Connect with us

Política

A 100 dias da eleição de 2026, saiba quem são os pré-candidatos à Presidência da República

Published

on

Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Caiado e Zema
Divulgação e reprodução
Faltando 100 dias para o 1º turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro, a corrida pelo Palácio do Planalto reúne 13 nomes anunciados como pré-candidatos à Presidência da República. As candidaturas ainda dependem das convenções partidárias e do registro na Justiça Eleitoral, em agosto.
Veja quem são os pré-candidatos até esta sexta-feira (26):
Lula (PT)
Flávio Bolsonaro (PL)
Renan Santos (Missão)
Ronaldo Caiado (PSD)
Romeu Zema (Novo)
Augusto Cury (Avante)
Joaquim Barbosa (DC)
Hertz Dias (PSTU)
Samara Martins (UP)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Edmilson Costa (PCB)
Heró Bezerra (PRTB)
Rui Costa Pimenta (PCO)
O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) lideram as pesquisas de intenção de voto. De acordo com a última pesquisa Quaest divulgada em 10 de junho, Lula possui 39% das intenções de voto no primeiro turno e Flávio 29%.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp
A pesquisa também apontou que, em um segundo turno entre os dois, Lula lidera com 44% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro aparece com 38%.
O cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno
Veja mais detalhes sobre todos os pré-candidatos.
Lula
Presidente Lula em discurso
Washington Costa/Ministério da Fazenda
O atual presidente vai tentar o seu quarto mandato, algo inédito na história do país. Será a sétima eleição presidencial de Lula. Quando venceu Jair Bolsonaro, em 2022, o petista disse que não tentaria um novo mandato se fosse eleito.
Aos poucos, foi mudando o discurso. Disse que poderia ser candidato se estivesse com boa saúde. Em outubro de 2025, afirmou que disputaria a eleição para defender os programas sociais do governo. Lula completará 81 anos em outubro e será o candidato mais velho a disputar uma eleição presidencial no Brasil.
As pesquisas mais recentes o apontam na liderança das intenções de voto para o primeiro turno e também à frente no cenário mais provável de segundo turno, com 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro.
Nas últimas semanas, Lula teve um de seus principais aliados, o senador Jaques Wagner (PT-BA), ser alvo de investigações do Caso Master, causando pressão sobre o Planalto. Em meio à crise, o petista deixou a liderança do governo no Senado. A Polícia Federal apura a compra de um apartamento de luxo em Salvador e repasses de R$ 3,5 milhões em nome de familiares do senador.
Flávio Bolsonaro
O senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou propostas para a segurança pública durante evento em São Paulo
Theo Daolio/Modusfocus/Estadão Conteúdo
O senador anunciou em dezembro de 2025 que foi escolhido pelo pai, Jair Bolsonaro, para ser o candidato. A decisão frustrou outros nomes que esperavam contar com a bênção do ex-presidente, especialmente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
As pesquisas eleitorais divulgadas desde então mostram a consolidação de Flávio Bolsonaro como principal nome da oposição. Ele está em segundo lugar em todos os cenários de primeiro e segundo turno.
Nesta semana, ele foi alvo de mais uma crise envolvendo a família, após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgar um vídeo em que afirma ter sido humilhada por Flávio e justifica a decisão de não declarar apoio à candidatura dele. Flávio negou ter maltratado Michelle e pediu desculpas.
Recentemente, o senador também foi envolvido no Caso Master, após a revelação de diálogos com o banqueiro Daniel Vorcaro, preso em investigação, nos quais pedia recursos para a produção do filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Vorcaro fez um repasse de R$ 61 milhões.
Ronaldo Caiado
O governador de Goiás e pré-candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD)
Eduardo F. S Lima/Estadão Conteúdo
O ex-governador de Goiás trocou de partido em março de 2026, deixando o União Brasil e indo para o PSD. Com a desistência de Ratinho Júnior, governador do Paraná, superou Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, e foi o escolhido de Gilberto Kassab, presidente do partido.
Caiado tem 76 anos e era governador de Goiás desde 2019. Também foi senador e deputado federal e disputou a presidência uma vez, em 1989. Terminou em 10º lugar. Tem 3% das intenções de voto nas pesquisas mais recentes.
Ao anunciar sua candidatura, apresentou-se como uma alternativa à polarização entre Lula e a família Bolsonaro, mas defendeu a anistia ao ex-presidente e aos demais condenados pela tentativa de golpe.
Romeu Zema
O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato a presidente Romeu Zema (Novo)
LEANDRO CHEMALLE/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO
O ex-governador de Minas Gerais renunciou ao mandato em abril e é candidato pelo Novo. Ele anunciou ainda em 2025 que seria candidato. Empresário, era novato na política quando chegou ao governo do estado mineiro, em 2018.
Venceu logo na primeira eleição, ao derrotar Antonio Anastasia, do PSDB, no segundo turno, com mais de 70% dos votos. Em 2022, foi reeleito em primeiro turno. Aos 61 anos, tenta agora dar um passo maior de olho no Palácio do Planalto. Na pesquisa Quaest de junho, registra entre 2% das intenções de voto.
Renan Santos
Renan Santos, pré-candidato do Missão à Presidência da República
Reprodução
Fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos é pré-candidato à Presidência pelo Missão, partido que ele dirige e que reúne integrantes do grupo militante surgido após os protestos de junho de 2013.
O Missão é o partido mais recente nos registros do TSE, criado em novembro do ano de 2025. Renan Santos tem 42 anos e disputará sua primeira eleição. A pesquisa Quaest mais divulgada em 10 de junho, aponta que ele tem 3% das intenções de voto.
Cabo Daciolo
Cabo Daciolo é pré-candidato à presidência pelo partido Mobiliza
Divulgação/Partido Solidariedade
O ex-deputado federal Cabo Daciolo anunciou a pré-candidatura em abril pelo partido Mobiliza, que se chamava PMN. Antes, havia dito que tentaria uma vaga no Senado. Ele disputou a presidência em 2018 pelo Patriota e ficou em 6º lugar, com cerca de 1,3 milhão de votos.
Naquele ano, o candidato se notabilizou pelo bordão “Glória a Deus” e pelas falas de teor religioso nos debates. Daciolo ganhou notoriedade em 2011, quando liderou uma greve de bombeiros no Rio de Janeiro.
Augusto Cury
Pré-candidato Augusto Cury (Avante)
Adriano Fernandes
O psiquiatra Augusto Cury, de 67 anos, é um escritor de best-sellers nas áreas de saúde mental e autoajuda. Segundo informações publicadas em seu site, vendeu mais de 42 milhões de livros em mais de 70 países.
“Meu objetivo é contribuir para a construção do Brasil dos nossos sonhos”, disse ele ao anunciar a pré-candidatura pelo Avante. O partido afirmou que, ao escolher Cury, “se posiciona como protagonista na construção de um novo caminho para o país”.
Joaquim Barbosa
Joaquim Barbosa se filia ao Democracia Cristã e se torna aposta da legenda para o Planalto
Ed Ferreira/Estadão Conteúdo
O partido Democracia Cristã (DC) anunciou a pré-candidatura do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa em maio.
Nomeado para uma vaga no Supremo em 2003, durante o primeiro mandato do presidente Lula (PT), permaneceu no cargo até 2014, quando resolveu antecipar sua aposentadoria.
Em 2018, ele foi cotado como um dos nomes da disputa presidencial, mas acabou desistindo.
Hertz Dias
Hertz Dias será candidato a governador do Maranhão pelo PSTU
Matheus Soares/Grupo Mirante
O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) lançou a pré-candidatura de Hertz Dias. Ele é professor de história da rede pública municipal e estadual de São Luís (MA). Foi candidato ao governo do Maranhão em 2022 e teve 0,15% dos votos (5.191 votos).
Samara Martins
UP lança pré-candidatura de Samara Martins para presidente
Reprodução/Fantástico
O nome de Samara Martins foi aprovado por unanimidade, de acordo com comunicado divulgado pelo partido Unidade Popular (UP). Em 2022, ela foi candidata a vice-presidente na chapa de Leonardo Péricles. Juntos, obtiveram 53.519 votos no primeiro turno, o equivalente a 0,05% do total. Samara é dentista e trabalha no Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Norte.
Edmilson Costa
Edmilson Costa é pré-candidato à presidência pelo PCB
Divulgação/PCB
O Partido Comunista Brasileiro (PCB) lançou a pré-candidatura de Edmilson Costa, doutor em Economia pela Unicamp, com pós-doutorado no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da mesma universidade. É autor do livro “Reflexões sobre a crise brasileira”.
Heró Bezerra
Heró Bezerra foi escolhido pelo PRTB como pré-candidato à presidência da República em 2026
Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi
Heró Bezerra é um político do Rio Grande do Norte que já foi candidato ao governo do estado em 2018 e à prefeitura de Natal, em 2024.
Presidente regional do partido e bispo evangélico, sua trajetória política no estado inclui candidaturas para vereador, prefeito e governador.
Rui Costa Pimenta
Rui Costa Pimenta, presidente do PCO, durante entrevista na campanha eleitoral de 2014
Reprodução
O Partido da Causa Operária (PCO) lançou a pré-candidatura de Rui Costa Pimenta. Ele participou da fundação do PT e já foi diretor da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Grande São Paulo. Em 1992, deixou o PT. Pimenta é um dos fundadores do PCO, legenda da qual é presidente, e já disputou os cargos de deputado federal, prefeito de São Paulo e presidente da República.
Pré-candidatura indefinida
Apesar de aparecer nas pesquisas de intenção de voto, o deputado federal e ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves ainda não anunciou oficialmente sua pré-candidatura após ser convidado pelo Cidadania e pelo PSDB para disputar a Presidência da República.

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados