Economia
Casas Bahia anuncia parceria com Mercado Livre e ações disparam
As ações da Casas Bahia subiram mais de 17% nesta quinta-feira, impulsionadas pelo anúncio de uma parceria com o Mercado Livre. A partir de novembro, a varejista começará a vender seus produtos na plataforma do marketplace, em um acordo comercial de longo prazo.
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A notícia também trouxe pressão para os papéis do Magazine Luiza, concorrente no setor de eletrônicos e eletrodomésticos.
Por volta de 12h10, as ações da Casas Bahia avançavam 6,35%, a R$ 3,35, chegando a atingir R$ 3,69 na máxima do dia, o que representa uma alta de 17,1%.
Já os papéis do Mercado Livre se mantinham estáveis, em US$ 2.097,01.
Enquanto isso, as ações da Magazine Luiza caíam 6%, a R$ 7,84.
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Executivos das duas empresas disseram que a expectativa é que a parceria aumente a participação do Mercado Livre nesses segmentos no Brasil, ao mesmo tempo em que ajuda a impulsionar as vendas da Casas Bahia.
Analistas do Santander avaliam que o acordo traz benefícios para ambos os lados.
“Considerando que a Casas Bahia já vem focando em categorias de bens duráveis nos últimos meses, os possíveis ganhos de escala em vendas obtidos ao alcançar um público mais amplo devem contribuir para uma maior alavancagem operacional e para melhores condições junto aos fornecedores”, afirmaram.
Para o Mercado Livre, a parceria deixa a plataforma mais completa, adicionando um grande player nacional em categorias em que vendedores menores têm dificuldade de competir.
Magalu sob pressão
Apesar do efeito positivo para Casas Bahia e Mercado Livre, os analistas destacam que a Magazine Luiza pode sentir uma pressão extra nas vendas de produtos próprios, dado que a parceria fortalece a posição competitiva da Casas Bahia no marketplace.
Analistas do Citi colocaram o Magazine Luiza sob observação negativa por 30 dias após o anúncio, considerando que a parceria, junto com a concorrência intensa de Mercado Livre, Shopee e Amazon, aumenta a pressão sobre a empresa.
Movimentação de clientes em Loja das Casas Bahia, na zona sul da capital paulista, nesta segunda-feira, 29 de abril de 2024.
RENATO S. CERQUEIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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