupo Fictor
Fictor anuncia compra do Banco Master
O anúncio da aquisição do Banco Master pelo grupo Fictor foi recebido com surpresa e desconfiança por integrantes do mercado e por pessoas que acompanham de perto o sistema financeiro do país.
A desconfiança se dá pela pouca informação sobre o grupo Fictor e sua viabilidade financeira. No anúncio feito nesta segunda-feira, a holding afirmou que a compra se dará em parceria com um consórcio de investidores dos Emirados Árabes.
Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) vendidos pelo Master precisam seguir sendo honrados. Caso não tenha recursos, o BC precisa optar pela liquidação. Nos últimos 45 dias, o Master vem negociando recursos com o Fundo Garantidor de Crédito.
O Fundo Garantidor de Crédito foi criado em 1995 para proteger depositantes e investidores, o que dá estabilidade ao Sistema Financeiro Nacional. O FGC cobre individualmente até R$ 250 mil.
Ha ainda entre as fontes ouvidas pelo blog o temor de que o novo negócio seja mais uma forma de pressão sobre o Banco Central.
O diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução, Renato Gomes, foi o responsável por chancelar a negativa do negócio entre o Master e o BRB, Banco de Brasília. Ele deixa a diretoria do BC no final de dezembro.
Para analistas que acompanham de perto as tentativas de negócio, o caminho natural da análise da compra do Master pela Fictor Holding seria uma dificuldade muito maior de aprovação pelo BC.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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