Economia
Chevrolet Sonic, versão SUV do Onix, chega no segundo trimestre
Chevrolet Sonic chega no segundo trimestre de 2026
Divulgação/Chevrolet
A Chevrolet anunciou nesta quinta-feira (12) que seu novo SUV subcompacto Sonic será lançado no segundo trimestre de 2026. A marca retoma o nome usado anteriormente em um hatch, mas para seu esperado “SUV do Onix”.
O veículo será produzido na fábrica de Gravataí (RS), uma das cinco unidades da Chevrolet no Brasil. A planta gaúcha hoje concentra a produção do Onix, nas versões hatch e sedã, e passa a integrar a estratégia da montadora de ampliar o portfólio de SUVs no país.
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A unidade de Gravataí passa por uma modernização para iniciar a produção do Sonic. A fabricação em massa e o lançamento do SUV estão previstos para 2026, resultado de um investimento de R$ 1,2 bilhão anunciado pela GM em 2024.
A fábrica do Rio Grande do Sul já produziu mais de 3 milhões de unidades do Onix, que se tornou o modelo mais fabricado pela marca no país, superando Chevrolet Corsa em agosto deste ano.
Novidade era esperada
Fabio Rua confirma que Chevrolet terá SUV para brigar com VW Tera e Fiat Pulse
Em entrevista ao g1 em março, o vice-presidente da General Motors Brasil, Fabio Rua, havia revelado que esse seria um dos mais importantes movimentos da montadora: a entrada na disputa entre os SUVs de entrada, um dos segmentos que mais cresce em vendas no país.
A briga entre SUVs compactos, com preços a partir dos R$ 100 mil, é das mais acirradas do mercado. Foram lançados do zero Volkswagen Tera, Nissan Kait, Renault Kardian e Citroën Basalt, que disputam com Fiat Pulse.
“O investimento de R$ 1,2 bilhão que anunciamos para nossa planta de Gravataí (RS) será destinado à produção de um veículo em uma categoria na qual ainda não atuamos, e que será revelado este ano”, afirmou o executivo à época.
Chevrolet Sonic já existiu e foi descontinuado
Sonic hatch e sedã estreiam design inovador no Brasil
Divulgação
O nome Sonic não é novidade no Brasil. A Chevrolet lançou, em 2012, um hatch com esse nome, mas o compacto fez pouco sucesso por aqui.
Posicionado acima do Onix, o Sonic era o único da linha a usar motor Ecotec 1.6 de 16 válvulas, com 120 cavalos. Isso fazia com que a manutenção tivesse custos diferentes dos demais modelos 1.0 e 1.4 da General Motors.
Além disso, o carro, nas versões hatch e sedã, sempre foi importado: primeiro da Coreia do Sul e depois do México.
Ele compartilha a plataforma com o já aposentado Cobalt e com a Spin, que segue no portfólio da Chevrolet. A construção do Sonic e a experiência ao volante eram boas, mas, para muitos clientes, o Onix entregava sensações parecidas por um preço mais baixo.
Por isso, o modelo foi vendido por apenas dois anos no Brasil. Hoje, o compacto pode ser uma boa opção no mercado de seminovos, mas o fato de ter peças importadas afasta quem não quer correr riscos.
Se no motor o hatch empolgava, no porta-malas deixava a desejar: eram apenas 265 litros. Na versão sedã, acomodava mais bagagem, com 477 litros.
Em segurança, o Sonic se destacava por oferecer dois airbags e ABS desde as versões mais simples. Era possível comprar o hatch ou o sedã com câmbio automático ou manual.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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