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Política

Deputado Traiano e ex-deputado Plauto Miró assinam acordo com Ministério Público em que admitem propina

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Acordo assinado com o MP prevê, além de confissão, devolução de dinheiro recebido indevidamente. Investigações apontam repasses feitos por empresário, em 2015, aos então parlamentares. Prédio do Ministério Público do Paraná
Reprodução/RPC
O deputado estadual Ademar Traiano (PSD), presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), e o ex-deputado estadual Plauto Miró (na época, filiado ao DEM) confessaram ao Ministério Público do Paraná (MP-PR) que pediram e receberam propina de um empresário que tinha um contrato de prestação de serviço com a Assembleia Legislativa.
Políticos conhecidos no Paraná, Traiano e Plauto fecharam um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) em dezembro de 2022 com o Ministério Público — e admitiram terem recebido vantagem indevida do empresário Vicente Malucelli.
Malucelli era um dos responsáveis pela TV Icaraí, que venceu uma licitação para fazer o planejamento e produção de conteúdo para a TV Assembleia — canal de TV da Assembleia Legislativa do Paraná. O contrato foi firmado em 19 dezembro de 2012. O prazo era de 36 meses, em um valor total de R$ 11,4 milhões.
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As regras do ANPP firmado pelos deputados com o Ministério Público determinam que aqueles que assinarem o acordo devem confessar o crime e devolver o dinheiro recebido. Em troca, não serão processados na Justiça.
Procurados pelo g1 e pela TV Globo, os citados nesta reportagem disseram que não podiam comentar o caso em razão do sigilo judicial sobre os autos (veja detalhes desses posicionamentos mais abaixo).
Deputado Ademar Traiano na Assembleia Legislativa do Paraná
Nani Góis/Alep
No acordo, Ademar Traiano e Plauto Miró tiveram que se retratar da versão apresentada em seus depoimentos durante a investigação — onde tinham negado as acusações de Vicente Malucelli.
Traiano e Plauto terão que pagar o valor de R$ 187 mil reais a título de reparação. O pagamento deverá ser feito em uma única parcela.
Os acordos de colaboração ainda precisam ser analisado pelo Tribunal de Justiça do Paraná. As investigações tiveram início em 2020, após o empresário Vicente Malucelli fechar uma delação premiada com o Ministério Público.
Na delação, Vicente afirmou às autoridades que, numa reunião na Assembleia Legislativa, em agosto de 2015, com Ademar Traiano e Plauto Miró, o presidente da Assembleia pediu R$ 300 mil. Na época, Miró exercia a função primeiro secretário da Casa.
Ex-deputado Plauto Miró na Assembleia Legislativa do Paraná
Sandro Nascimento/Alep
Veja um dos trechos da delação:
“Traiano falando que ‘pô, nós precisávamos de uma verba pra campanha, uma ajuda de campanha’. Eu inicialmente me fingi de desentendido, o Plauto não abriu a boca, e o Traiano escreveu num papel o valor de R$ 300.000,00. Aí eu falei ‘vou repassar pro acionista principal e eu venho com o retorno’. […] Eu entendi naquele momento que se eu não colaborasse ou se não desse essa ajuda de campanha eu ia ter o contrato rescindido, foi esse o nosso entendimento, mas o Joel ficou bastante consternado com o valor e depois de algumas diligências com ele, consignamos que íamos pagar R$ 200.000,00, R$ 100.000,00 pra cada um. E aí eu voltei com a informação, uma semana depois ou três, quatro dias depois, e eles aceitaram”.
Segundo as investigações, após o ajuste do valor da vantagem indevida, o pagamento foi realizado. Vicente pediu que Georgete Bender, responsável pelas finanças do grupo J. Malucelli, providenciasse o saque dos R$ 200 mil.
Ainda de acordo com o empresário, Traiano recebeu os valores em duas parcelas: a primeira, em espécie, no gabinete da Presidência da Assembleia Legislativa do Paraná; a segunda, em três cheques, no hall de entrada do prédio em que reside.
Confira mais um trecho da delação:
“[…] os primeiros R$ 50.000 do Traiano eu fui levar em mãos, um envelope e ele começou, posterior a isso, a me pressionar, assim, ligando… já com tudo isso que tava acontecendo no Brasil, sem nenhum tipo de pudor, me ligar e me pressionar ‘cadê meu dinheiro? Cadê meu dinheiro? Quando é que você vem?’ até que chegou um dia que eu falei assim, pra me proteger, eu vou fazer…eu vou ter que gravar esse cara, porque quando ele me pediu pelo telefone pode ser cheque teu ‘você vá lá no hall de entrada do meu prédio me pagar’ eu fiquei consternado eu fiquei revoltado e até pra me proteger, por isso que eu fiz essa gravação. E aí eu fui, eu tava no Rio de Janeiro, numa sexta-feira de manhã, eu tinha uma reunião com a agência da Petrobrás, ele me ligou e… dizendo que se não tivesse lá no final de tarde não precisava nem mais aparecer. Eu tive que pegar o avião, vir até Curitiba, ir até a casa dele”.
Vicente Malucelli gravou áudios de conversas que manteve com Traiano negociando o pagamento da propina. Numa das conversas, Traiano pediu que Vicente não comentasse com Plauto sobre o pagamento da primeira parcela.
Confira, agora, trechos dos áudios gravados, repassados aos investigadores:
Vicente Malucelli: 50?
Ademar Traiano: Terça-feira.
Malucelli: Posso mandar da conta da TV, mesmo?
Traiano: Sim, não tem problema nenhum, empresa mecânica lá. E o Plauto?
Malucelli: O Plauto deixa comigo.
Traiano: É, mas ele já me chamou.
Malucelli: Ficou até brabo, vou passar ali, vou falar, ô, fique frio que o teu dinheiro.
Traiano: É que ele me pediu, eu digo ó, eu liguei pra ele ontem. Mas você falou que me trouxe?
Malucelli: Não.
Traiano: Porque se não
Malucelli: Não falo, falo que você dois fica tudo pra terça feira que vem. O problema é nota.
Traiano: Vamo chamar ele aqui então
Malucelli: Igual vocês têm medo eu também.
Traiano: Não diga que te chamei aqui, senão ele fica puto…
Malucelli: Mas eu vou lá falar com ele

Em outra conversa gravada por Vicente Malucelli, Ademar Traiano pediu para entregar os cheques na sua casa. Confira:
Vicente Malucelli: Firme?
Ademar Traiano: [ininteligível]
Malucelli: Vai me dar o número da conta?
Traiano: [Ininteligível]… tem aí?
Malucelli: Não, não, to sacando amanhã.
(…)
Traiano: Mas assim ó, 10 horas, meu filho, quer marcar?
Malucelli: Eu tenho que ir no banco, sacar, …dois cheque na mão
Traiano: Pra mim, cheque?
Malucelli: Eu saco…
Traiano: Cheque de quem? Da TV?
Malucelli: É
Traiano: Se não eu ia mandar os cheques
Malucelli: Quer cheque meu?
Traiano: Acho que seria melhor.
Malucelli: Eu trago
Traiano: Vou dar noutra pessoa, lá fora.
Malucelli: Dois de 25… daí trago amanhã de manhã, aqui, ou hoje ainda.
Traiano: Eu acho que eu preferia se fosse entregue hoje.
(…)
Traiano: Vou dizer, ó, pode dar o dinheiro
Os áudios passaram por perícia do Ministério Público, que atestou que o conteúdo é autêntico e não sofreu edição ou adulteração.

Em relação aos pagamentos ao ex-deputado Plauto Miró, Vicente Malucelli afirmou, na delação, que o parlamentar teria ido à sede do Grupo J. Malucelli, em duas ocasiões, entre os meses de setembro e outubro de 2015, para receber duas parcelas de R$ 50 mil cada e que elas foram repassadas pessoalmente por Georgete Soares Bender.
Segundo o Ministério Público, o primeiro pagamento teria ocorrido no dia 24 de setembro de 2015, pois há o registro de entrada de Plauto Miró na sede do Grupo J. Malucelli. O segundo pagamento teria se efetivado dias após.
Georgete Soares Bender, que também fechou acordo de delação premiada com o MP, disse, em depoimento, que não conseguiram sacar tudo de uma vez só e que Vicente pediu para ela entregar em duas oportunidades para o então deputado Plauto Miró.
Veja um trecho do depoimento de Gorgete:
“Uma vez o Vicente disse que ele estava indo a Ponta Grossa/PR, ia passar ali na empresa e já ia pegar esse montante de R$ 50.000,00. Ele chegou na recepção, se anunciou, daí eu fui buscá-lo, levei-o até a minha sala e entreguei o pacote com R$ 50.000,00. Depois no outro período aconteceu a mesma coisa, também recebi ele na recepção, levei até a minha sala e entreguei R$ 50.000,00 pra ele novamente.”
Os acordos de delação premiada de Vicente Malucelli e Georgete Bender foram homologados em 2020 pelo Tribunal de Justiça do Paraná.
O que dizem os citados
Vicente Malucelli
À TV Globo, a defesa de Vicente Malucelli não quis pronunciar em razão do “sigilo processual”.
“A defesa técnica de Vicente Baptista Malucelli Netto, em razão do sigilo processual, não irá se manifestar publicamente a respeito dos fatos.”
Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e deputado Ademar Traiano, presidente da Alep
Procurada, a Alep também não comentou o acordo.
“A Assembleia foi alertada pelo MP de que não pode se manifestar sobre o conteúdo do documento que está protegido pelo sigilo judicial.”
Plauto Miró
A reportagem entrou em contato com o ex-deputado Plauto Miró, mas até a publicação deste conteúdo, ele não tinha respondido.
Georgete Bender
A reportagem tentou localizar Georgete Bender e a defesa dela, mas até o momento não conseguiu contato.
A TV Globo também procurou os advogado dos parlamentares que que assinaram o acordo com o MP, mas ele afirmou que não irá se manifestar devido ao sigilo das investigações.
A assessoria do grupo J. Malucelli, responsável pela TV Icaraí, e do empresário Joel Malucelli, não retornou os contatos.
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Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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