Economia
A corrida dos vices para a eleição presidencial – O Assunto #1662
Então candidato de oposição ao governo de Jair Bolsonaro (PL), Lula (PT) surpreendeu o mundo político ao anunciar o convite para que Geraldo Alckmin (PSB) fosse o vice-presidente na chapa que concorreria nas eleições de 2022. O ex-tucano e adversário histórico do PT topou, e a estratégia deu certo: a dobradinha Lula-Alckmin se apresentou ao eleitor como representante de uma frente ampla e venceu a eleição.
Quatro anos depois, presidente e vice demonstram ter excelente relação e trocam elogios em público, mas nada garante que a parceria irá se repetir na urna. Lula dá sinais de que a vaga está aberta para negociações com partidos de centro, como o MDB. O objetivo é ampliar alianças, conquistar mais palanques estaduais e municipais e aumentar o tempo de propaganda eleitoral.
Na oposição, a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro se consolida como a mais competitiva, de acordo com as pesquisas mais recentes. E já circulam especulações de potenciais candidatos a vice. Os mais citados são Romeu Zema, governador de Minas Gerais, do Novo, e Tereza Cristina, senadora pelo Mato Grosso do Sul, do PP.
Para analisar a viabilidade de todas as estratégias eleitorais em jogo, Natuza Nery recebe o cientista político Fernando Abrucio. Ele, que é professor da FGV-EAESP e comentarista da GloboNews, comenta a situação de Geraldo Alckmin no governo e o que Lula busca nas conversas com partidos de centro; e avalia os nomes em torno de Flávio Bolsonaro.
Convidado: Fernando Abrucio, cientista político, professor da FGV-EAESP e comentarista da GloboNews.
O que você precisa saber:
Lula negociar vice não é ato contra Geraldo Alckmin, diz Renan Filho
BLOG DO VALDO CRUZ: Se não for candidato a vice, Alckmin pode não disputar eleição neste ano, dizem interlocutores
BLOG DO CAMAROTTI: Setores do MDB reagem a rumores sobre vice de Lula e veem estratégia para desgastar alianças da oposição nos estados
Valdemar quer mulher na chapa de Flávio, e PSB defende que Lula mantenha Alckmin
Kassab diz que ‘chance é zero’ de aceitar ser vice de Lula
Tereza Cristina diz ser ‘muito cedo’ para discutir vaga de vice de Flávio Bolsonaro
Valdemar diz que vai ‘lutar’ para que o vice na chapa de Tarcísio à reeleição em SP seja do PL e indica o nome de André do Prado
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Amanda Polato, Sarah Resende, Carlos Catelan e Luiz Gabriel Franco. Apresentação: Natuza Nery.
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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