Economia
Catar vai emprestar US$ 775 milhões para a Argentina pagar o FMI
Empréstimo de quase R$ 3,8 bilhões, na atual taxa de câmbio, vem para ajudar o país latino, que passa por uma grave crise econômica. Cédulas de dólar
bearfotos/Freepik
O governo da Argentina fechou um acordo nesta sexta-feira (4) com o Catar para um empréstimo de US$ 775 milhões, ou cerca de R$ 3,8 bilhões na atual taxa de câmbio.
O dinheiro será usado para pagar as dívidas do país latino-americano com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que vencem hoje.
A Argentina está enfrentando uma grave crise econômica com inflação altíssima e queda nas reservas do banco central, além de ter que pagar o FMI.
O ministro da Economia do país, Sergio Massa, disse na segunda-feira (31) que a Argentina não usaria “um único dólar de suas próprias reservas” para pagar o FMI.
O empréstimo do Catar terá a taxa de juros variável do FMI aplicável aos SDRs (moeda do FMI), que atualmente é de 4,033% ao ano, informou um decreto presidencial.
Os fundos “financiarão o pagamento do vencimento da Argentina com o FMI (para encargos e sobretaxas) em 4 de agosto de 2023”, afirmou.
Massa também confirmou na segunda-feira que o pagamento será feito com um empréstimo-ponte de US$ 1 bilhão do banco regional de desenvolvimento CAF e US$ 1,7 bilhão da segunda parcela de um swap com a China, um movimento feito recentemente para concluir parte de um pagamento de junho ao FMI.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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