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Economia

Agibank reduz tamanho de IPO nos EUA em mais de 50%

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Agibank
Divulgação/Agibank
O Agibank reduziu em mais de 50% sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos, de acordo com um comunicado divulgado nesta terça-feira (10).
A empresa agora planeja vender 20 milhões de ações, em comparação à previsão anterior, de cerca de 43,6 milhões de papéis. O grupo será listado na Bolsa de Valores de Nova York sob o símbolo “AGBK”.
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Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup são os coordenadores globais da oferta. Outros bancos também participam da estruturação da oferta, entre eles Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander, Société Générale, XP Investimentos e Oppenheimer & Co., de acordo com os documentos apresentados ao regulador.
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Pedido protocolado em NY
A fintech havia protocolado o pedido de IPO com distribuição primária e secundária na Bolsa de Nova York (Nyse, na sigla em inglês) em 14 de janeiro deste ano.
A expectativa é que a empresa destine os recursos captados na oferta para “propósitos corporativos gerais”, segundo informou em documento enviado à SEC (CVM americana), à época.
A companhia também informou que pode destinar parte do dinheiro para a compra ou investimento em novos negócios, produtos, serviços ou tecnologias. No entanto, destaca que “não tem acordos ou compromissos para aquisições ou investimentos materiais neste momento”.
A origem do Agibank remonta a 1999, quando Marciano Testa, então estudante universitário, fundou a Agiplan com o objetivo de ampliar o acesso ao crédito no Brasil.
Além de Testa, o Agibank tem como principais acionistas as gestoras brasileiras Vinci Compass e Lumina Capital Management. A Lumina é presidida por Daniel Goldberg, ex-presidente do Morgan Stanley no Brasil e ex-integrante do conselho de administração do Nubank, segundo documentos apresentados ao regulador.
No acumulado de 2025 até o fim de setembro, o banco contava com cerca de 6,4 milhões de clientes ativos, carteira de crédito de R$ 34 bilhões, lucro líquido de R$ 875 milhões e retorno médio sobre o patrimônio líquido de 41%, segundo o balanço do terceiro trimestre divulgado em seu site de relações com investidores.
O número de funcionários era de 5.030, ante 4.700 no fim de 2024, de acordo com os documentos apresentados ao regulador.
O pedido de IPO amplia a lista de empresas brasileiras do setor financeiro que abriram capital nos Estados Unidos, da qual já fazem parte Nubank, XP, Inter, PagBank e StoneCo.
O banco digital PicPay também protocolou a documentação necessária para uma abertura de capital na Bolsa de Nova York em janeiro.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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