Economia
Banco Inter recebe autorização do Fed para abrir filial nos EUA
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O Banco Inter, controlado pela holding Inter&Co, informou nesta sexta-feira (16) que recebeu as aprovações do Florida Office of Financial Regulation (OFR) e do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) para estabelecer uma agência internacional na Flórida.
“Na prática, a partir de agora, o Inter passa a atuar como banco para clientes internacionais em qualquer parte do mundo, a partir de sua filial nos Estados Unidos, marcando um avanço relevante em sua estratégia de expansão internacional”, afirmou o banco em comunicado à imprensa.
De acordo com o grupo, a autorização viabiliza a abertura de uma agência em Miami, cidade onde o Inter mantém sua sede global desde 2021.
A unidade deve ampliar a oferta de serviços financeiros a pessoas físicas e empresas fora do Brasil.
“Esse passo reforça nossa ambição de atuar como uma plataforma global’, afirmou João Vitor Menin, presidente-executivo global da Inter&Co, em comunicado.
Com a nova autorização, o Inter passa a integrar o grupo de instituições financeiras internacionais habilitadas a operar uma agência nos Estados Unidos.
A operação funcionará como uma base bancária digital e permitirá a oferta de produtos como contas correntes e de poupança, cartões de débito e crédito e modalidades de financiamento.
A estrutura também possibilita a captação de depósitos em dólar de clientes estrangeiros e o atendimento a empresas internacionais com operações no mercado americano, de acordo com as regras do sistema financeiro local.
O banco afirma ainda que a presença nos Estados Unidos amplia sua capacidade de atendimento a públicos internacionais e contribui para a organização de sua operação global.
Fundado como o primeiro banco digital do Brasil, em 2015, o Inter reúne hoje mais de 41 milhões de clientes e atua como um superaplicativo financeiro, com serviços de banking, investimentos, crédito, seguros, marketplace e remessas internacionais.
Segundo dados do banco, cerca de 10% das transferências entre pessoas realizadas no Brasil por meio do Pix passam pela plataforma do Inter.
A instituição tem índice de eficiência de 45,2%, carteira de crédito de R$ 43,8 bilhões, patrimônio líquido de R$ 9,8 bilhões e ativos totais de R$ 91,8 bilhões.
A empresa é listada na Nasdaq, bolsa de tecnologia dos Estados Unidos, sob o código INTR.
Logo do Banco Inter
Divulgação
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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