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Política

Programa de governo: presidenciável Sofia Manzano (PCB)

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Chapa tem como vice o jornalista Antônio Alves, também do PCB. Programa de governo é documento obrigatório para o registro das candidaturas; primeiro turno será no dia 2 de outubro. PCB lança candidatura de Sofia Manzano à Presidência da República.
Abraão Cruz/TV Globo
Candidata à presidência da República pelo PCB, a economista Sofia Manzano registrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um programa de governo intitulado “Um programa anticapitalista e anti-imperialista para o Brasil”.
O PCB descreve a proposta, de 19 páginas, como uma “ferramenta ideológica de luta”. O texto faz críticas aos 13 anos de governos petistas e às gestões seguintes de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL).
Segundo o documento, uma “ofensiva contra o povo” foi intensificada após o impeachment de Dilma Rousseff (PT), com a “devastação das condições de trabalho, entrega do patrimônio público ao capital nacional e internacional e aumento da miséria entre amplas camadas da população”.
“É por isso tudo que, nas eleições de 2022, mesmo reconhecendo no bolsonarismo a principal ameaça à classe trabalhadora, o Partido Comunista Brasileiro apresenta de maneira independente seu programa e suas convicções revolucionárias. Não podemos nos contentar com as alternativas políticas reformistas, que propõe a derrota do governo Bolsonaro por meio de um grande pacto de conciliação nacional entre os movimentos populares e os golpistas, entre a classe trabalhadora e seus exploradores”, diz, em menção às alianças de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A lei eleitoral define que os candidatos a cargos no Poder Executivo (presidente, governador e prefeito) devem apresentar, no ato do registro da candidatura, um documento com as propostas defendidas para um eventual governo.
A campanha pode pedir a substituição ou atualização dessas propostas ao ministro relator durante a fase de julgamento do registro da candidatura – no caso das chapas para a presidência, esse julgamento ocorre no Tribunal Superior Eleitoral.
O TSE tem até 12 de setembro para julgar definitivamente os pedidos de registro e eventuais recursos.
Conheça as regras e as principais datas do calendário eleitoral de 2022
O programa de governo
Sofia Manzano e o candidato a vice, Antônio Alves (PCB), dividem as propostas do programa em duas grandes áreas:
programa emergencial, que reúne “reivindicações imediatas da classe trabalhadora na luta contra a ofensiva burguesa”; e
programa da revolução brasileira, com propostas de reorganização da economia.
Na parte intitulada “programa emergencial”, Sofia Manzano propõe:
a revogação das reformas trabalhista e da Previdência e do teto de gastos;
a revogação da Lei de Responsabilidade Fiscal; da Lei das Estatais; da autonomia do Banco Central; de privatizações de estatais; e de flexibilizações legais e tributárias “em favor dos grandes capitalistas”;
a redução dos preços dos combustíveis e reestatização integral da Petrobras, por meio de bancos públicos, e o fim imediato da política de paridade internacional de preços;
a criação de uma lei de responsabilidade social que assegure recursos para educação, saúde, saneamento, programas sociais e investimentos públicos;
a restrição dos privilégios e vencimentos dos altos mandatários dos poderes civis e militares;
a reestruturação da dívida interna, a partir da criação de uma comissão especial de análise da constituição da dívida e da suspensão do pagamento dos juros pelo período em estiver sendo realizada a investigação;
uma reforma política, com o fechamento do Senado Federal, a criação de um Parlamento Unicameral e o fim da cláusula de barreira e do financiamento privado eleitoral;
uma reforma tributária, com isenção para quem recebe até cinco salários mínimos; congelamento das tarifas de eletricidade, saneamento e outros serviços essenciais; cobrança progressiva de impostos; criação de um imposto especial sobre lucros e dividendos, grandes fortunas, transações financeiras e herança.
Ainda no programa emergencial a chapa desenvolve propostas para subáreas, com a seguinte divisão:
Desemprego: programas de emprego emergenciais, com a criação de frentes de trabalho urbanas e rurais associadas a obras de saneamento, habitação, de reforma de escolas e hospitais, bem como de expansão da malha ferroviária nacional; redução da jornada de trabalho semanal para 30 horas – sem a redução do salário real – com reajuste automático e indexação aos níveis da inflação; abertura de concursos públicos e expansão dos serviços essenciais.
Fome: criação de uma rede de restaurantes e mercados populares que terão suprimento do governo; congelamento do preço dos itens da cesta básica enquanto durarem os efeitos econômicos da pandemia e da alta inflação.
Agricultura: confisco sem indenização de todas grandes propriedades fundiárias e utilização para produção de alimentos saudáveis; regularização imediata dos assentamentos rurais; demarcação e regularização das terras dos povos indígenas, quilombolas e ribeirinhas; incentivo à redução do uso de agrotóxicos nas plantações, combinando o apoio à agricultura familiar, o fomento à organização de cooperativas para a produção agroecológica, armazenamento e escoamento de gêneros para alimentação e a produção estatal.
Moradia: confisco sem indenização dos imóveis ociosos nos grandes centros urbanos; programa de reforma e construção de habitações populares.
Saúde pública: investimento de 10% do PIB na saúde pública; expansão do Sistema Único de Saúde; estatização do setor privado e de instituições de pesquisa e produção de medicamentos; reversão de privatizações e revogação dos contratos de todas as Organizações Sociais de Saúde (OSS); proibição das comunidades terapêuticas; expansão da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Instituto Butantan a outros estados.
Educação: revogação da reforma do ensino médio e de escolas cívico-militares; criação de um programa nacional de alimentação escolar para toda a educação básica; fim do vestibular e estatização das instituições de ensino superior; construção de creches nas universidades públicas federais; destinação da “maioria das vagas” das universidades públicas para os alunos de escolas públicas.
Previdência: expansão da previdência pública para a universalidade, ampliação do seguro-desemprego; criação de auxílios emergenciais e outras formas de cobertura para situações de vulnerabilidade.
Trabalhadores por aplicativo: obrigação do registro do trabalhador em carteira; criação de um piso salarial; criação de uma empresa pública de intermediação para regular, organizar e incorporar em sua estrutura todo o comércio digital de pessoas, mercadorias e serviços.
Cultura: incentivo à criação de espaços culturais nos bairros.
Ciência e tecnologia: aumento de repasses; expansão dos programas de apoio à pesquisa e de bolsas de mestrado e doutorado.
Minorias: manutenção da política de cotas raciais; defesa da liberdade de culto religioso; ampliação das licenças maternidade e paternidade; legalização do aborto; políticas de emancipação da mulher.
Pessoas com deficiência: campanhas contra o capacitismo; garantia de ledores, intérpretes de libras e mediadores concursados em todas as escolas e universidades; implementação de aulas de libras como disciplina obrigatória nas escolas; criação do programa nacional do cão-guia.
Transporte: expansão da malha metroferroviária de transporte de passageiros e cargas; passe livre para estudantes e trabalhadores isentos do imposto de renda; estatização do setor de transportes coletivos de passageiros; implementação do transporte público 24 horas nas médias e grandes cidades.
Segurança pública: fim da “política de guerra às drogas”; descriminalização do uso de drogas; legalização da maconha; desmilitarização da segurança pública e unificação das polícias.
Justiça, memória e verdade: punição de agentes da ditadura militar; combate ao “legado ideológico” da ditadura e da escravidão; abertura integral dos arquivos de órgãos de repressão.
Comunicação: ampliação da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC); redução das concessões públicas para cinco anos.
Política externa: alinhar aos princípios da solidariedade internacionalista e à integração dos povos latino-americanos e caribenhos; defender a incorporação de Chile, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador, Guiana e Suriname como membros plenos do Mercosul, junto do retorno da Venezuela ao bloco; combate à OTAN, OEA e Cúpula das Américas; reconhecimento da Palestina e da Frente Polisário; defender o fim do Conselho de Segurança da ONU.
Mais propostas
Na segunda parte do documento, intitulada “programa de revolução brasileira”, Sofia Manzano propõe:
a convocação de uma Assembleia Constituinte, composta por eleitos via voto universal e pelo movimento operário e popular da cidade e do campo, para outorgar uma nova divisão de Poderes.
uma reforma do Poder Judiciário, com criação de mandatos para ministros e juízes;
a democratização “radical” dos meios de comunicação e a revisão de concessões;
a reestruturação das Forças Armadas;
a estatização e controle público de instituições financeiras;
a criação do Banco Único dos Trabalhadores para gerir fundos patrimoniais, previdenciários e de seguridade social;
a punição de agentes públicos responsáveis pelos processos de privatização de estatais e envolvidos em esquemas de corrupção;
uma política nacional de investimento em tecnologia e indústria;
o controle do câmbio e do comércio exterior.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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