Política
Programa de governo: presidenciável Pablo Marçal (Pros)
Chapa tem como vice Fátima Pérola Neggra. Programa de governo é documento obrigatório para o registro das candidaturas; primeiro turno será no dia 2 de outubro. Pablo Marçal em evento que oficializou sua pré-candidatura à presidência.
Reprodução/TV Globo
Candidato à presidência da República pelo Pros, o coach e influenciador Pablo Marçal registrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um programa de governo intitulado “40 anos em 4”.
O Pros descreve a proposta como “uma nova forma de pensar a sociedade e a política”, a qual chama de “governalismo”. A base é a ideia de que “cada brasileiro é único e nasceu com a missão de governar a si próprio, sua família e sua esfera de influência”.
“O Estado é piso e não teto. O governalismo considera a individualidade de cada brasileiro, por isso a liberdade, o respeito às diferenças e a tolerância são considerados princípios inarredáveis”, diz o texto.
O projeto de governo diz também que as propostas de Pablo Marçal seguem três pilares: virtualização, empresarização e mudança de mentalidade.
Segundo o documento, em relação a virtualização o “Estado deve adotar as ferramentas tecnológicas mais modernas disponíveis a seu serviço, incentivando e fomentando a adoção de soluções digitais em todas as esferas de governo com o objetivo de atingir a eficiência”.
“Em relação à empresarização, deve-se incentivar a veia empreendedora inata ao brasileiro, fornecendo ferramentas necessárias para a geração de emprego e renda, através de um ambiente de negócios desburocratizado, otimizado e seguro”, afirma o documento.
Por fim, em relação a mudança de mentalidade, a chapa não entra em detalhes, mas afirma que é “imprescindível” que “seja trabalhada a mudança de mentalidade do brasileiro”.
A lei eleitoral define que os candidatos a cargos no Poder Executivo (presidente, governador e prefeito) devem apresentar, no ato do registro da candidatura, um documento com as propostas defendidas para um eventual governo.
A campanha pode pedir a substituição ou atualização dessas propostas ao ministro relator durante a fase de julgamento do registro da candidatura – no caso das chapas para a presidência, esse julgamento ocorre no Tribunal Superior Eleitoral.
O TSE tem até 12 de setembro para julgar definitivamente os pedidos de registro e eventuais recursos. Os candidatos podem requerer a substituição ou atualização das propostas ao ministro relator durante a fase de julgamento do registro de candidatura.
Programa de governo
Em primeiro lugar, o documento apresenta as propostas de Marçal e Fátima Pérola Neggra dividas em “diferentes fases” da vida:
Feto: garantia do direito à alimentação intrauterina; compromisso com o oferecimento de acompanhamento médico pré-natal; nascimento de forma humanizada e “resguardadora de toda e qualquer interrupção”.
Bebê: defesa de um espaço apropriado, em empresas com mais de 100 funcionários, para o bebê no ambiente de trabalho da mãe; oferecimento de vacinas em domicílio para famílias de baixa renda.
Criança: garantia de “todos os direitos já previstos em lei”; oferecimento de disciplinas de inteligência emocional, financeira e empreendedorismo.
Crianças com deficiência: criação de centros de referência para disponibilização de medicamentos e acompanhamento médico e social.
Pré-adolescente e adolescente: criação de cartilhas de orientação familiar; inclusão do tripé vocação, educação e treinamento nas disciplinas escolares, com estímulo ao empreendedorismo.
Jovens: “oportunizar a escolha do seu futuro profissional”, por meio do tripé graduação, virtualização e empresarização;
Adultos: incentivo ao empreendedorismo; garantia de qualificação profissional e instrução de apoio à manutenção e crescimento de negócios.
Idosos: 14º salário para aposentados; “vouchers” de hospedagem em hotéis para aposentados de baixa renda; programa escolar de transmissão de conhecimento para crianças e adolescentes.
Mortos: criação de um auxílio-funeral para famílias assistidas pelo governo; garantia de covas isentas de tributos.
Em seguida, as propostas passam a ser divididas em áreas:
Gente e cidadania: recriar os ministérios do Esporte e da Cultura; fomentar políticas públicas para o atendimento de pessoas com deficiência e portadoras de síndromes e doenças raras; criar um programa de auxílio financeiro a mulheres; preservação e “inclusão no seio nacional e no crescimento sustentável” dos povos originários; criar um portal de “melhores práticas” para “publicizar, reconhecer e recompensar as ideias, ações, projetos, práticas de gestão e execução que se destacarem nos setores públicos e privados”.
Economia e desenvolvimento tecnológico: manutenção do tripé macroeconômico (câmbio flutuante, meta fiscal e meta de inflação); unificação tributária de 11 impostos; implementação de um programa de renegociação de dívidas; valorização do salário mínimo com a manutenção do valor como o “melhor da América do Sul”; criação de pisos salariais para atividade que ainda não têm regulamentação; desburocratização do setor bancário; criação de novas opções de empréstimo; incentivos a startup (criação de um fundo público de investimentos); criação do Ministério da Empresarização, com foco fomentar a abertura de empresas; criação de um Código de Defesa do Empreendedor; criação de um programa de “gamificação” para subsídio de produtores rurais por meio de um crédito social; implantação de cidades inteligentes; desburocratização de licenças, registros e certificações do agronegócio; incentivo à produção de games; incentivos a empresas de vendas online; implantação de internet banda larga em “áreas com pouca cobertura”; ampliação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX Brasil) e do programa Brasil Mais; criação de um banco de dados nacional, que integrará as bases de segurança pública, saúde e educação dos três níveis de governo; incentivo à produção de energia a partir de resíduos; investimento em fontes de energia limpa e a criação de usinas de dessalinização; controle da extração de madeira e minérios; investimento em campanhas de marketing turístico nacional e internacional; criação de uma política que “remunere os serviços ambientais prestados pelas florestas em pé”; e oferecimento de disciplinas de educação ambiental nas escolas.
Gerenciamento de Estado: privatização de estatais que “dão prejuízos”; reuniões bimestrais do Conselho da República; desburocratização e simplificação dos serviços públicos; criação de um Sistema Único de Informação; criação de um ranking de políticos; desburocratização de licenças ambientais.
Relações internacionais: participação do Brasil em blocos econômicos que “são prósperos e influentes nas decisões globais”; aproximação comercial entre Brasil e nações africanas.
Justiça e segurança pública: revisão do Código Penal, com caracterização de crime hediondo para os cometidos em residências e veículos ocupados; revisão das progressões de pena previstas na legislação; priorização do combate à corrupção (com as 10 medidas contra a corrupção defendidas por procuradores da Operação Lava Jato); criação de um programa de redução de pena para detentos que palestrarem em escolas acerca da “importância dos estudos” e da “realidade atrás das grades”; parcerias público-privadas para instalação de empresas em unidades prisionais, com a capacitação de detentos; criação de um programa nacional de combate ao furto e ao roubo de veículos e celulares; modernização das Forças Armadas; compromisso com a aprovação de leis orgânicas das forças de segurança; criação de uma rede nacional de reabilitação de policiais feridos e diagnosticados com doenças psicológicas; financiamento, por meio do Sistema Único de Saúde, de cirurgias plásticas para mulheres vítimas de violência doméstica.
Educação: aumento na concessão de bolsas de estudo para mestrado e doutorado; incremento orçamentário em pesquisas; criação de um plano de carreira para os professores, com o teto do funcionalismo público; criação de um programa de bonificação de alunos com bom desempenho na rede pública de ensino; criação de um programa de ensino de finanças e investimentos até o ensino superior; inclusão de disciplinas de gestão de emoção, finanças, investimento, empreendedorismo e lógica no currículo escolar; implantação de um programa de valorização e incentivo de crianças com altas habilidades; mudança na estrutura do ensino superior para graduação nas universidades tradicionais; implantação de cursos de graduação para as profissões do futuro via universidade federal digital; retomada do programa de financiamento de intercâmbio de estudantes.
Saúde: incentivo à prática de hábitos saudáveis e de programas de prevenção de doenças; informatização dos sistemas de marcação de exames e atendimentos; criação de polos tecnológicos de saúde
Infraestrutura: adequação dos programas de financiamento habitacional; compromisso de finalizar mais de 20 mil obras federais inacabadas; desburocratização e informatização dos processos do setor de transporte.
Propostas regionais
No documento, Marçal e Fátima também apresentaram um plano de propostas regionais para um eventual governo.
Nordeste: criação de uma zona franca e de usinas de dessalinização de água; incentivo à produção de energia limpa; investimento em turismo; apoio financeiro para a finalização de obras; e integração das Forças Armadas e da Polícia Federal na costa.
Norte: expansão do acesso à internet; ampliação do ensino à distância; recuperação e criação de rodovias; e implantação de um programa de atração de empresas.
Centro-Oeste: fomento à infraestrutura de transporte e logística; aumento da assistência técnica e financeira para o agronegócio; e incentivo à extração de minérios.
Sudeste: interiorização da indústria, do comércio e de serviços; e apoio federal a programas de habitação social.
Sul: desenvolvimento de ações de proteção das fronteiras para o combate ao crime organizado; e incentivo a indústrias limpas.
VÍDEOS: notícias sobre política
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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