Economia
Google oferece pacote de demissão voluntária a funcionários insatisfeitos, diz jornal
Logotipo do Google é visto em escritório da empresa em Mountain View, na Califórnia
Paresh Dave/Reuters
O Google começou 2026 com um recado direto para parte de seus funcionários: quem não estiver confortável com o ritmo de trabalho ou pronto para seguir outro caminho pode sair da empresa com um pacote de desligamento.
Segundo o portal Business Insider, a empresa está oferecendo programas de saída voluntária para alguns funcionários da sua organização global de negócios, conhecida como GBO, que reúne áreas como vendas, soluções e desenvolvimento corporativo.
A informação consta em um e-mail enviado à equipe na terça-feira (10) pelo diretor de negócios do Google, Philipp Schindler, ao qual a Business Insider teve acesso.
O g1 questionou o Google Brasil sobre a possibilidade de o programa se aplicar a funcionários no país, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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No texto, Schindler teria afirmado que o Google entra no ano “em uma posição forte”, graças aos resultados de 2025, mas destaca que o cenário é dinâmico e exige um ritmo acelerado.
De acordo com a Business Insider, o executivo disse que todos na GBO precisam estar “totalmente comprometidos” com a missão da empresa e adotando a inteligência artificial para ampliar o impacto do trabalho.
Para aqueles que não estão “curtindo o ritmo” ou que estão prontos para deixar o Google, a empresa passou a oferecer a possibilidade de saída voluntária com pacote de rescisão, mas apenas para determinadas funções nos Estados Unidos, segundo a Business Insider.
Entre as áreas elegíveis estão equipes de soluções, vendas, desenvolvimento corporativo e outras funções dentro da GBO. Já grandes equipes de vendas para clientes na América e cargos diretamente voltados ao atendimento ao cliente não foram incluídos no programa.
De acordo com a Business Insider, Schindler explicou que a decisão de excluir essas funções foi tomada para evitar impactos na relação com os clientes.
“Embora todas as funções da GBO sejam essenciais para nossa estratégia de longo prazo, decidimos não oferecer o programa para esses cargos específicos para limitar ao máximo qualquer interrupção aos nossos clientes”, escreveu o executivo no e-mail.
A iniciativa não é inédita dentro da empresa. Segundo a Business Insider, o Google já ofereceu pacotes de desligamento a funcionários de outras áreas ao longo do último ano.
Em junho, a companhia fez ofertas semelhantes a alguns trabalhadores nos Estados Unidos enquanto reforçava sua política de retorno ao escritório. Em outubro, também ofereceu pacotes de saída a funcionários do YouTube como parte de uma reorganização interna.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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