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Economia

Relator no TCU diz que BC terá acesso a documentos do caso Master se fizer pedido ao gabinete

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O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jhonatan de Jesus, decidiu que o Banco Central terá acessos a documentos do caso do Banco Master se fizer pedido ao gabinete dele. Jhonatan é relator da investigação no TCU sobre o processo de liquidação do Master, feito pelo BC.
Mais cedo, o jornal Valor Econômico mostrou que o ministro havia tirado o acesso do BC à documentação, em um movimento considerado incomum, já que mesmo as partes investigadas costumam ter acesso aos dados das apurações.
Agora, Jhonatan de Jesus afirmou ao blog que reclassificou ou documentos da área técnica do TCU sobre o caso Master.
A reclassificação é de “sigiloso” para “sigiloso com exigência de autorização específica para acesso”.
Ou seja, no momento em que ele receber o material, as partes interessadas, como o próprio BC, poderão solicitar o documento e terão acesso ao conteúdo.
Os documentos da área técnica estão previstos para chegar ao gabinete nesta quinta-feira (12).

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Economia

Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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