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Política

Caso Master: influencer revela contrato de três meses e recebeu R$ 7,8 mil por post inicial com críticas ao BC

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Caso Master: ministro do TCU suspende inspeção no Banco Central e leva caso para o plenário
Um criador de conteúdo digital de São Paulo que foi recrutado para postar críticas ao Banco Central após a instituição decretar a liquidação do Banco Master, de Daniel Vorcaro, recebeu R$ 7,8 mil por uma única postagem, em dezembro, e diz que depois disso recusou uma proposta de contrato para três meses.
Influenciadores com quem o g1 conversou revelam propostas similiares, de três meses de duração para uma série de postagens, oito por mês. Eles foram abordados em dezembro.
Esse é o período em que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) identificou uma enxurrada de ataques ao BC nas redes sociais. A PF vai investigar se houve uma ação coordenada.
Na terça-feira (6), o blog da colunista Andréia Sadi publicou o relato do vereador Rony Gabriel, do PL de Erechim (RS). Ele expôs nas redes sociais um contrato que assinou com uma agência de marketing digital após ser procurado, também em dezembro, para criticar as ações do BC e defender o Master.
O influenciador de SP aceitou falar sob condição de anonimato e afirma que foi procurado por Júnior Favoreto, da agência GroupBR. Ele recebeu o cachê de R$ 7.840,00 em 19 de dezembro, mesmo dia do primeiro post. A reportagem do g1 teve acesso ao comprovante da transação. O documento mostra que o dinheiro saiu da conta de Thiago Miranda, dono da Miranda Comunicação, também conhecida como Agência MiThi.
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O influencer apagou o post dois dias depois e afirma que decidiu fazer isso porque, nas palavras dele, o conteúdo “ultrapassava limites éticos”. O dinheiro foi devolvido e ele não quis mais negociar.
“Num primeiro momento, agi de boa-fé. Não tinha entendido que vinha de Vorcaro. Achei interessante, diferente do que eu estava pensando”, afirma. Ele diz que não se deu conta, inicialmente, de que sua opinião estaria sendo comprada. “Fui entender depois de fazer a coisa.”
O contrato oferecido a ele, ao qual o g1 teve acesso, tem como partes a Miranda Comunicação, em nome de Thiago Miranda, e a empresa Olivetto Comunicação. A Miranda seria responsável por encaminhar ao influenciador, por meio da Olivetto, “as matérias, links e orientações do tema a ser tratado, com antecedência suficiente para produção e validação”.
Procurado, Thiago Miranda não respondeu às mensagens nem atendeu às ligações. A empresa Olivetto também foi procurada e não se pronunciou.
O documento (veja abaixo) ainda estabelecia que o influenciador não teria obrigação de realizar “apuração própria, investigação, checagem adicional ou busca de fontes externas” e define que o vídeo deveria se limitar a “comentário informativo em tom neutro, sem ataques, ofensas, imputações ou narrativa de defesa institucional”. Os temas não foram detalhados.
Seriam oito publicações em vídeo por mês, no formato reels. Ao final do contrato e com o desconto de 20% de comissão à agência, o influenciador receberia R$ 188 mil.
Trecho do contrato enviado para os influenciadores
Arquivo pessoal
Vereador foi procurado para ‘Projeto DV’
O contrato assinado pelo vereador Rony Gabriel, que falou com o blog da Andréia Sadi, menciona um “Projeto DV”, as iniciais de Daniel Vorcaro, embora não trate explicitamente do Banco Master, e prevê uma multa de R$ 800 mil caso as informações fossem divulgadas.
O contrato foi assinado com André Salvador, representante da empresa UNLTD.
Rony tem 1,7 milhão de seguidores no Instagram. Ele disse que recusou o trabalho após descobrir o objetivo — atacar o BC e defender o Master — e que o cachê oferecido era “de milhões, no plural”.
O político diz que a multa pela quebra do contrato de confidencialidade não foi cobrada até o momento.
O vereador Rony Gabriel, de Erechim, diz que recusou contrato para difamar o BC nas redes a mando do Banco Master
Reprodução/Instagram
O g1 teve acesso uma troca de mensagens no WhatsApp que mostra que Rony Gabriel foi procurado por meio de um assessor no dia 20 de dezembro.
Nas conversas, ficou negociado que mais detalhes sobre o trabalho seriam divulgados apenas depois que o vereador assinasse o contrato de confidencialidade, que previa a multa.
Cláusula de confidencialidade e multa de R$ 800 mil
O contrato com Rony foi assinado. Entre as 11 cláusulas, constava a multa de R$ 800 mil que deveria ser paga caso ele divulgasse as informações das tratativas com a agência UNLTD.
O prazo de confidencialidade era de cinco anos.
Trecho que descreve o prazo de confidencialidade do contrato
Arquivo pessoal
Após a assinatura, Rony, seu assessor e o representante da agência se reuniram virtualmente no dia 28 de dezembro, às 9h30, para discutir detalhes do material que seria produzido.
Durante a conversa, o representante da agência mostrou vídeos dos influenciadores Marcello Rennó, Paulo Cardoso, Carol Dias e André Dias, em que todos comentavam uma reportagem do portal Metrópoles, dizendo que este seria um dos exemplos de formato de vídeo que Rony poderia seguir quando começasse a falar sobre o Master e o BC.
Tem uma sugestão de reportagem? Fale com o g1
A reportagem procurou Marcelo Rennó, que negou ter recebido qualquer valor para publicar vídeos sobre o tema nas redes sociais. Questionados sobre eventual envolvimento no caso, Paulo Cardoso, Carol Dias e André Dias não responderam até a publicação desta reportagem.
8 vídeos por mês
Outra influenciadora que afirma ter sido abordada para o mesmo trabalho é Julie Milk, que tem 1,5 milhão de seguidores no Instagram. Ao g1, ela conta que foi procurada por Júnior Favoreto, da GroupBR, pelo Instagram, no dia 21 de dezembro. Segundo Julie, Favoreto se apresentou como representante de um cliente que “precisa divulgar várias matérias, do âmbito político e financeiro”.
De acordo com a influenciadora, Favoreto perguntou quanto ela cobraria pela divulgação e disse que só revelaria o nome do cliente após a proposta ser aceita.
Em seguida, Júnior detalhou o trabalho em um áudio enviado a ela: “Vou te mandar a matéria. É só propagar para que ela alcance mais pessoas. O cliente quer fazer um contrato de, no mínimo, três meses, com pelo menos oito vídeos por mês, dois por semana. Para eu ir mais a fundo no tema, preciso de um contrato de confidencialidade”.
Embora o Banco Master não tenha sido citado diretamente pelo representante da GroupBR, Julie respondeu que não estava disponível para publicar matérias sobre o assunto.
Procurado pela reportagem, Júnior Favoreto afirma que a GroupBR foi acionada por outra agência, a Miranda Comunicação, para atuar na busca de influenciadores, mas afirmou que nenhum contrato foi fechado.
Miranda Comunicação e Léo Dias
Segundo dados da Receita Federal, há uma relação entre Thiago Miranda e o comunicador Léo Dias. O sócio-administrador da Miranda Comunicação também é administrador da empresa Léo Dias Comunicação e Jornalismo S.A. e foi, até 2025, administrador da Léo Dias Comunicação e Jornalismo Ltda SCP VTG.
Um mesmo número de telefone aparece registrado no CNPJ da Miranda Comunicação e também no CNPJ da Léo Dias Comunicação e Jornalismo S.A.
O g1 entrou em contato por meio deste telefone e não obteve retorno.
No WhatsApp, o número está vinculado a um perfil que mostra uma foto com a inscrição “Leo Dias de Comunicação – Financeiro”.
A reportagem procurou também a defesa de Daniel Vorcaro e não obteve retorno. O Banco Master afirmou ao g1 que ainda não tem posicionamento sobre o assunto.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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