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Política

Valdemar diz que ‘vai lutar’ para que o vice na chapa de Tarcísio à reeleição em SP seja do PL e indica o nome de André do Prado

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Valdermar da Costa Neto diz que vai indicar o presidente da Alesp, André do Prado (de azul à direita), para a vice de Tarcísio
Montagem/g1/Reprodução/GloboNews e GESP
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar da Costa Neto, disse nesta quarta-feira (11) que “vai lutar” para que o vice na chapa à reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo seja do PL. Ele disse ainda que o nome do partido é o do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), deputado André do Prado (PL).
Em entrevista ao programa “Em Ponto”, da GloboNews, Valdemar argumentou que a vaga de vice deveria ficar com o PL por ser a sigla de apoio a Tarcísio com a maior bancada de deputados estaduais.
“Não tenho dúvida disso [que o vice tem que ser do PL]. Vou pedir para o Tarcísio isso depois do carnaval. Vou marcar uma audiência com ele e pedir essa vaga para ele. Porque quem manda na vaga é ele. O vice é ele quem tem que escolher”, afirmou.
“Nós vamos lutar pela vice e o nosso vice é o André do Prado, presidente da Assembleia nesses quatro anos. Nós vamos pedir a vice porque nós temos 20 deputados estaduais. Nós temos metade da bancada que apoia o governo e vamos eleger 25 ou 26 deputados estaduais. Então, nós vamos chegar para o governador Tarcísio: ‘nós viemos pedir a vice porque temos isso, isso e isso para oferecer e queremos fazer parte do seu governo’. Vamos em cima disso para valer”, declarou Valdemar.
O presidente do PL declarou que existe um acordo dentro do partido para que a família Bolsonaro escolha o candidato do partido que vai disputar a vaga para o Senado Federal por São Paulo neste ano, mas que a indicação dos candidatos ao executivo cabe à direção nacional da sigla.
Inicialmente, o nome que a família de Jair Bolsonaro indicaria para concorrer ao Senado era Eduardo Bolsonaro. Mas como o filho de Bolsonaro foi cassado na Câmara dos Deputados por excesso de faltas, após ter migrado há quase um ano para os Estados Unidos, e é alvo de processo do Supremo Tribunal Federal (STF), ele não poderá disputar a cadeira pelo estado.
Valdermar da Costa Neto (PL) em entrevista ao Em Ponto, da GloboNews, nesta quarta-feira (11).
Reprodução/GloboNews
Valdemar afirma que outros nomes do partido ligados à família Bolsonaro estão sendo estudados. Entre eles o do deputado federal Marcos Feliciano e Mário Frias, além dos deputados estaduais Cezinha de Madureira e Gil Diniz.
“O Eduardo tinha situação confortável em São Paulo. Estava praticamente eleito. Mas de desespero pela situação do pai fez qualquer coisa para tirar o pai disso. Mas ele continua nos ajudando a decidir quem vai ser o candidato ao Senado. Nós estamos fazendo uma pesquisa para o Eduardo Bolsonaro e a família poderem avaliar quem é que eles vão escolher”, disse.
“Eu tenho um acordo com o Bolsonaro que quem ele escolher a gente respeita e ele respeita também. Senador é o Bolsonaro que indica. Governador é a direção nacional que faz a indicação”, explicou.
Mudança de partido
Na entrevista à GloboNews, Valdemar também afirmou que existia uma expectativa de que Tarcísio migrasse para o PL caso fosse candidato à Presidência da República, mas com a permanência do governador em São Paulo, a expectativa é que ele permaneça no Republicanos.
“O Tarcísio tinha uma situação: ele já tinha me dito 3, 4 ou 5 vezes que, se fosse candidato à Presidência, viria pro PL. Como ele não é candidato a presidente, pode ser que ele fique no Republicanos, que é um partido parceiro nosso. Ele tem uma situação hoje em São Paulo que não depende de partido. O Tarcísio tem aprovação muito boa em São Paulo, tem muito prestígio”, afirmou.
Xadrez do vice em SP
O governador Tarcísio e os pleiteantes à vaga de vice em 2026: Gilberto Kassab (PSD), André do Prado (PL), Felício Ramuth (PSD) e Ricardo Nunes (MDB).
Montagem/g1/Reprodução/GESP/Divulgação/Redes Sociais
Conforme o g1 publicou, a ambição do PL para a vaga de vice abriu uma disputa interna entre os partidos que apoiam o governador Tarcísio de Freitas para a vaga de vice.
Além do PL, o presidente nacional do PSD – Gilberto Kassab – já declarou publicamente o interesse pela vaga, que atualmente é ocupada pelo ex-prefeito de São José dos Campos, Felício Ramuth.
Além do PL e PSD, o MDB do prefeito da capital Ricardo Nunes também quer indicar o vice da chapa.
O g1 apurou que a tendência, nesse momento, é que Tarcísio continue com Ramuth na vaga, pela lealdade que o atual vice demonstrou ao longo dos últimos três anos de mandato e para manter a base pacificada durante o período eleitoral.
LEIA MAIS:
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Porém, o namoro do PSD e do MDB na esfera federal com a chapa de Lula (PT) que vai concorrer a Presidência da República pode mudar esse xadrez, segundo fontes do Palácio dos Bandeirantes.
Dentro do MDB, os caciques do partido falam até em indicar o prefeito Ricardo Nunes para a vaga. Mas todos os partidos admitem que a decisão será do próprio Tarcísio.
“A vice, como eu disse agora há pouco, assim como os candidatos ao Senado, ele [Tarcísio] é quem vai coordenar. Evidente que o partido vai participar da chapa majoritária, mas sob o comando dele. Ele terá a liberdade de fazer essa escolha, como líder da coligação. Vamos aguardar o encaminhamento, mas seria um privilégio grande [ser o vice]”, afirmou Gilberto Kassab em entrevista no último dia 30 de janeiro.
“Na vida pública, aqueles que não são obstinados por nenhum cargo, como no meu caso, eu falar que não teria alegria com esse privilégio, é claro que eu teria. Mas não é nenhuma obstinação ou fonte de desejo”, pontou o presidente do PSD.

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Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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