Economia
Primeira ministra da Itália diz que é ‘prematuro’ assinar acordo entre Mercosul e União Europeia
Meloni: Seria prematuro assinar acordo UE-Mercosul agora
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, disse nesta quarta-feira (17) que seria “prematuro” para a União Europeia assinar um acordo comercial com o Mercosul, bloco de países latino-americanos.
Em discurso no parlamento italiano na véspera de uma cúpula da UE, ela afirmou que o acordo precisava de garantias de reciprocidade adequadas para o setor agrícola.
Meloni também afirmou estar confiante de que as condições para a assinatura do acordo comercial poderiam ser cumpridas no início do próximo ano.
A França também disse que se oporá veementemente a qualquer tentativa da União Europeia de impor um acordo comercial com o Mercosul, disse o presidente Emmanuel Macron durante uma reunião de gabinete, informou um porta-voz do governo francês a jornalistas.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, deveria viajar ao Brasil no final desta semana para assinar o acordo, alcançado há um ano após um quarto de século de negociações com o bloco formado por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, discursa na Câmara Baixa do Parlamento, antes da cúpula de líderes da União Europeia.
Remo Casilli/Reuters
Parlamento Europeu aprova medidas de proteção
Na terça-feira (16), o Parlamento Europeu aprovou os mecanismos de salvaguarda para importações agrícolas vinculadas ao acordo da União Europeia com o Mercosul. Foi um novo passo para que o pacto, negociado há 26 anos, possa ser assinado entre os blocos.
O texto aprovado, no entanto, é mais rígido em relação à proposta original da Comissão Europeia, que elaborou as salvaguardas em setembro.
O objetivo é permitir que os benefícios tarifários do Mercosul possam ser suspensos temporariamente, caso a UE entenda que isso esteja prejudicando algum setor do agro local.
Acordo UE-Mercosul: o que está em jogo para o agro?
Por que o acordo UE-Mercosul é alvo de tanta disputa no agro?
Com as mudanças no texto, os parlamentares terão que negociar um acordo com o Conselho Europeu, o grupo de governos da UE, que havia apoiado a versão anterior. As negociações começam já nesta quarta-feira.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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