Economia
Governo quita dívida de R$ 500 milhões com fundo do Mercosul
Desde gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, Brasil não fazia aportes acordados ao fundo. Segundo governo, com quitação, país terá direito a R$ 350 milhões para financiar obras e serviços. O governo federal anunciou nesta quarta-feira (20) que quitou uma dívida de R$ 500 milhões do Brasil com o Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem). Desde a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em meio à crise econômica, o país não fazia os aportes acordados para o fundo.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que, com a quitação do débito, o Brasil terá direito a acessar R$ 350 milhões do fundo.
Os recursos devem ser utilizados para financiar projetos em municípios brasileiros em regiões de fronteira com os países do bloco – Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina –, em setores como infraestrutura urbana, segurança, saneamento básico e saúde.
A verba é entregue em caráter de doação não reembolsável, para financiar até 85% do valor do projeto. As propostas, no entanto, precisam ser aprovadas pelos participantes do Mercosul.
Desde o início do terceiro mandato, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem feito esforços para quitar dívidas com organismos internacionais.
No entanto, o valor pago representa pouco mais de 10% dos débitos. Segundo balanço apresentado em 10 de abril, quando a gestão completou 100 dias, foram quitados R$ 526 milhões. A soma dos débitos internacionais, porém, chega a 4,8 bilhões.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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