Política
Capitais têm atos em defesa da democracia nesta quinta-feira, 11
Manifestações tiveram leitura de cartas em favor do Estado Democrático de Direito e do sistema eleitoral. Em São Paulo, documentos elaborados pela Faculdade de Direito da USP e Fiesp foram lidos em cerimônia que reuniu autoridades e intelectuais. Telões foram instalados na parte externa da Faculdade de Direito da USP em evento pela democracia
Rodrigo Rodrigues/g1
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Manifestações realizadas em oito capitais brasileiras nesta quinta-feira (11) tiveram leitura de cartas em defesa do Estado Democrático de Direito e do sistema eleitoral brasileiro.
O movimento foi capitaneado por duas cartas, feitas por ex-estudantes da USP e pela Fiesp, que foram oficialmente lidas nesta manhã na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no centro da capital paulista, com a presença de empresários, artistas, juristas e representantes de entidades.
O conteúdo dos documentos foi endossado em atos em cidades como Brasília, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Florianópolis, Teresina, Fortaleza, Maceió, Salvador, Manaus, Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Juiz de Fora (MG), São Carlos (SP) e Mogi das Cruzes. (Veja detalhes sobre os atos nas cidades abaixo).
A data escolhida, 11 de agosto, é simbólica: marca a criação dos cursos de direito e também a leitura de um manifesto contra ditadura militar em 1977, feita no mesmo local da leitura das cartas.
Os atos ocorrem após seguidos ataques do presidente às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral. Sem nunca ter apresentado provas, o presidente Jair Bolsonaro insiste há meses na teoria de que há risco de fraude na votação. Ele está atrás de Lula nas pesquisas.
NA USP: Ato pela democracia recorda mortos na ditadura, pede respeito ao sistema eleitoral e leva multidão ao Centro de SP
FOTOS: Manifestantes se reúnem ao lado de fora da USP
11 DE AGOSTO: Por que data é simbólica para leitura de carta e atos pela democracia
Evento na Faculdade de Direito da USP reúne juristas e artistas nesta quinta-feira (11)
Rodrigo Rodrigues/g1
Pelo Brasil, atos em capitais e cidades também leram a “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito”
A primeira carta lida no ato da USP, com cerca de 800 convidados, foi a intitulada “Em Defesa da Democracia e da Justiça”, que tem como signatárias 107 entidades entre associações empresariais, universidades, ONGs e centrais sindicais. A leitura foi feita no Salão Nobre da faculdade.
Por volta do meio-dia, foi lida do lado de fora do prédio da faculdade de direito da USP a “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito”, organizada por ex-alunos da faculdade e que já tem mais de 900 mil assinaturas.
Manifestações no Brasil
Pelo Brasil, atos em capitais e cidades também leram a “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito”. Veja a relação:
Brasília – Em ato na Universidade de Brasília (UnB) com juristas, estudantes e professores da Universidade de Brasília e representantes de entidades sindicais, foram lidas outras três cartas, além do documento da USP: uma escrita por estudantes de direito da UnB, uma da Faculdade de Direito da universidade e outra da Coalizão em Defesa do Sistema Eleitoral.
Rio de Janeiro – No Rio, a carta foi lida em atos na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).
Florianópolis e Chapecó – Em Santa Catarina, atos na reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, e na Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS), em Chapecó, também fizeram a leitura da carta.
Recife – Em Pernambuco, a carta foi lida na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco, no Centro da capital.
Porto Alegre – Na capital gaúcha, estudantes, juristas e lideranças sindicais se concentraram no Colégio Estadual Júlio de Castilhos e depois foram até a faculdade de direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde foi lida a carta.
Fortaleza – Na capital cearense, o ato aconteceu na Praça da Bandeira, em frente à Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFC), no Centro, e foi liderado pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD).
Teresina – Em Teresina, no Piauí, participantes do ato em apoio à carta da USP fizeram um percurso pelas ruas do Centro, da praça Rio Branco até a praça da Liberdade.
Ato na USP
‘Aqueles que rejeitam e agridem a democracia não protegem o saber, a ciência, o pensamento e não amam a universidade’, diz reitor da USP
O ato na USP foi aberto pelo reitor da universidade, Carlos Gilberto Carlotti Júnior, que pediu o combate às notícias falsas e eleições limpas.
“Queremos eleições livres e tranquilas, queremos um processo eleitoral sem fake news ou intimidações”, disse. “Nós, da USP, perdemos vidas preciosas durante um período de exceção. As cicatrizes ainda são visíveis. Aqueles que rejeitam e agridem a democracia não protegem o saber, a ciência, o pensamento e não amam a universidade”, afirmou.
Também discursaram no encontro nomes como a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB/SP), Patrícia Vanzolini; a secretária de formação da Central Única dos Trabalhadores de São Paulo (CUT), Telma Aparecida Andrade Victor; o advogado e membro da Comissão Arns e do Comitê do Manifesto, Oscar Vilhena Vieira; o fundador do Instituto para Políticas de Saúde, Armínio Fraga; a integrante da Coalizão Negra pelo Direito, Beatriz Santos; a presidente da União Nacional dos Estudantes, Bruna Brelaz; o secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Francisco Candidé Pegado; a presidente da Fundação Tide Setúbal, Neca Setúbal; o coordenador nacional da Central de Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bonfim; e o presidente do Conselho Deliberativo da Indústria Brasileira de Árvore, Horácio Laver Piva.
Veja aqui um resumo dos discursos.
‘Nós estamos celebrando o hino da democracia’, diz José Carlos Dias
Após as falas, o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias leu a carta “Em Defesa da Democracia e da Justiça”.
Do lado de fora do salão, limitado a convidados, manifestantes acompanharam o ato por telões instalados na frente do prédio. Faixas foram instaladas na faixada pedindo respeito ao voto e ao Estado Democrático de Direito.
Por volta do meio-dia, começou a leitura da “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito” por Flavio Flores da Cunha Bierrenbach e pela professora Ana Elisa Bechara.
O ato foi concluído com a execução do Hino Nacional Brasileiro.
Manifestantes escrevem a palavra “democracia” com pães em ato neste 11 de agosto.
Celso Tavares/g1
Um coletivo que reúne chefes de cozinha, o MST, estudantes e líderes religiosos escreveu a palavra ‘democracia’ com pães em protesto contra fome. “Com barriga vazia não existe democracia”, ressaltou o movimento.
Cartas
A “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito” começou com a assinatura de ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), artistas, acadêmicos, banqueiros e empresários.
Desde que foi aberta a toda a sociedade, a carta já foi endossada por mais de 900 mil pessoas, entre elas 727 porteiros, 8.973 desempregados, 5.045 enfermeiros, 4.217 motoristas, 6.619 policiais, 519 delegados de polícia, 28.868 engenheiros, 15 mil médicos e 4231 magistrados, entre outros, segundo os responsáveis pela iniciativa. (Veja a lista completa de assinaturas aqui).
Os presidenciáveis Lula (PT), Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Felipe D’Ávila (Novo), Soraya Thronicke (União Brasil), Sofia Manzano (PCB), Léo Péricles (Unidade Popular) e José Maria Eymael (Democracia Cristã) também a assinaram, assim como os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).
O documento, que foi lançado depois de seguidos ataques do presidente Jair Bolsonaro (PL) contra as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral brasileiro, não cita seu nome. Bolsonaro não a endossou e fez críticas.
O segundo manifesto, capitaneado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), 107 entidades, entre associações empresariais, universidades, ONGs e centrais sindicais defendem a segurança e a integridade do sistema eleitoral brasileiro.
O texto, intitulado “Em Defesa da Democracia e da Justiça”, afirma que “a estabilidade democrática, o respeito ao Estado de Direito e o desenvolvimento são condições indispensáveis para o Brasil superar os seus principais desafios”.
Artistas
Artistas fazem leitura da carta em defesa do Estado Democrático de Direito no Brasil
Em um vídeo divulgado na quarta-feira (10), 42 artistas como Fernanda Montenegro, Caetano Veloso, Chico Buarque, Marisa Monte, Anitta, Lázaro Ramos e Camila Pitanga se dividem na leitura do documento.
Cantora Daniela Mercury participa de ato em defesa da democracia na USP em SP
Cleber Cândido/TV Globo
No ato da USP, a cantora Daniela Mercury participou da manifestação.
Pelas redes sociais, artistas como Caetano Veloso, Alinne Moraes, Bruno Mazzeo, Gal Costa, Maria Bethânia, Djavan e mais famosos também participaram e apoiaram o manifesto em defesa do Estado Democrático de Direito.
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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