Política
Bolsonaro preso: veja quais são as diferenças entre a prisão atual na PF, a domiciliar e a Papuda
Veja como é a ‘Sala de Estado’ onde Bolsonaro ficará preso
O ex-presidente Jair Bolsonaro começou a cumprir, na última terça-feira (25), a pena de 27 anos e 3 meses a que foi condenado como líder da organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado e permanecer no poder.
Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília – mesmo prédio onde já estava em prisão preventiva desde o sábado (22), quando tentou violar a tornozeleira eletrônica.
Nas 11 semanas entre a sentença do STF e a ordem de prisão, alguns locais foram citados como “possíveis destinos” de Bolsonaro e dos outros réus no cumprimento efetivo da pena:
o Complexo Penitenciário da Papuda, gerido pela Secretaria de Administração Penitenciária do DF
a “Papudinha”, prédio da Polícia Militar do DF dentro do complexo da Papuda
o Comando Militar do Planalto, de responsabilidade do Exército.
Cada um desses espaços tem regras e rotinas diferentes para os custodiados. Na PF, Bolsonaro tem direito a benefícios que não receberia se estivesse na Papuda ou no Comando Militar do Planalto, por exemplo.
Por unanimidade, Primeira Turma do Supremo mantém Bolsonaro preso
Jornal Nacional/ Reprodução
A Sala de Estado-Maior
A primeira diferença diz respeito à própria cela – ou, no caso de Bolsonaro, as “salas” ou “quartos” que ele ocuparia durante a prisão.
Na Superintendência da PF, Bolsonaro está lotado em uma sala de Estado-Maior. O espaço, com cerca de 12 m², é reservado para autoridades como presidentes da República e outras altas figuras públicas (veja infográfico abaixo). O quarto individual conta com:
sala com mesa e cadeira
cama de solteiro
banheiro privativo
ar-condicionado
televisão
janela
armário
frigobar
Infográfico: sala de Estado-Maior onde Bolsonaro ficará preso tem banheiro, frigobar e TV
Arte/g1
Se tivesse ido para a Papuda, Bolsonaro iria para uma das cinco unidades prisionais do complexo (veja a lista abaixo). Todas, atualmente, enfrentam superlotação:
Centro de Detenção Provisória (CDP): para custodiados em regime provisório, com 2.629 internos, cerca de 58% a mais do que a capacidade.
Penitenciária do Distrito Federal I (PDF I): para reeducandos em regime fechado, com 2.936 presos, cerca de 85,4% de superlotação.
Penitenciária do Distrito Federal II (PDF II): para reeducandos em regime fechado, com 2.846 pessoas, cerca de 90,5% a mais do que a capacidade.
Penitenciária do Distrito Federal IV (PDF IV): para reeducandos em regime fechado, com 2.510 presos, cerca de 50,8% de superlotação.
Centro de Internamento e Reeducação (CIR): destinado a custodiados em regime semiaberto, com 3.300 pessoas privadas de liberdade, cerca de 98% a mais do que a capacidade.
Se fosse para um dos blocos da Papuda, Bolsonaro iria para o Centro de Detenção Provisória (CDP), onde ficam as celas para “presos especiais” – ex-policiais, políticos e idosos, por exemplo.
O ex-ministro José Dirceu, quando estava preso, ficou no CDP. A cela onde permaneceu é coletiva, tem aproximadamente 30 m², camas do tipo beliche, chuveiro e vaso sanitário.
Na Papudinha, onde o ex-ministro Anderson Torres vai cumprir a pena, o ex-presidente poderia ficar em uma cela individual como Torres. Por lá, há também oito alojamentos coletivos com banheiro, chuveiro, cozinha, lavanderia, quarto e sala.
Segundo a Polícia Militar, todas essas instalações foram reformadas em 2020. As celas “são ventiladas e passam por higienização diária”, segundo a corporação. Também é permitido acesso a televisores e ventiladores, de acordo com o regramento da unidade prisional.
Já no Comando Militar do Planalto, onde os generais Augusto Heleno Ribeiro Pereira e Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira vão cumprir pena, o ex-presidente poderia ficar em sala individual, típica de uma instalação militar, com banheiro anexo.
O local possui uma cama, uma escrivaninha, uma televisão com canais abertos, frigobar e ar-condicionado.
Infográfico – Infográfico – Mapas mostram localização dos presos e condenados pela trama golpista.
Arte/g1
Visitas
Na Superintendência da PF, desde que foi preso no sábado, o ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu a visita da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e dos filhos Carlos Bolsonaro (PL), vereador do Rio de Janeiro e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Cada visita durou entre 20 e 40 minutos.
Pela decisão de Moraes, todas as visitas devem ser previamente autorizadas pelo STF. A exceção são os advogados e a equipe médica. Na decisão, o ministro não citou periodicidade ou dias específicos para visitas.
Bolsonaro recebe visita de filhos na PF em Brasília
Já na Papuda, as visitas são às quartas e quintas-feiras, organizadas por blocos. Cada interno só pode receber visitas de 15 em 15 dias, em uma dessas datas.
Para visitar alguém na Papuda, é preciso cadastro prévio presencial em postos do Na Hora ou no próprio CDP, emitir senhas online e chegar nos dias de visita com meia hora de antecedência.
O visitante passa por uma revista corporal e precisa usar roupas brancas e sandálias. Além disso o interno pode cadastrar até 10 pessoas para visitá-lo, sendo nove familiares e um amigo.
Na Papudinha, o detentos têm direito a visitas duas vezes por semana – o calendário é o mesmo para todos os presos na Papudinha e divulgado com antecedência. “A visita íntima segue as regras da execução penal”, completa a PM.
O Exército foi questionado pela TV Globo sobre a rotina de visitas no Comando Militar do Planalto para Heleno e Nogueira. Em resposta, sem detalhar, disse apenas que “seguirá as normas vigentes aplicadas à custódia de militares”.
Alimentação
Na Papuda, os custodiados recebem quatro refeições diárias – café da manhã, almoço, jantar e ceia.
O g1 consultou o cardápio de novembro de 2025, que inclui:
Café da manhã: pão francês com margarina e achocolatado;
Almoço: arroz, feijão, guarnição (farofa, legumes ou purê) e proteína (galinhada, feijoada, carne moída ou frango), além de um suco;
Jantar: arroz, feijão, guarnição (legumes, polenta, farofa, banana ou purê), proteína (carne moída, frango assado, galinhada, empanado de peixe ou frango ao molho);
Ceia: pão com frios, banana, suco.
No caso do ex-presidente, a defesa conseguiu autorização judicial para que ele receba alimentação especial externa – ou seja, comida levada por pessoa cadastrada pela defesa anteriormente, no horário fixado pela PF, que deverá fiscalizar e registrar o que for entregue.
Na Papudinha também seria possível um cardápio “diferenciado” em relação aos dos demais detentos, como é o caso de Anderson Torres.
No Comando Militar do Planalto, a alimentação dos detentos é a mesma servida aos demais militares. Eles não podem ir ao refeitório e devem fazer as refeições nas próprias salas individuais.
Moraes determina a execução das sentenças de Bolsonaro e outros seis condenados na trama golpista
Atendimento médico
Segundo a Seape, a Papuda conta com Unidades Básicas de Saúde Prisional (UBSP) em cada ala, conforme o regime (fechado, semiaberto ou aberto).
Essas unidades oferecem serviços de atenção primária, como consultas médicas gerais e odontológicas, triagem e acompanhamento de doenças crônicas, exames, diagnóstico e tratamento. Também há atendimento psicológico e social.
Quando o preso precisa de atendimento fora da prisão, há uma escolta convocada para o deslocamento – desde que haja autorização e condições de segurança.
Já na Superintentência da PF, onde Bolsonaro cumpre pena, Moraes decidiu que os médicos de Bolsonaro estão previamente autorizados a entrar e prestar atendimento.
Na Papudinha, segundo a Polícia Militar do DF, há o atendimento médico periódico “com consultório próprio e monitoramento contínuo da saúde”.
Questionado sobre como funciona o atendimento médico, o Exército não detalhou o procedimento no Comando Militar do Planalto.
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


