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Política

Maioria tem medo de agressão por motivos políticos, diz Datafolha

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Levantamento feito por iniciativa da Rede de Ação Política pela Sustentabilidade em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que o medo da violência política aparece em 67,5% dos brasileiros. 5,3 milhões de pessoas foram vítimas de ameaças por posições políticas no Brasil
Marcos Serra Lima/G1
Uma pesquisa inédita realizada entre a Rede de Ação Política pela Sustentabilidade em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com apoio do Fundo Canadá para Iniciativas Locais, e obtida pelo g1, revela que 67,5% dos entrevistados têm medo de serem agredidos fisicamente pela sua escolha política ou partidária.
Os dados para o estudo “Violência e Democracia: panorama brasileiro pré-eleições de 2022, percepções sobre medo de violência, autoritarismo e democracia” foram coletados pelo Instituto Datafolha.
Ao todo, 2.100 pessoas participaram da pesquisa entre os dias 3 e 13 de agosto de 2022, compondo uma amostra representativa da população brasileira com 16 anos ou mais, em cerca de 130 municípios de pequeno, médio e grande porte.
A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos para mais ou para menos, considerando um intervalo de confiança de 95%.
O levantamento aponta também que 3,2% disseram ter sido vítimas de ameaças por conta da mesma razão apenas no último mês, que equivale a mais de 5 milhões de pessoas entre 8 de julho e 8 de agosto.
“As democracias liberais são constituídas na base de direitos, como o direito político, o de se associar, o de expressão. Quando temos uma população amedrontada é um risco para a própria democracia. As pessoas tendem a falar menos, a entrar menos nos processos políticos. Temos uma população com medo, que alega ser vítima nos últimos 30 dias. Isso coloca em risco a própria democracia”, afirma Mônica Sodré, cientista política e diretora da Rede de Ação Política pela Sustentabilidade.
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Renato Sérgio de Lima, sociólogo e diretor presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirma que esses dados da pesquisa reforçam a centralidade da segurança pública no debate político, em que a violência e o medo aparecem como chaves fundamentais para compreender a sociedade atual.
“Apesar da queda do número de homicídios, outros dados reforçam que vivemos em uma sociedade permeada pela violência extrema e pelo medo. E esse medo não parece descolado na realidade, sobretudo quando a pesquisa nos mostra que o equivalente a mais de 5,3 milhões de pessoas foram vítimas de ameaças por suas posições políticas somente no período que compreende os 30 dias anteriores às entrevistas do Datafolha”.
O assassinato do tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu, Marcelo Aloizio de Arruda, chocou o Brasil no dia 9 de julho. Ele foi morto a tiros na festa de aniversário dele por Jorge José da Rocha Guaranho, policial penal federal e apoiador do presidente Bolsonaro.
Guaranho está preso desde 13 de agosto no Complexo Médico Penal (CMP) em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, e ainda não foi ouvido pela Justiça. Ele é réu por homicídio duplamente qualificado.
O que se sabe sobre o assassinato de petista por apoiador de Bolsonaro no PR
No dia 7 de setembro, a campanha do candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, informou que cancelou, por motivos de segurança, a agenda em Presidente Prudente, no interior do estado.
“O cancelamento se deveu ao fato de que, na manhã desta terça-feira (6), a coordenação tomou conhecimento de mensagens veiculadas em grupos de WhatsApp da região com ameaças explícitas à passagem do candidato na cidade”, diz nota da campanha.
Apoiador de Bolsonaro é contido em evento de campanha de Ciro Gomes em Porto Alegre
No dia 10 de setembro, foi registrada uma confusão com a equipe do candidato à presidência, Ciro Gomes (PDT), em Porto Alegre (RS). Um homem que disse ser apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL) tentou agredir apoiadores de Ciro.
A equipe do pedetista ainda afirmou que o homem teria dito que estava armado, mas a Brigada Militar nega a informação.
Em audiência na Comissão de Direitos Humanos do Senado no dia 15 de junho, jornalistas e associações relataram um aumento na escalada de ameaças e agressões a profissionais de imprensa em todo o país.
Nesta quarta-feira (14), o deputado estadual bolsonarista Douglas Garcia (Republicanos) ofendeu a jornalista Vera Magalhães durante o debate da TV Cultura entre candidatos ao governo do estado de São Paulo.
Em seu perfil nas redes sociais, Douglas Garcia divulgou um vídeo no qual negou ter agredido a jornalista. Ele afirma que a abordou para questionar o contrato dela com a TV Cultura e que registrou um boletim de ocorrência contra ela por “calunia e difamação”. Ao final da gravação, ele repete as ofensas que proferiu durante o debate.
Deputado bolsonarista ofende jornalista Vera Magalhães durante debate ao governo de SP
Medo da violência
A pesquisa também revela que o medo da violência cresceu desde 2017. O Brasil registra um índice de medo da violência de 0,76, (0,68 em 2017). Em um período em que as mortes violentas vêm caindo, isso não foi capaz de ser percebido pela população como indício de sociedade mais segura.
O medo de morrer assassinado, por exemplo, cresceu consideravelmente: este ano, 82,5% relataram ter medo. Em 2017, quando foi feita uma pesquisa sobre o tema pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, eram 74,9% dos entrevistados.
Já em relação ao armamento, 6 em cada 10 pessoas (66,4% dos entrevistados) não acreditam que que armar a população aumentará a segurança.
Outro receio dos entrevistados foi em relação à segurança digital. Este ano, 89,1% têm medo de ter seus dados pessoais divulgados na internet. Já em 2017 eram 70,7%.
Além disso, 5,5% afirmaram terem sido vítimas de golpe ou perdido dinheiro através do celular no último mês, 5,4% declararam terem tido seu celular furtado ou roubado no mesmo período. Isso significa que aproximadamente 9,2 milhões de brasileiros sofreram golpes ou perderam dinheiro através do celular e 9,1 milhões tiveram seu celular roubado e furtado no último mês.
Pesquisa sobre violência e democracia
Arte/g1
Também houve aumento do medo de ser vítima de violência por parte da Polícia Militar, que era de 59,5% em 2017 e chegou a 63,8% em 2022. Com relação à Polícia Civil, o medo passou de 56%, em 2017, para 53,2%, em 2022.
Ainda em 2022, considerando as duas polícias, 65,7% dos entrevistados afirmaram terem medo de sofrer violência e 1,9% declararam terem sido vítimas de pelo menos uma das polícias nos 30 dias anteriores à entrevista.
O estudo mostra que quem tem mais medo da violência tende a ser mais favorável à agenda de direitos. Entre os que têm menos medo de sofrer violência, o índice é de 7,2, abrindo uma oportunidade de ampliação das políticas públicas de segurança e do fortalecimento dos direitos e dos processos democráticos.
Contudo, a tendência a apoiar posições autoritárias em 2022, assim como em 2017, é maior entre quem têm mais medo da violência (índice 7,48) do que entre quem tem menos medo (7,16).
9,2 milhões de brasileiros sofreram golpes ou perderam dinheiro através do celular
Carlos Henrique Dias/G1
Direitos humanos
Apesar da queda no índice de apoio à agenda de direitos, de 7,8 em 2017 para 7,6 em 2022, houve uma melhora na percepção sobre um marcador nas violências e desigualdades brasileiras: o racismo. Em 2022, 83,4% consideram que há racismo no Brasil, enquanto esse número era de 70% em 2017.
Outro dado que surpreendeu os pesquisadores foi o apoio de 82% dos entrevistados à demarcação de terras indígenas, em meio a um cenário grave de violência na Amazônia e acirramento de conflitos socioambientais.
A pesquisa também revelou que as mulheres tendem a apoiar mais a agenda de direitos do que os homens: o índice de apoio entre mulheres é de 7,71, e entre homens é de 7,46.
Além disso, o estudo apontou que pessoas pretas são as que mais tendem a apoiar direitos: o índice é de 7,78 entre esse grupo, e de 7,56 entre pessoas brancas.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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