Economia
Câmara dos EUA aprova medida para barrar tarifas de Trump contra Canadá; texto vai ao Senado
O presidente Donald Trump visita uma montadora de veículos em 13 de janeiro de 2026
REUTERS/Evelyn Hockstein
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira (11), por margem apertada, uma medida para encerrar as tarifas que o presidente Donald Trump impôs ao Canadá.
O aval à proposta representa uma rara derrota política para o presidente e para as lideranças de seu partido na Câmara, onde os republicanos são maioria.
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Na prática, os parlamentares aprovaram, por 219 votos a 211, uma resolução que encerra o uso de emergência nacional por Trump como justificativa para impor medidas comerciais punitivas a produtos canadenses.
O texto segue agora para o Senado, onde tem boas chances de aprovação. Ainda assim, é improvável que haja apoio suficiente no Congresso para derrubar um eventual veto de Trump — que já é esperado. Por isso, há baixas expectativas de que a proposta se torne lei.
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Nas redes sociais, Trump reagiu à votação. Ele criticou diretamente parlamentares republicanos e afirmou que aqueles que votarem contra suas tarifas sofrerão “sérias consequências” nas eleições, incluindo as primárias — quando se decidem os candidatos.
O republicano afirmou que o déficit comercial do país foi reduzido em 78%, disse que os principais índices das bolsas dos EUA atingiram níveis “antes impossíveis” e atribuiu os resultados às tarifas de importação.
“Além disso, as TARIFAS nos deram grande Segurança Nacional, porque a simples menção da palavra faz com que países concordem com nossos desejos mais firmes. As TARIFAS nos deram Segurança Econômica e Nacional, e nenhum republicano deveria ser responsável por destruir esse privilégio”, escreveu.
Trump critica proposta para barrar tarifas sobre o Canadá.
Reprodução/Truth Social
Trump também fez declarações sobre o Canadá. Ele afirmou que o país tem se “aproveitado” dos EUA no comércio “há muitos anos” e que está entre os “piores do mundo para negociar”, especialmente no que se refere à fronteira norte.
“As TARIFAS são uma vitória para nós, SIMPLES. Os republicanos devem manter isso assim!”, concluiu.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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