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Economia

Chefe do instituto que mede a inflação na Argentina renuncia

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Economista Marco Lavagna, chefe do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) da Argentina.
Reprodução/YouTube
O chefe do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), responsável por medir a inflação na Argentina, renunciou nesta segunda-feira (2) ao cargo que ocupava desde 2019, segundo uma fonte da instituição.
Marco Lavagna deixou o cargo após comandar mudanças na forma como a inflação é calculada no país. O primeiro índice com as novas regras será divulgado em 10 de fevereiro. Os motivos da saída dele não foram divulgados.
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“Consideramos a renúncia, apenas oito dias antes da divulgação do novo índice, extremamente surpreendente”, disse Raúl Llaneza, representante dos trabalhadores do Indec.
“Exigimos um Indec independente do poder político”, declarou ao jornal La Nación.
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Lavagna é um economista próximo ao líder da oposição peronista e ex-candidato à presidência, Sergio Massa.
Sua permanência à frente do Indec, iniciada quando o presidente ultraliberal argentino Javier Milei assumiu o cargo, em dezembro de 2023, representou um marco de transparência e credibilidade para a instituição responsável por divulgar os dados de inflação — cuja desaceleração o governo aponta como sua principal conquista.
A inflação recuou de 211,4% em 2023 — ano em que Milei desvalorizou o peso pela metade — para 31,5% em 2025, o menor nível em oito anos.
No entanto, a última medição, de dezembro, mostrou que os preços subiram 2,8%, uma tendência de alta que começou em junho do ano passado.
Esses números correspondem à medição antiga, que foi atualizada para refletir com mais precisão as variações de preços na cesta de consumo, onde os gastos com moradia e serviços públicos têm um impacto maior.
A metodologia anterior utilizava uma cesta de preços de 2004, sem considerar despesas com serviços de telefonia móvel, internet ou TV a cabo, entre outros.
ENTENDA NA REPORTAGEM ABAIXO:
A nova metodologia será baseada na pesquisa de renda e gastos das famílias de 2017-2018 e será ajustada às recomendações internacionais, segundo a agência.
No final de 2025, houve várias renúncias no Indec em meio a um conflito sobre os baixos salários.
Notas de pesos, na Argentina.
Reuters

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Economia

Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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