Economia
Milei escolhe ministro da Economia e diz que propostas para conter inflação foram bem aceitas nos EUA e no FMI
Presidente eleito da Argentina também decidiu manter peronista na Embaixada no Brasil. O ex-presidente do Banco Central e ex-ministro de Economia da Argentina Luis Caputo, em imagem de arquivo.
Víctor R. Caivano/ AP
Após fazer mistério nas eleições sobre quem seria ministro da Economia, o presidente eleito da Argentina, Javier Milei, escolheu um ex-presidente do Banco Central do país e com perfil de mercado para assumir a pasta.
O nome escolhido pelo presidente eleito foi o de Luis Caputo, que comandou o BC na época do ex-presidente Mauricio Macri. Caputo é próximo a Macri, que foi considerado essencial para a eleição de Milei e vem sendo apontado como crucial para articular apoios no Congresso ao novo presidente.
Milei, que visitou os Estados Unidos, disse nesta quarta-feira (29) que as propostas apresentadas por Caputo para resolver problemas econômicos do país – como a inflação na casa dos 140% foram bem recebidas nos EUA.
Segundo o presidente eleito, Caputo, que participou de sua comitiva, recebeu “uma resposta extraordinariamente favorável” às propostas apresentadas durante reuniões com integrantes do Tesouro norte-americano.
Caputo chefiou a pasta da Economia entre 2015 e 2019, durante o governo do conservador Mauricio Macri. É apontado pela imprensa argentina como bastante próximo do mercado, principalmente o dos Estados Unidos, e com relação próxima com o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Ele chegou a visitar a sede do FMI em Washington durante a viagem aos EUA.
Ele deverá assumir a tarefa de garantir a chegada dos recursos necessários para enfrentar o déficit fiscal, um dos problemas mais graves na Argentina atualmente.
Ainda sob a gestão de Macri, Caputo trocou a pasta de Economia pela presidência do Banco Central, instituição que Milei diz que pretende fechar por considerar responsável pela emissão monetária descontrolada e pela inflação superior a 142% ao ano.
Embaixada seguirá com peronista
Presidente eleito da Argentina tem reunião com FMI nos EUA
Milei também decidiu manter à frente da Embaixada da Argentina no Brasil o atual embaixador, Daniel Scioli, que é peronista.
Pelo menos dois veículos de imprensa da Argentina afirmam que Scioli, que é um político peronista (portanto um adversário de Milei) deverá seguir em Brasil, o “La Nación” e o “Todo Notícias”.
Scioli é um político importante no país: ele foi ministro e governador da província de Buenos Aires. Em 2015, ele concorreu à presidência da Argentina e perdeu para Maurício Macri.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


