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Política

Procurados por feminicídio integram lista dos criminosos mais procurados do país

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Brasil tem mais de 300 condenados ou suspeitos de feminicídio procurados pela Justiça
Entre os 336 mandados de prisão por feminicídio que seguem pendentes de cumprimento no país, ao menos três têm como alvos homens incluídos na lista dos criminosos mais procurados do Brasil.
Levantamento exclusivo do g1 identificou esses procurados, a partir dos mandados de prisão pendentes do Banco Nacional de Medidas Penais e Mandados de Prisão (BNMP), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e encontrou três nomes que também estão listados no Projeto Captura.
A ferramenta começou a operar no início de dezembro do ano passado e reúne governos estaduais e o governo federal no combate ao crime organizado.
Ato público em combate a violência à mulher acontece em Volta Redonda
Adriana Cópio – Secom/PMVR
Cada governo estadual pode indicar até oito nomes para constarem da lista de mais procurados. Entre os indicados dos estados do Sergipe, Tocantins e Rondônia, há foragidos com mandado de prisão em aberto pelo crime de feminicídio.
Casos de feminicídios com mandados pendentes
Alberto Correa – Arte/g1
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15 anos após crimes, alvo de mandado segue foragido
Um dos procurados é Gisélio Monteiro dos Santos, contra quem o Tribunal de Justiça de Sergipe mantém em aberto um mandado de prisão preventiva. Ele é apontado como autor de uma tentativa de feminicídio. Segundo as investigações, no dia 15 de julho de 2010, Gisélio teria cometido uma série de crimes no povoado Massapê, na zona rural de Riachuelo, município localizado a 23 quilômetros da capital, Aracaju.
Gisélio Monteiro dos Santos acumula oito mandados de prisão ou de internação e é um dos criminosos mais procurados do país.
Reprodução
Gisélio é suspeito de roubo e de estuprar duas adolescentes. Conhecido pelos apelidos de “Adelmo”, “Saruê Pau” ou “Brother”, ele é procurado por feminicídio desde 2018.
Além do mandado de prisão expedido por causa do crime de feminicídio, Gisélio tem outros sete mandados de internação ou de prisão em seu nome, emitidos pelo Tribunal de Justiça de Sergipe, para os crimes de roubo, dano ao patrimônio e latrocínio.
A jurista e advogada Soraia Mendes, que atuou na ADPF 779 (que questionou a tese da legítima defesa da honra) e já coordenou o Comitê para a América Latina e o Caribe de Defesa dos Direitos das Mulheres, o feminicídio costuma ser tratado de forma individualizada, como um caso isolado.
“Mas o Estado, tanto no Poder Judiciário quanto no Poder Executivo, tem um papel relevante nesse contexto”, afirma.
Segundo ela, políticas de proteção às mulheres passam necessariamente pela segurança pública. “O Estado atua, ou deveria atuar, para criar condições de responsabilização desses agressores, desses feminicidas. Nesse ponto, o Brasil ainda tem um débito muito grande”, diz.
Homem mata ex com concreto na frente dos filhos
Outro caso envolve Cláudio Jerre Alexandre Dias, considerado foragido da Justiça após ser condenado pelo assassinato da ex-companheira. O crime ocorreu em 2 de maio de 2022, em Gurupi (TO), e de acordo com o processo judicial, ela foi agredida com diversos golpes na cabeça utilizando um pedaço de concreto.
De acordo com os depoimentos de testemunhas, no dia do crime, Cláudio chegou à residência gritando para que a mulher abrisse o portão e, diante da negativa, invadiu o local. Pouco tempo depois, uma vizinha ouviu a vítima pedindo socorro enquanto o acusado a agredia repetidamente, até que os gritos cessaram.
Cláudio Jerre Alexandre Dias, considerado foragido da Justiça após ser condenado pelo assassinato da ex-companheira
Reprodução
Após o ataque, Cláudio deixou o local e voltou para buscar os filhos, que presenciaram a agressão. A vítima chegou a ser socorrida, mas morreu dias depois, deixando três filhos pequenos.
A defesa alegou legítima defesa, reação a um suposto ataque da vítima com uma faca. A versão foirejeitada pela investigação, que apontou histórico de violência, incluindo agressão anterior com uma picareta e medida protetiva em vigor.
Antes do feminicídio, Cláudio já havia atacado a ex-companheira com uma picareta, causando sequelas permanentes. Além disso, a vítima tinha uma medida protetiva contra Cláudio.
Em novembro de 2023, o Tribunal do Júri de Gurupi condenou Cláudio a 42 anos de prisão e ao pagamento de R$ 50 mil à família da vítima. Ele fugiu após o crime e segue foragido, com mandado de prisão válido até 2042. A defesa não foi localizada.
Para Alice Bianchini, doutora em direito penal e integrante do Conselho Nacional do Direito da Mulher, a justificativa da “não se conformar com o fim de um relacionamento” não explica o crime de feminicídio.
“Uma pessoa que não se conforma com alguma coisa não vai matar com requintes de crueldade. Na verdade, o que motiva o feminicídio nesses casos é o sentimento de posse, tudo gira em torno do sentimento de posse. Então não é que ele não se conformou com o fim do relacionamento, ele não se conformou com essa mulher que tomou a decisão que ele acha que mulher nenhuma poderia tomar.”
Cláudio também é procurado pelos crimes de homicídio qualificado, tráfico de drogas e associação para o tráfico, com um processo que tem data de 2006, com mandado de prisão emitido em 2018.
Foragido matou esposa a tiros
Também entre os mais procurados está Márcio Moreira Arruda, acusado de assassinar a esposa. O crime ocorreu em dezembro de 2023, na zona rural de Rio Pardo, distrito de Porto Velho (RO). A ordem de prisão foi divulgada publicamente em agosto de 2024, após sucessivas tentativas frustradas de localizá-lo.
Cartaz de procurado: Márcio Moreira
Polícia Civil/Divulgação
Conforme o boletim de ocorrência e os depoimentos colhidos, o casal passou o dia ingerindo bebidas alcoólicas. O pai da vítima relatou que Márcio teria exibido uma arma de fogo em diversas ocasiões ao longo da tarde.
Por volta das 19h30, vizinhos ouviram uma discussão intensa, seguida de disparos. Ao chegar à residência, o pai de Rosângela encontrou a filha caída no chão, já sem vida. O suspeito fugiu pelos fundos do imóvel, escondendo-se em uma área de mata, e desde então não foi localizado.
Alice aponta que a proximidade com a vítima “dá muita oportunidade para o feminicídio estar presente na vida da vítima e praticar o crime”. Ela explica que existem dois tipos de feminicídio: o íntimo e o não íntimo.
“O feminicídio não íntimo é quando você mata a pessoa por desprezo ou discriminação. Então você nem precisa conhecer pessoa, mas faz, mata aquela mulher. O não íntimo é muito raro acontecer. Agora, o íntimo, em que você tem relacionamento, que você tem conhecimento e proximidade com a vítima é mais comum.”
Casos de feminicídios com mandados pendentes
Alberto Correa – Arte/g1
O que é a lista de procurados do Ministério da Justiça
A criação da lista de procurados foi determinada por uma portaria de 2023 do Ministério da Justiça. Segundo essa norma, os objetivos são
Divulgar os nomes das pessoas cuja prisão é estratégica para o combate a organizações criminosas.
Auxiliar os órgãos de segurança a prender esses criminosos, a partir de denúncias anônimas da população (o site tem os telefones 190, 197 e 181).
Contribuir para a redução de indicadores de crimes graves, violentos, hediondos ou semelhantes.
Garantir o cumprimento da lei penal (pela regra, só entra na lista quem é alvo de mandado de prisão).

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Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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