Economia
Bets: Governo cria grupo para elaborar, em 60 dias, propostas para prevenir vício em apostas
Grupo foi instituído para desenvolver estratégias e oferecer suporte a indivíduos com compulsão por jogos e grupos em vulnerabilidade. Apostas online estão legalizadas desde 2018. Grupo poderá reexaminar ações administrativas e políticas públicas e fazer sugestões de atuação regulatória sobre apostas
Joédson Alves/Agência Brasil
O governo anunciou a criação de um grupo de trabalho para elaborar, em 60 dias, ações de enfrentamento a danos causados por apostas online na saúde da população.
Segundo o Ministério da Fazenda, essa é mais uma etapa do processo de regulamentação das apostas online no país, que engloba a saúde mental dos apostadores, e também trata de prevenção e redução de danos do chamado “jogo problemático”.
A iniciativa reúne representantes dos ministérios do Esporte, Fazenda, Saúde e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência.
O grupo de trabalho anunciado fará reuniões de 15 em 15 dias para discutir e propor ações coordenadas entre os ministérios.
“O foco está em desenvolver estratégias para prevenir, mitigar danos e oferecer suporte a indivíduos e comunidades afetados por práticas de jogo compulsivo ou em situação de vulnerabilidade, considerando o contexto das apostas de quota fixa”, informou o Ministério da Fazenda.
O governo avaliou que, desde a legalização das apostas de quota fixa em 2018, a falta de regulamentação clara permitiu a expansão do mercado sem a devida supervisão.
“Isso gerou impactos negativos, como a exposição de jogadores a práticas abusivas e o aumento de casos de dependência. O governo decidiu implementar normas mais rígidas para a operação do setor, priorizando a saúde mental dos apostadores”, acrescentou.
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Entre as atribuições do grupo estão:
ações, políticas e medidas de prevenção;
redução de danos;
assistência a pessoas e grupos sociais vulneráveis a, ou em situação de, comportamento de jogo problemático persistente e recorrente.
O grupo poderá reexaminar ações administrativas e políticas públicas e fazer sugestões de regulação, ou tomar qualquer outra medida para a redução de danos e enfrentamento do problema.
“Incluindo ações e campanhas de caráter educativo e de conscientização dos apostadores quanto aos riscos das apostas, diretrizes e programas de assistência à saúde mental; orientações sobre prevenção e tratamento de problemas relacionados às apostas; e parâmetros e critérios de orientação e direcionamento de agentes operadores de apostas”, diz nota da Fazenda.
Segundo o governo, o crescimento desordenado do setor “expôs desafios que agora começam a ser enfrentados por medidas concretas”.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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