Economia
Como conseguir a cidadania americana? Curso ajuda você a se preparar para a etapa que envolve conversa em Inglês
Entenda como ter cidadania americana sendo brasileiro e a importância de se preparar para uma das etapas do processo. Guia completo para cidadania americana
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Conquistar a cidadania americana é o sonho de muitos brasileiros por diferentes motivo, como ter a liberdade de sair dos Estados Unidos e voltar a hora que quiser, legalizar um parente (marido, esposa, filho), alcançar direitos plenos (como poder votar), entre outros. O processo, no entanto, exige uma atenção única. São diversas as dúvidas que podem surgir no percurso. Preparamos um guia completo sobre como conseguir a cidadania americana.
A especialista Claudia Gurtner, que há mais de 20 anos ajuda brasileiros a conquistar a cidadania americana mesmo sem fluência em Inglês, com 100% de aprovação, explica que realiza uma trabalho personalizado, entendendo a realidade de cada brasileiro que busca esse sonho nos EUA. Ela criou o Aprenda Mesmo, um método de ensino focado em simplificar o processo de aprendizagem do Inglês
As cinco primeiras reflexões sobre cidadania americana:
1. Como portador de Green Card, você não pode passar mais de seis meses por ano fora dos EUA, cuidando de um problema de saúde de algum parente no Brasil, por exemplo. Já com a cidadania americana, você pode ir e vir quando quiser;
2. Quem é cidadão americano tem prioridade para legalizar um parente nos EUA;
3. O cidadão americano tem direitos plenos. Participando, por exemplo, das Eleições Americanas com o seu voto;
4. Certos empregos exigem a cidadania americana para participação no processo seletivo;
5. Você se sente pertencente à cultura americana.
Quem pode solicitar a cidadania americana?
Para se tornar cidadão americano é necessário preencher alguns requisitos básicos:
● Ser residente permanente (portador de Green Card) por pelo menos cinco anos. Se o solicitante for casado com um cidadão americano, o tempo exigido é reduzido para três anos.
○ Com um detalhe: é possível solicitar a cidadania com 90 dias antes de completar cinco anos. Ou com 90 dias antes dos três anos (no caso se for casado, como citado acima).
● Ter 18 anos ou mais;
● Demonstrar bom caráter moral;
● Passar no teste de cidadania, que inclui questões sobre história, geografia e o governo dos EUA;
● Comprovar proficiência básica no Inglês (saiba mais detalhes a seguir), com exceção de casos especiais;
● Morar no estado que está entrando com a solicitação por no mínimo 90 dias. Ou seja, não é possível pedir a cidadania em um estado diferente do de residência.
Passo a passo para solicitar a cidadania americana
O primeiro passo para a cidadania americana é ter o Green Card, que pode ser obtido por meio de parentesco, casamento, trabalho, investimento, entre outras formas.
Também é necessário realizar o preenchimento do Formulário N-400, de solicitação de naturalização. Ele deve ser preenchido de forma minuciosa e qualquer erro pode atrasar o processo. É necessário pagar uma taxa que varia entre US$ 710 (preenchimento online) e US$ 760 (preenchimento no papel para envio por carta).
Depois de enviar o formulário, o candidato será chamado para uma entrevista com um oficial de imigração. Nesta fase, será necessário comprovar conhecimento básico da língua inglesa e responder perguntas sobre o governo e a história americana. Se aprovado, o último passo é participar de uma cerimônia de juramento, onde o solicitante se compromete a cumprir as leis dos Estados Unidos e a apoiar a constituição. Só então ele será oficialmente um cidadão americano. Lembrando que essa cerimônia pode acontecer no mesmo dia da entrevista e testes ou ser marcada para uma outra data.
Quanto tempo leva para conseguir a cidadania americana?
O tempo para completar o processo costuma variar, levando em média de quatro a 12 meses. No entanto, algumas etapas podem ocorrer mais rapidamente, dependendo da localidade e de fatores específicos de cada caso.
Depois de aplicar, o candidato passa por várias etapas, como a coleta de biometria, a entrevista e, finalmente, a cerimônia de juramento.
“Eu sempre aconselho meus alunos a aprender o Inglês necessário para a entrevista e os testes antes de dar entrada no processo, pois podem ser chamados muito mais rápido do que imaginam e podem não ter tempo suficiente para se preparar, dependendo do tempo disponível para estudar”, pontua a especialista.
Posso manter minha cidadania brasileira?
Sim, os Estados Unidos permitem a dupla cidadania e o Brasil também não exige que você renuncie à cidadania brasileira ao se tornar cidadão de outro país.
Como conseguir a cidadania americana sem ser fluente em Inglês?
Embora a proficiência em Inglês seja um dos requisitos, existem alternativas para quem ainda não domina o idioma. Uma profissional que se tornou referência nesse campo é Claudia Gurtner, que tem ajudado brasileiros a obter a cidadania americana, mesmo sem fluência no Inglês.
Claudia Gurtner é referência como mentora de brasileiros que sonham em viver nos EUA.
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Claudia desenvolveu um método que prepara os candidatos para o processo de cidadania, oferecendo suporte em todas as etapas, desde a preparação para a entrevista até o preenchimento de documentos. Além disso, a Claudia oferece orientações personalizadas. Não é um trabalho jurídico, de advogado, e sim de uma profissional que mergulhou profundamente nesse processo de cidadania.
“A partir das minhas experiências pessoais, criei um método de ensino focado em simplificar o processo de aprendizagem do Inglês com o objetivo específico de ajudar brasileiros a passarem na entrevista de cidadania americana. O curso se chama ‘Imagine… Você, Americano’. Não se limita apenas a ensinar Inglês, ele foi desenhado pensando nas reais necessidades e obstáculos dos brasileiros que vivem nos EUA. Muitos desses alunos trabalham longas horas, têm famílias para cuidar, o que faz com que o tempo e os recursos disponíveis para aprender Inglês sejam limitados”, explicou a especialista.
O método para destravar
O grande diferencial do trabalho da Cláudia é a sua abordagem prática e emocional. Ela sabe que, para muitos, o maior desafio não é apenas entender o Inglês, mas superar o medo de errar e a vergonha de falar. Por isso, suas aulas incluem não só a preparação para as 100 perguntas do teste de cidadania, mas também técnicas para desbloquear o cérebro, reduzir a ansiedade e aumentar a confiança dos alunos. Ela utiliza exemplos do dia a dia, exercícios dinâmicos e até estratégias de relaxamento e motivação emocional, como meditações guiadas, para ajudar seus alunos a lidarem com a pressão.
Sobre a “prova de cidadania”, ela é, na verdade, um conjunto de vários testes. A entrevista faz parte de um dos testes, que é o “teste de conversação”, que engloba entender e falar. Também há o “teste de escrita”, que é um ditado; e o “teste de leitura”, que é ler uma frase. Assim como o “teste cívico”, composto por 100 perguntas.
Aqui podemos destacar a seguinte comparação: tenho que falar sobre trabalho em Inglês amanhã com um grupo de pessoas; sou médico, logo, vou treinar especificamente sobre essa conversa, sobre esse momento da medicina. Não preciso treinar meu Inglês tratando de temas políticos, tecnológicos. Será um bate-papo entre médicos.
O mesmo acontece com o Inglês para obter cidadania americana. A Claudia vai deixar o candidato a Green Card preparado para o que realmente será exigido ali naquele momento.
Mas quem é Claudia Gurtner?
Claudia Gurtner tem sido uma fonte de apoio para a comunidade brasileira nos Estados Unidos, especialmente para aqueles que sonham com a cidadania americana, mas enfrentam dificuldades com a barreira da língua.
Sua própria história de imigração, quando chegou ao país em 1989 e passou por desafios semelhantes, dá a ela uma perspectiva única e uma empatia pelos imigrantes que estão tentando se adaptar a um novo país e cultura.
Claudia Gurtner é brasileira e conhece na prática como é o processo de cidadania.
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Claudia percebeu, ao longo dos anos, que muitos brasileiros nos EUA enfrentam dificuldades burocráticas do processo de naturalização. E também o medo e a insegurança causados pela falta de fluência no Inglês. Ela passou por isso, conforme compartilha em suas palestras e entrevistas, lembrando como no início, se sentia limitada por não dominar o idioma.
“Adaptamos o conteúdo para que os alunos estudem em qualquer lugar e a qualquer momento. Com materiais de áudio, vídeos explicativos e simulações realistas da entrevista de cidadania, meus alunos conseguem se preparar de forma eficaz, mesmo sem fluência avançada”, detalhou Claudia.
Quem já conseguiu a cidadania americana?
Claudia vem realizando entrevistas com seus alunos através das redes sociais. Nesses bate-papos, ela recebe depoimentos emocionados de brasileiros que conseguiram conquistar a cidadania americana.
É o caso de Emília: “Eu me senti uma outra pessoa. Estou chorando porque mudou nossa vida completamente. Na internet são centenas de vídeo aulas que temos acesso, mas não oferecem suporte nenhum. Com Claudia, foi diferente. Há coisas que têm preço e há coisas que têm valor. Claudia vai ser uma pessoa que nunca mais vamos nos esquecer”, agradeceu.
Assista a mais depoimentos aqui.
A metodologia certa para você!
A professora Claudia vem transformando vidas, sendo uma referência como mentora neste processo da cidadania americana. Ela une conhecimento técnico com uma abordagem humana. Como ela mesma diz: “Até o topo com você!”.
Clique aqui para acessar as opções de treinamento para cidadania americana.
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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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