Economia
Trump impõe tarifa de 25% sobre alguns chips de Inteligência Artificial
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs nesta quarta-feira (14) uma tarifa de 25% sobre determinados chips de inteligência artificial (IA).
A medida atinge processadores de IA como o H200, da Nvidia, e um semicondutor semelhante da AMD, chamado MI325X.
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A decisão foi adotada com base em uma nova ordem de segurança nacional divulgada pela Casa Branca.
Na véspera, os EUA haviam oficializado a autorização para a exportação do H200, o segundo chip mais poderoso da Nvidia, para a China.
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Antes do envio, compradores chineses precisarão comprovar a adoção de procedimentos de segurança considerados suficientes pelo governo americano. O uso dos chips para fins militares está proibido.
Além disso, cada unidade do H200 deverá passar por análise de um laboratório independente, responsável por confirmar suas capacidades técnicas.
A própria Nvidia também terá de certificar que há oferta suficiente do chip no mercado americano antes de enviá-lo para a China.
Pelas regras, o país asiático não poderá receber mais de 50% do total de chips vendidos a clientes dos EUA.
Mas por que o H200 é importante? Trata-se de um chip de alto desempenho voltado a computadores que desenvolvem e treinam sistemas de inteligência artificial.
Ele ganhou ainda mais relevância na disputa tecnológica entre EUA e China pela liderança na corrida da IA.
Nvidia e Trump
g1
Disputa geopolítica
Em dezembro de 2025, Donald Trump anunciou que permitiria a venda dos chips H200 da Nvidia para a China em troca de uma taxa de 25% destinada ao governo americano.
A decisão desagradou críticos da China dentro dos EUA, que alertam que os chips podem fortalecer as forças armadas de Pequim e reduzir a vantagem americana em inteligência artificial.
Essas preocupações haviam levado o governo de Joe Biden a proibir a venda de chips avançados de IA para a China.
Já o governo Trump, sob a liderança do czar da IA da Casa Branca, David Sacks, argumenta que a exportação de chips avançados desestimula concorrentes chineses, como a Huawei — fortemente sancionada —, de acelerar esforços para alcançar os designs mais avançados da Nvidia e da AMD.
Ao anunciar a liberação das vendas, Trump afirmou que os chips seriam exportados para a China “sob condições que permitam a manutenção de uma forte segurança nacional”.
Ainda assim, surgiram dúvidas sobre o rigor da fiscalização dessas regras e sobre se Pequim permitirá a comercialização interna dos chips no país.
* Com informações da agência de notícias Reuters
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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