Economia
TCU autoriza inspeção nos Correios para apurar possíveis irregularidades na gestão
O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou, nesta quarta-feira (4), a realização de uma inspeção nos Correios para apurar possíveis irregularidades administrativas, financeiras, operacionais e institucionais na gestão da estatal. A empresa terá prazo de 20 dias para encaminhar as informações solicitadas à Corte de Contas.
A medida atende a uma solicitação do Congresso Nacional para a realização de auditoria na empresa. Como já existem procedimentos em curso, o TCU decidiu instaurar uma inspeção para abarcar os questionamentos apresentados pelos parlamentares.
Dentro do prazo estabelecido, os Correios deverão apresentar cópia do processo administrativo referente ao contrato de confissão de dívida firmado com o Postalis, no valor de R$ 7,6 bilhões, destinado a cobrir o déficit do plano de benefícios do fundo de pensão. O Tribunal também requer informações sobre a motivação do contrato, as análises realizadas, a origem da dívida, o valor efetivamente contratado e os montantes já pagos.
Além disso, a estatal deverá encaminhar cópia de eventuais ações da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) relacionadas ao contrato de confissão de dívida da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) com o Postalis, também no valor de R$ 7,6 bilhões, voltado ao equacionamento do déficit do plano de benefícios.
O TCU solicitou ainda a apresentação do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2020 entre Postalis, Correios e Previc, além de possíveis termos aditivos. Pelo acordo, o instituto se comprometeu a buscar alternativas para equacionar o déficit do fundo de pensão, evitando a liquidação do plano.
Correios
Em meio a uma crise econômico-financeira, os Correios acumulam mais de 13 trimestres consecutivos de prejuízo. No fim do ano passado, a estatal fechou um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco dos principais bancos do país para reforçar o caixa.
Os prejuízos vêm se acumulando ao longo dos últimos três anos, com queda de receitas e aumento de despesas. Cerca de 60% das despesas são com gastos de pessoal. Pesam também os precatórios — dívidas que a estatal é obrigada a pagar por decisões judiciais.
No fim do ano passado, o presidente da estatal, Emmanoel Rondon, afirmou que a empresa ainda vai precisar de mais R$ 8 bilhões em 2026.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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