Economia
Ibovespa abre em leve baixa nesta sexta-feira
No dia anterior, o principal índice da bolsa de valores recuou 0,23%, aos 120.586 pontos. Ibovespa
Burak The Weekender/Pexels
O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3, abriu em leve baixa nesta sexta-feira (4), depois da divulgação de dados de emprego menores que o esperado nos Estados Unidos.
Às 10h30, o índice caía 0,18%, aos 120.371 pontos. Veja mais cotações.
No dia anterior, o índice fechou em baixa de 0,23%, aos 120.586 pontos. Com o resultado, passou a acumular:
alta de 0,33% na semana;
queda de 1,11% no mês;
ganhos de 9,89% no ano.
O que está mexendo com os mercados?
O grande destaque do pregão desta sexta-feira é a divulgação dos dados de emprego nos Estados Unidos, pelo relatório payroll, como é conhecido.
Em julho, o número de novos empregos foi de 187 mil, o que representa uma leve alta em relação à junho, quando o número foi de 185 mil. No entanto, apesar do avanço, os dados vieram abaixo das expectativas do mercado, que esperava a criação de 200 mil empregos.
Dados que mostram que o mercado de trabalho americano continua aquecido podem pesar contra os mercados. A forte geração de emprego indica que a população continua com dinheiro na mão, o que pode seguir pressionando a inflação do país.
Por outro lado, quando os dados de emprego vêm mais fracos, é um sinal de que a política de alta nos juros empreendida pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) está gerando efeitos e controlando a atividade econômica.
Esses números são observados com atenção pela instituição para decidir quais os seus próximos passos em relação aos juros nos Estados Unidos, hoje entre 5,25% e 5,50% ao ano, após uma alta de 0,25 ponto percentual na última reunião do Fed.
Juros elevados na maior economia do mundo aumenta, também, o rendimento dos títulos públicos do país, que são considerados os mais seguros do planeta.
Assim – principalmente em um momento em que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) começou a cortar a Selic, taxa básica de juros -, especialistas explicam que é natural uma migração de investidores que saem dos ativos de risco para se posicionarem em títulos mais seguros.
No Brasil, além de continuar repercutindo o último Copom, que reduziu a taxa Selic em 0,50 ponto percentual, a 13,25% ao ano, os investidores olham para os números divulgados pela Petrobras e pelo Bradesco.
Enquanto a petroleira teve uma redução de 47% no lucro anual, somando R$ 28,782 bilhões, o banco teve lucro líquido de R$ 4,5 bilhões, o que representa uma queda de 36%.
Ainda sobre a Petrobras, nesta manhã o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que a Petrobras informou estar “no limite do preço marginal” e deve reajustar os preços dos combustíveis no país em caso de oscilação para cima no mercado externo.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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