Política
Autoridades e presidenciáveis no Brasil lamentam morte da rainha Elizabeth II
Monarca britânica morreu aos 96 anos em sua residência de férias, o Castelo de Balmoral, na Escócia. Elizabeth II teve o reinado mais longo da história do Reino Unido. Morre Rainha Elizabeth II: relembre a trajetória da mais longeva monarca britânica
No Brasil, autoridades e candidatos à Presidência da República lamentaram a morte da rainha Elizabeth II, da Inglaterra.
A rainha morreu aos 96 anos, no castelo de Balmoral, na Escócia. O anúncio foi feito pelos canais oficiais da família real britânica. A Casa Real informou que Elizabeth morreu “pacificamente”.
A Embaixada do Brasil no Reino Unido publicou, em rede social, uma mensagem de pesar em inglês a respeito da morte.
“O Brasil está profundamente triste com o falecimento da rainha Elizabeth. Enquanto o mundo lamenta sua partida, lembramos com carinho sua viagem ao Brasil, onde foi recebida com muito carinho. Seu senso de dever e devoção pelo seu povo, ao longo de décadas, não será esquecido”, diz a postagem em tradução livre.
A conta oficial em inglês do Ministério das Comunicações brasileiro publicou, no Twitter, uma imagem da coroação de Elizabeth II em 1953.
Conheça a trajetória da rainha Elizabeth II
Publicação do Ministério das Comunicações brasileiro em homenagem à rainha Elizabeth II
Twitter/Reprodução
Veja a repercussão entre autoridades e políticos brasileiros:
Jair Bolsonaro, presidente da República e candidato à reeleição pelo PL:
“‘Quando a vida parece difícil, os corajosos não se deitam e aceitam a derrota; em vez disso, estão ainda mais determinados a lutar por um futuro melhor’. Com tais palavras, Rainha Elizabeth II mostra por que não foi apenas a Rainha dos britânicos, mas uma rainha para todos nós. É com grande pesar e comoção que o Brasil recebe a notícia do falecimento de Sua Majestade a Rainha Elizabeth II, uma mulher extraordinária e singular, cujo exemplo de liderança, de humildade e de amor à pátria seguirá inspirando a nós e ao mundo inteiro até o fim dos tempos. Muitas vezes, a eternidade nos surpreende, tirando de nós aqueles que amamos, mas, hoje, foi a vez da eternidade ser surpreendida, com a gloriosa chegada de Sua Alteza a Rainha do Reino Unido. Que Deus a receba em sua infinita bondade e conforte sua família e o povo britânico. Nesta data triste para o mundo, decretamos três dias de luto oficial e convidamos todo o povo brasileiro a prestar homenagens à Rainha Elizabeth II. Deus salve a Rainha!”
Hamilton Mourão (Republicanos), vice-presidente da República:
“O mundo está sem rainha! Deixa hoje o nosso convívio a rainha de nossa geração, dos nascidos na década de 1950 que se acostumaram a vê-la como símbolo do próprio Reino Unido. O momento é de homenagem a essa figura ímpar de estadista. A última heroína do século XX. A última combatente da Segunda Guerra Mundial. A líder maior de um grande povo. Quis o destino que pouco antes de nos deixar ela, simpática e presente como sempre foi, enviasse ao nosso presidente os cumprimentos pelo Bicentenário da Independência do Brasil, lembrando com carinho sua visita ao nosso país em 1968. Descanse em paz Elizabeth, exemplo de mulher, mãe, esposa e servidora de sua nação!”
Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Congresso:
“Recebo com tristeza a notícia do falecimento da rainha Elizabeth II. Ela era a chefe de Estado do Reino Unido e de mais 14 Estados independentes dos Reinos da Comunidade de Nações. A rainha também liderava a Commonwealth, a Comunidade das Nações, organização intergovernamental composta por 56 países e população de 2,5 bilhões de pessoas. os 96 anos, e mais de 70 anos de reinado, Elizabeth II vivenciou alguns dos momentos mais importantes da história da humanidade. Cumpriu seu papel constitucional com louvor e foi um exemplo de estadista. Em nome do Congresso Nacional brasileiro, presto condolências à família e a todo o povo do Reino Unido”.
Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara:
“Manifesto profundo pesar pela morte da Rainha Elizabeth II, cujo longevo reinado testemunhou as grandes transformações pelas quais o mundo passou no quase um século que viveu. Ao transmitir nossas condolências ao povo britânico e à sua família real, relembro as históricas ligações entre o Brasil e o Reino Unido, que datam desde os primeiros anos de nossa vida como Nação independente e que se fortaleceram enquanto a Rainha Elizabeth reinou.”
Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF):
“Recebo com profundo pesar a notícia da morte de Sua Majestade a Rainha Elizabeth II. A monarca que sempre esteve firme ao lado do seu povo em períodos de grandes transformações na humanidade. Exemplo de elevadas virtudes, representou um modelo para as mulheres das mais diversas gerações e foi um ícone cultural do nosso tempo.
Relembro que a Rainha visitou o STF em novembro de 1968, ocasião na qual entregou uma comenda ao então presidente do STF, Ministro Luiz Galloti. Em discurso, Elizabeth II mencionou a importância da harmonia entre os poderes: “Impressionou-me a ideia, traduzida na mais ousada e bela das arquiteturas, de se construir uma Capital em torno dos Três Poderes fundamentais do Estado: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Os três devem funcionar em uníssono, porquanto, no fim, é o primado do Direito que constitui o bem mais precioso do Estado civilizado.”
Augusto Aras, procurador-geral da República:
“A Rainha Elizabeth II foi testemunha de grandes eventos durante os 70 anos do seu reinado. Como chefe de Estado cumpriu seu papel na História com maestria. Minhas sinceras condolências à família e ao povo do Reino Unido.”
Ciro Nogueira, ministro-chefe da Casa Civil:
“A Rainha Elizabeth vivenciou alguns dos períodos mais desafiadores da história. Sua trajetória deixa um legado de dedicação ao seu país. Nos solidarizamos com todo o povo da Grã-Bretanha que sofre a perda de um símbolo mundial.”
Adolfo Sachsida, ministro de Minas e Energia:
“Com pesar recebo a notícia do falecimento da rainha Elizabeth II. A monarca uniu os britânicos durante o seu longevo reinado, que atravessou guerras e crises mundiais. Rainha Elizabeth II deixa um legado notável, como uma das lideranças mais respeitadas da história. Descanse em paz.”
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde:
“É com pesar que recebo a notícia do falecimento da Rainha Elizabeth II, uma das monarcas mais longevas da história do Reino Unido. Sua trajetória é motivo de inspiração, pois, nesses mais de 70 anos de reinado, honrou com apreço o compromisso de cuidar dos seus. Por isso, desejo os meus sinceros sentimentos à família e ao povo britânico. Que neste momento de dor, Deus possa confortar o coração de todos. Desejo também um bom reinado ao príncipe Charles, que assume a partir de agora o grande desafio de ser rei.”
Fábio Faria, ministro das Comunicações:
“Rainha Elizabeth II acaba de falecer aos 96 anos de idade. Grande perda para todo o mundo. Foi uma líder que serviu de exemplo para muitos e cumpriu sua missão de vida. Que Deus conforte os familiares.”
Ciro Gomes, candidato do PDT à Presidência:
“Com a morte da Rainha Elizabeth II se fecha um ciclo da monarquia britânica e se abrem as portas da história para uma mulher que foi um símbolo de superação, sacrifício pessoal e devotamento à causa de uma nação. Que ela descanse, merecidamente, em paz.”
Felipe d’Avila, candidato do Novo à Presidência:
“Quando me perguntam quem é a figura da atualidade que mais gostaria de conhecer, eu sempre respondia ‘a rainha Elizabeth II’. Primeiro, minha admiração pelo seu senso de dever público. Foi a monarca mais longeva do Reino Unido e teve o prazer de comandar governos liderados por Winston Churchill, Margaret Thatcher e Tony Blair. Mas também teve de aguentar calada os desastrosos governos de David Cameron, responsável pelo Brexit, e de Boris Johnson que deve lhe ter causado profundo desgosto por ter difamado o cargo de PM com seu comportamento vulgar e descuidado tanto nos modos como nas suas políticas. Os ministros do STF poderiam aprender com ela a arte da discrição e a saudável distância dos holofotes. Além do gosto pela política, teria grande prazer de compartilhar com ela duas paixões que tínhamos em comum: os cavalos e os cachorros. Não será fácil substituir uma rainha adorada por seu povo, admirada por estadistas do mundo e querida por todos que a consideravam um símbolo de alguém que sempre soube personificar os valores e tradições do seu país e a defesa implacável da coroa, da democracia e da civilidade. Com a sua morte, encerra-se um capítulo na história do Reino Unido e se esvai o último sopro de dignidade e de civilidade que ainda restava na política.”
Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à Presidência:
“A Rainha Elizabeth II testemunhou e participou dos grandes eventos e processos históricos dos últimos 80 anos. Marcou era como Chefe de Estado, reinando em convivência com primeiros-ministros de diferentes linhas ideológicas. Em nosso governo, o Reino Unido e o Brasil tiveram excelentes relações diplomáticas, políticas e comerciais, marcadas pela visita de Estado em que ela nos recebeu, em 2006. Gravo na memória nosso encontro na reunião do G-20 em Londres, em 2009. Minhas condolências à família e a todos que admiravam a Rainha Elizabeth II no Reino Unido e ao redor do mundo.”
Simone Tebet, candidata do MDB à Presidência:
“A rainha Elizabeth II é exemplo de liderança feminina que, ao longo de décadas, serviu como ponto de equilíbrio de uma nação poderosa como o Reino Unido. Modelo de estabilidade, de convivência respeitosa entre instituições de Estado. Sua vida, seus atos, sua trajetória servem como modelo num mundo em que valores como estes têm sido cada vez mais aviltados, como vem acontecendo, infelizmente, em nosso país. Em suas próprias palavras: “Foram as mulheres que inspiraram gentileza e cuidado no duro progresso da humanidade. Descanse em paz.”
Soraya Thronicke, candidata do União Brasil à Presidência:
“Coragem e determinação. O mundo perde uma grande mulher, que soube conduzir com equilíbrio e bom senso as decisões da realeza britânica, respeitando os valores humanos e institucionais. Elizabeth II foi uma mulher à frente do seu tempo – real defensora da família, do Estado e de seu povo. “Enfrente ou em frente”, seu maior ensinamento. O Brasil precisa mirar no exemplo dos ingleses que valorizaram a figura feminina da Rainha Elizabeth II, respeitando também a força das nossas mulheres e garantindo a elas cada vez mais protagonismo.”
Vera, candidata do PSTU à Presidência:
“Morreu a rainha de uma monarquia capitalista responsável por genocídios, massacres e pilhagens de muitos povos em todo mundo. Que sua morte dê força para que os povos e os trabalhadores acabem com a monarquia, o imperialismo e esta exploração e opressão capitalista! Minha solidariedade é com os trabalhadores ingleses que estão fazendo uma onda histórica de greves por aumento salários!”
Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais:
“É com pesar que recebo a notícia do falecimento da Rainha Elizabeth II, aos 96 anos. A trajetória da monarca define o sentimento de trabalho árduo e coragem em meio a tantas mudanças durante seu reinado. Meus sentimentos aos britânicos.”
Ronaldo Caiado (União), governador de Goiás:
“Mesmo distantes, é impossível ficarmos indiferentes à morte da rainha Elizabeth II, aos 96 anos. Sua trajetória é singular e sempre mereceu atenção pelos grandes desafios que atravessou e pela postura que a coloca como uma das grandes estadistas do nosso tempo. Fica o exemplo.”
Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná:
“O falecimento da rainha Elizabeth II é uma grande perda para o mundo. Uma figura histórica dos séculos XX e XXI. Ela fez o reinado mais longevo do Reino Unido, ficando por mais de 70 anos no trono. Meus sentimentos a todos os cidadãos britânicos e à família real.”
Rodrigo Garcia (PSDB), governador de São Paulo:
“A morte da Rainha Elizabeth é um marco na história do mundo. Ela deixa seu exemplo de superação como mulher e abdicação de sua vida pessoal pela Nação. Exemplo de chefe de Estado, muito amada por seu povo e respeitada no mundo inteiro.”
Diretório nacional do MDB:
“God Save The #QueenElizabeth. Nossa solidariedade ao povo britânico”
Diretório nacional do PSDB:
“Elizabeth II nos deixa um exemplo coragem. Atravessou guerras e enfrentou, com serenidade, momentos críticos que ameaçaram a comunidade britânica. Acompanhou as transformações desta era sem nunca deixar de honrar a Coroa e tudo o que ela simboliza para o mundo. Descanse em paz.”
Diretório nacional do Novo:
“A Rainha Elizabeth II faleceu hoje, aos 96 anos. […] Sua presença à frente da Comunidade Britânica das Nações foi de estabilidade institucional no complexo cenário político do século XX. A Rainha Elizabeth II, uma das mais importantes chefes de Estado do nosso tempo, deixa um legado a ser lembrado para sempre.”
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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