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Decisão de Tarcísio de tentar a reeleição em SP abre disputa entre partidos da base para a vaga de vice na chapa; entenda

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O governador Tarcísio e os pleiteantes à vaga de vice: Gilberto Kassab (PSD), André do Prado (PL), Felício Ramuth (PSD) e Ricardo Nunes (MDB).
Montagem/g1/Reprodução/GESP/Divulgação/Redes Sociais
A decisão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de desistir da pré-candidatura presidencial e tentar a reeleição ao governo paulista em outubro abriu uma disputa entre os partidos da base governista para ocupar a vaga de vice na chapa dele.
Atualmente, o vice-governador do estado é o ex-prefeito de São José dos Campos, Felício Ramuth (PSD), que ocupou o cargo de governador várias vezes durante os últimos três anos, nas viagens ao exterior feitas por Tarcísio ao longo do mandato.
Na semana passada, o próprio presidente do PSD, Gilberto Kassab, declarou que se sentiria “privilegiado”, caso fosse convidado para ser o vice na chapa.
Kassab é o atual secretário de governo da gestão Tarcísio e anunciou que deve deixar o cargo nos próximos dias para cuidar das articulações políticas do PSD (leia mais aqui).
Kassab diz que deve sair do governo de SP e ‘seria privilégio ser vice do Tarcísio’ em 2026
A movimentação de Kassab ligou o sinal de alerta de outros partidos da base de Tarcísio, como o PL da família Bolsonaro.
Entre os que disputam a vaga de vice fora do PSD estão o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual André do Prado (PL), e até o MDB do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes.
Deputados da Alesp confirmaram ao g1 que o presidente nacional do PL, Valdermar da Costa Neto, já avisou que vai investir pesado para que André do Prado seja o indicado para a chapa de Tarcísio.
O argumento de Costa Neto é que o PL tem a maior bancada de deputados estaduais que dão suporte ao governo Tarcísio da Alesp e o partido é imprescindível para a governabilidade no estado.
O presidente da Alesp, André do Prado (PL), conta com o presidente do partido – Valdemar da Costa Neto – pra tentar emplacar a vaga de vice de Tarcísio em 2026.
Divulgação/PL
Partidos como PP e MDB também se movimentam para tentar a vaga de vice. No MDB, o desejo é que o prefeito de São Paulo ocupe essa vaga.
O argumento dos emedebistas é que Nunes deve ficar sem cargo a partir de 2028, quando termina seu segundo mandato como prefeito da capital e, portanto, perderá força política para tentar o governo estadual em 2030.
Nos cálculos do MDB, Nunes deveria ocupar a vice e preparar uma candidatura estadual em 2030 já no cargo de governador, uma vez que Tarcísio é dado como nome certo para a Presidência da República em 2030 porque, se reeleito agora, não poderá disputar novamente o governo de São Paulo.
Em público, Nunes declarou no ano passado que não sairia candidato em 2026 e terminaria o mandato de prefeito, mas deixou claro, em entrevista à GloboNews no dia 14 de julho de 2025, que “o que o Tarcísio me pedir, não tenho como negar”. (Veja vídeo abaixo.)
Fontes da prefeitura ouvidas pelo g1 afirmam, entretanto, que pesa contra a articulação do MDB o fato de o vice-prefeito de São Paulo ser o coronel Mello Araújo (PL).
Ricardo Nunes (MDB) e o vice Ricardo Mello Araújo (PL) na posse em 1° de janeiro de 2025
Douglas Ferreira/Rede Câmara
Araújo é tido pelos auxiliares de Nunes como alguém que “joga contra o secretariado”, ao apontar publicamente erros da administração municipal e impedir licitações de várias pastas. Ele foi indicado ao cargo pela família Bolsonaro e é amigo pessoal do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso em Brasília.
“O vice do Nunes é alguém muito inexperiente e de pouco traquejo político. Foi indicado em troca de apoio do Bolsonaro na eleição municipal de 2024. Deixar ele dois anos na cadeira de prefeito pode causar um estrago irreversível na carreira de Nunes, inviabilizando qualquer candidatura em 2030”, disse um auxiliar próximo do prefeito de SP na condição de anonimato.
Manutenção de Felício Ramuth
O governador Tarcísio de Freitas e o vice Felicio Ramuth no Palácio dos Bandeirantes.
Foto: Pablo Jacob / Governo de São Paulo
A reportagem apurou que, internamente, o governador Tarcísio tem dito que prefere manter Felício Ramuth como vice para evitar desgastes com os partidos da base.
Pesa a favor da manutenção do PSD na vaga de vice o fato de o partido de Kassab ter conquistado o maior número de prefeituras em São Paulo na eleição, conquistando uma capilaridade eleitoral que será imprescindível para os planos de reeleição do governador.
Na última eleição municipal de 2024, o PSD conquistou 206 prefeituras, contra 104 do PL de Jair Bolsonaro, 84 do Republicanos, 66 do MDB e 47 do PP, todos partidos da base.
“A cadeira é do PSD por merecimento e capilaridade política. Mas as chances do Kassab são baixas porque Tarcísio sabe que, assim que vencer a eleição com Kassab de vice, no 1° dia do segundo mandato começará a ‘campanha’ e o foco do novo mandato tem que ser gestão e não eleição”, disse um secretário do governo paulista.
Segundo a avaliação desse secretário, que pediu para não ser identificado, “Kassab tem um poder muito grande e, para chegar à cadeira que sempre quis sentar, vai querer adiantar o calendário de 2030 que pode acabar prejudicando os planos futuros do próprio Tarcísio”.
Mapa das cidades de São Paulo vencidas por cada partido em 2024.
Reprodução/g1
Nesse sentido, os aliados de Tarcísio afirmam que Felício Ramuth tem as melhores chances de continuar na vaga, “pela sua colaboração com o governador até aqui” e pela “discrição com que trata todas as questões políticas internas” do Palácio dos Bandeirantes, mesmo com a cadeira ameaçada por tantos aliados.
“Felício Ramuth hoje tem mais chance e joga parado para conquistar a vaga. Basta não fazer nenhum momento que desagrade o governador que tem a vaga assegurada na chapa”, afirmou um deputado estadual do PSD com trânsito no Palácio dos Bandeirantes.
Família Bolsonaro
O presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, ao lado do casal Jair e Michelle Bolsonaro.
Beto Barata/PL/Divulgação
Em relação à pressão do PL de Valdermar da Costa Neto, os auxiliares de Tarcísio afirmam que o acordo com a família Bolsonaro desde sempre foi do partido ocupar a vaga de candidato ao Senado.
Inicialmente, o escolhido era Eduardo Bolsonaro. No entanto, desde a cassação dele na Câmara dos Deputados por excesso de faltas e a fuga para os Estados Unidos para articular o tarifaço de Trump contra o Brasil, que o fez virar alvo de processo no Supremo Tribunal Federal (STF), a vaga está em aberto.
Mas fontes do próprio PL dizem que Valdemar já trabalha com o nome de Michelle Bolsonaro, esposa do ex-presidente, para a vaga.
A ideia é que Michelle seja contraponto à Simone Tebet (MDB) e Marina Silva (Rede), que devem sair para o Senado em São Paulo do lado dos partidos lulistas.
ETrazer a Michele Bolsonaro para São Paulo seria um strike na oposição em SP. A vaga do PL sempre foi ‘reservada’ ao Jair Bolsonaro e é ele quem fará a escolha. O Valdemar se acha no direito de pedir mais, mas ele não terá influência sem sobre a escolha do candidato ao Senado”, afirmou um membro do primeiro escalação do governo Tarcísio.
Os aliados de Tarcísio são unânimes em dizer que a decisão final sobre a chapa e sobre o candidato a vice será do próprio governador de SP, a partir da conversa de que ele pretende manter ter a família Bolsonaro. O prazo final de homologação das chapas e registro oficial de candidatura na Justiça Eleitora é 15 de agosto, segundo Tribunal Superior Eleitoral.
Outros candidatos ao governo de SP
O presidente Lula (PT) ao lado dos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejanento).
Divulgação/Gov.Br
Além de Tarcísio de Freitas, a oposição articula a candidatura de Fernando Haddad (PT) ou Simone Tebet (MDB) para o governo de São Paulo do lado dos partidos lulistas.
Como para os planos de reeleição de Lula à presidência a presença de um candidato forte em São Paulo é considerada essencial, o próprio petista está empenhado em lançar um nome forte de seu governo para concorrer no estado.
O plano principal é o ministro da Fazenda Fernando Haddad, que já concorreu contra Tarcísio em 2022 e foi derrotado no 2° turno por 55,27% a 44,73%.
Haddad anunciou que deve deixar o cargo de ministro neste mês de fevereiro, mas ainda não confirmou a intenção de sair candidato ao governo paulista.
Caso o ministro desista do governo estadual, o plano do B dos petistas é lançar a ministra do Planejamento Simone Tebet para a vaga. A ministra também disse que conversou com Lula sobre eventual candidatura ao Senado por São Paulo e anunciou saída da pasta até 30 de março.
Nesse caso, a chapa do campo lulista seria Haddad de candidato ao governo de SP, Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (MDB) disputariam as duas vagas do Senado.
Marina Silva já tem domicílio eleitoral em São Paulo, por onde foi eleita deputada federal em 2022 com 237.526 votos.
A deputada federal Érika Hilton (PSOL) e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede Sustentabilidade), que podem ser candidatas em São Paulo.
Reprodução/Redes Sociais
No caso de uma candidatura de Haddad, o ministro Márcio França (PSB) seria o vice da chapa, segundo fontes dos dois partidos.
Mas dentro do PT tudo ainda depende de articulações que ainda estão em andamento.
Ainda no campo da oposição, o PSOL planeja lançar a deputada federal Érika Hilton para o governo paulista. Mas também estão em compasso de espera para as movimentações federais em torno da candidatura de Lula à reeleição.

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Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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