Economia
Caixa Tem passa por atualização de segurança e usuários relatam dificuldades de acesso
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Uma atualização de segurança no aplicativo CAIXA Tem está dificultando o acesso de parte dos usuários nos últimos dias.
Com a mudança, o aplicativo passou a exigir novas etapas de verificação e algumas configurações específicas no celular.
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E isso tem feito com que alguns clientes encontrem erros ou não consigam entrar na conta ao tentar acessar o app. (veja mais abaixo)
📱 O aplicativo é uma conta poupança digital gratuita da Caixa Econômica Federal usada por beneficiários de programas sociais, trabalhadores que recebem benefícios — como seguro-desemprego e abono — e outros cidadãos que utilizam o serviço para transferências, pagamentos e operações via PIX.
Segundo orientações divulgadas ao público, a atualização faz parte de um conjunto de medidas para reforçar a segurança das contas e das transações feitas pelo aplicativo.
Entre as mudanças está um novo processo de acesso, criado para confirmar a identidade do titular antes de liberar o uso da conta.
Com a alteração, no entanto, alguns usuários passaram a relatar dificuldades para entrar no aplicativo.
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Atualização de segurança
Em seu site, a Caixa informa que a atualização passou a verificar algumas configurações do próprio celular antes de liberar o acesso ao aplicativo. A ideia é identificar ajustes no aparelho que possam representar risco para a conta.
Se o sistema detectar algo considerado incompatível com as regras de segurança, o usuário pode receber avisos como “dispositivo inseguro” ou “violação de segurança”.
Nesses casos, o aplicativo orienta revisar algumas configurações do telefone. Entre as principais recomendações estão:
⚙️ Desativar o modo desenvolvedor (ou debug) nas configurações do aparelho, que pode gerar erros de acesso;
📍 Manter a localização ativada durante o uso do aplicativo, necessária para algumas operações;
🚫 Evitar aplicativos que alterem o funcionamento do celular, como ferramentas que mudam a localização ou serviços de VPN;
🎥 Desativar aplicativos que gravam ou capturam a tela, que podem ser bloqueados pelo sistema.
O banco também orienta que o usuário utilize o teclado padrão do celular, já que teclados instalados de outras fontes podem ser considerados inseguros pelo sistema.
Se, mesmo após essas mudanças, o problema continuar, o último recurso é a restauração do aparelho às configurações de fábrica — procedimento que apaga todos os dados armazenados no dispositivo.
Além dessas exigências relacionadas às configurações do celular, o processo de acesso ao aplicativo também foi atualizado.
Com isso, a entrada na conta pode incluir novas etapas de verificação para confirmar a identidade do titular, como:
Envio de um código de verificação pelo WhatsApp;
Reconhecimento facial;
Envio de fotos de documentos (como RG ou CNH);
Confirmação de dados pessoais;
Criação ou atualização da senha de acesso.
Usuários relatam dificuldades
Mesmo com as orientações divulgadas, alguns usuários têm recorrido às redes sociais para relatar problemas ao tentar acessar o aplicativo.
Um deles afirma que, após a atualização, o sistema passou a exibir a mensagem de “dispositivo inseguro”. Segundo o relato, ele tentou limpar os dados do aplicativo, reinstalar o programa e reiniciar o celular, mas o aviso continuou aparecendo.
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Outro usuário diz que o aplicativo deixou de reconhecer a biometria facial. De acordo com ele, a conta foi desconectada automaticamente.
Diante das dificuldades, parte dos usuários começou a compartilhar possíveis soluções entre si nas redes sociais, como desinstalar o aplicativo e refazer o cadastro.
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Ainda assim, há relatos de pessoas que afirmam continuar sem conseguir entrar na conta mesmo após seguir diferentes procedimentos.
Procurada pelo g1, a Caixa Econômica Federal foi questionada sobre a atualização do aplicativo e as dificuldades relatadas por usuários.
O banco também foi perguntado se aparelhos mais antigos podem ter limitações de acesso e qual é a orientação para quem segue os passos indicados, mas ainda não consegue entrar na conta.
Até a última atualização desta reportagem, a Caixa não havia se posicionado.
Caixa Tem
Rede Globo
Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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