Economia
80% das flores são comestíveis: aprenda a fazer receita chique com lavanda
Veja espécies que você pode comer sem riscos à saúde, mas cuidado, nunca se alimente com as de floricultura, pois são tratadas com agrotóxicos que prejudicam nosso organismo. Receita: como fazer um crème brûlée de lavanda
As flores estão dominando pratos da alta gastronomia no Brasil – e não é só para embelezar, é para comer. No vídeo acima, o chef francês Sébastien Laurent Michaut ensina como fazer um crème brûlée de lavanda em casa.
Reúna os ingredientes:
6 gemas de ovos;
125 g de leite integral;
325 g de creme de leite;
100 g de açúcar refinado;
Açúcar demerara a gosto;
5 Flores de lavanda fresca.
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GENTE DO CAMPO: quem produz os alimentos que chegam até você
Flor no prato
😋E não é só a lavanda que pode ser usada nas receitas, 80% das flores são comestíveis. Elas são consideradas Plantas Alimentícias Não Convencionais (Pancs).
Não existe uma regra para identificar qual pode ser usada na alimentação, mas é importante pesquisar antes de usar alguma flor como ingrediente, porque algumas são venenosas e podem matar. ☢️
⚠️ Mas, cuidado! ⚠️ Mesmo sabendo quais espécies podem ser usadas na alimentação, não é recomendável comer flores compradas em floricultura. Neste tipo de loja, as flores são cultivadas com agrotóxicos — e as alimentícias precisam ser orgânicas.
Isso porque os alimentos que recebem agrotóxicos não podem ser consumidos logo após a aplicação, é preciso esperar alguns dias para ter certeza que não fará mal ao nosso organismo.
As flores de floricultura, que precisam estar bonitas por muitos dias, podem ter recebido os químicos pouco antes da compra.
Além disso, não existe uma regulamentação que determine um intervalo seguro entre a aplicação de agrotóxicos e o consumo das flores.
VEJA TAMBÉM: Flor que deixa a boca dormente, outra que tem cheiro de mel: assista como é a produção das espécies comestíveis no vídeo abaixo:
De onde vem o que eu como: flores comestíveis
De onde vem as flores comestíveis; veja fotos
Créditos ‘De onde vem o que eu como’:
Coordenação editorial: Luciana de Oliveira
Edição e finalização: Marih Oliveira
Narração: Anaísa Catucci
Reportagem: Vivian Souza e Celso Tavares
Produção: Vivian Souza
Roteiro: Vivian Souza e Gabriela Gonçalves
Coordenação de vídeo: Tatiana Caldas e Mariana Mendicelli
Coordenação de arte: Guilherme Gomes
Direção de arte e ilustrações: Luisa Rivas, Vitoria Coelho, e Veronica Medeiros
Fotografia: Celso Tavares e Fábio Tito
Motion: Vitória Coelho e Veronica Medeiros
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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