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Política

7 pontos sobre a nova pesquisa Quaest, que projeta disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro

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Quaest, 2º turno: Lula lidera; menor vantagem é contra Flávio Bolsonaro
A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), mostra Lula com avaliação estável e na liderança em cenários de 1º e 2º turno.
Indica também que a vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno, que era de dez pontos em dezembro, agora é de cinco.
Felipe Nunes, diretor da Quaest, avalia que os números consolidam o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro como o principal nome da oposição na corrida presidencial.
Esta é a primeira pesquisa sem o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem dito que disputará a reeleição.
O levantamento mostra ainda que Lula e Flávio são também os candidatos com maior rejeição. Para Nunes, esse é mais um indicativo de que a disputa será apertada.
1 – Lula à frente e Flávio no retrovisor
Além dos cenários eleitorais, a Quaest mediu também a aprovação de Lula. Os números oscilaram dentro da margem de erro, que é de dois pontos, e indicam um cenário estável desde o último trimestre de 2025.
49% desaprovam o desempenho de Lula (eram 49% em janeiro e 49% em dezembro);
45% aprovam (eram 47% em janeiro e 48% em dezembro);
6% não sabem ou não responderam (eram 4% em janeiro e 3% em dezembro).
Para Felipe Nunes, “a divisão do país aparece também na aprovação do governo”.
Lula aparece na dianteira nos sete cenários de 1º turno, com percentuais de intenção de voto que variam entre 35% e 39%. Flávio Bolsonaro é o segundo, com índices que vão de 29% a 33%.
A maior diferença entre eles é de oito pontos; a menor, de quatro.
Para o 2º turno, o levantamento mostra que a vantagem do presidente sobre o senador era de dez pontos no fim do ano, passou para sete em janeiro e agora está em cinco.
“A pesquisa revela uma diminuição residual da vantagem de Lula para Flávio”, diz Felipe Nunes.
Pesquisa Quaest mostra desempenho de Lula e Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno
Arte g1
Entre os que se consideram independentes, grupo que corresponde a 32% do eleitorado e pode decidir a disputa, a vantagem de Lula sobre Flávio era de 16 pontos e agora é de cinco.
Em janeiro, o presidente tinha 37% nesse grupo, e o senador, 21%. Na pesquisa atual, Lula aparece com 31%, contra 26% de Flávio.
Por se tratar de um recorte do eleitorado, a margem de erro neste caso é maior do que dois pontos.
2 – Flávio Bolsonaro consolida pré-candidatura
Sem Tarcísio, Flávio se consolidou como principal candidato da oposição, segundo a avaliação de Felipe Nunes. A candidatura foi lançada em dezembro, quando o senador anunciou que havia recebido o apoio do pai, condenado e preso por golpe de Estado.
“A consolidação da candidatura de Flávio Bolsonaro nas pesquisas aconteceu pela sua capacidade de atrair o eleitor bolsonarista e o eleitor de direita não bolsonarista. Seu desafio ainda é atrair o eleitor independente, que define a eleição. Lula continua muito forte entre lulistas e na esquerda e numericamente à frente entre os independentes”, afirma o diretor da Quaest.
Entre os eleitores que se declaram bolsonaristas, Flávio registra entre 87% e 93% das intenções de voto, a depender do cenário. Na direita não bolsorista, ele vai de 62% a 72%.
A pesquisa também mostra que 69% sabem que o senador recebeu o apoio do pai.
Para 44%, Bolsonaro acertou ao indicar o filho. Eram 43% em janeiro e 36% em dezembro. Para 42%, o ex-presidente errou. Esse índice era de 44% em janeiro e de 54% em dezembro.
“Cada vez mais gente da direita e do bolsonarismo diz que Bolsonaro acertou ao indicar o filho para disputar a presidência. Eles se mostram mais convencidos sobre a indicação e passam a ter mais intenção de votar”, diz Nunes.
Lula e Flávio Bolsonaro
Reprodução
3 – Disputa pelos independentes
Análise: o peso dos independentes e o cenário de alerta para as eleições de 2026
No recorte do eleitorado independente — que não se considera nem de esquerda, nem de direita; nem lulista, nem bolsonarista —, o levantamento aponta um cenário embolado.
Na simulação de 2º turno, entre os independentes Lula tinha 41% das intenções de voto em agosto do ano passado, contra 19% de Flávio.
Em dezembro, Lula marcava 37%, e Flávio, 21%. Agora, essa distância é de cinco pontos: o presidente tem 31%, e Flávio aparece com 26%. Além disso, 38% dizem que não iriam votar nesse cenário.
Como as margens de erro são maiores, as análises sobre esse segmento exigem cautela.
4 – Rejeição alta
Quaest de fevereiro de 2026 – Rejeição a candidatos
Arte/g1
A análise da rejeição dos candidatos também sugere uma eleição bastante competitiva entre Lula e Flávio, segundo Felipe Nunes. A rejeição de ambos é praticamente igual: 54% para o presidente e 55% para o senador.
Para o diretor da Quaest, Lula leva pequena vantagem por ter um potencial de voto um pouco maior: 42%, contra 36% de Flávio.
Entre os eleitores independentes, Lula e Flávio registram o mesmo índice de rejeição: 64%.
5 – Maioria não vê Lula merecendo novo mandato
Apesar da liderança nas intenções de voto, 57% dos entrevistados afirmam que Lula não merece ser reeleito. Outros 39% consideram que ele deve continuar.
“Lula lidera todos os cenários, mas ainda não conseguiu empolgar a maioria”, diz Nunes.
Ainda de acordo com a pesquisa, 55% acham que Lula venceria a eleição numa disputa contra alguém da família Bolsonaro. Neste caso, 35% acreditam que o vencedor seria alguém de sobrenome Bolsonaro.
No cenário sem a família na disputa, 49% acham que Lula venceria e 40% apostam em um nome da oposição.
6 – Medo dividido: Bolsonaro ou Lula
Quando questionados sobre o que mais temem para o país, 44% dos entrevistados afirmam ter receio de uma volta da família Bolsonaro ao poder, enquanto 41% dizem temer a reeleição de Lula.
“Fundamental para projetar o resultado de 2022, a variável que mede o medo continua sugerindo um empate técnico se a eleição for entre os dois polos”, avalia o diretor da Quaest.
7 – Ratinho é o melhor posicionado do PSD, mas distante
Kassab postou foto com Eduardo Leite, Ronaldo Caiado e Ratinho Jr, o trio de presidenciáveis do PSD
Reprodução/X
A pesquisa é também a primeira da Quaest desde que Ronaldo Caiado se filiou ao PSD, que agora tem três governadores possíveis candidatos: Caiado (Goiás), Ratinho Júnior (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).
Os três também foram testados como possíveis adversários de Lula, e Ratinho aparece mais bem colocado. Ainda assim, permanece distante de Lula e Flávio.
Quaest- 1º turno: Cenário 1 – Lula x Flávio Bolsonaro
Arte/g1
Ratinho Júnior fica com 8% em seu melhor cenário de 1º turno. Caiado e Leite chegam a 4%. No 2º turno, Ratinho marca 35%, e Lula fica com 43%.
“Ratinho não conseguiu alavancar suas intenções de voto contra Lula e está estacionado próximo dos 35% desde novembro”, afirma Nunes.
Caiado tem 32%, contra 42% de Lula. Leite, por fim, aparece com 28%, contra 42% do atual presidente.
Pesquisa Quaest: números de Lula e Ratinho no 2º turno em fevereiro de 2026.
Arte g1

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Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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